domingo, 2 de fevereiro de 2014
"Todo filho é pai da morte de seu pai" Fabrício Carpinejar "Feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia." Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. É quando aquele pai, outrora firme e instransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe. É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz. Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas. Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete. E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia. Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira: — Deixa que eu ajudo. Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo. Colocou o rosto de seu pai contra seu peito. Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo. Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável. Embalou o pai de um lado para o outro. Aninhou o pai. Acalmou o pai. E apenas dizia, sussurrado: — Estou aqui, estou aqui, pai! O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.
Será que já é a hora de viver um novo amor?
:: Rosana Braga ::
Você viveu um relacionamento importante. Talvez tenha durado muitos anos. Talvez, apenas alguns meses. Mas o fato é que o fim deixou marcas. E agora você se pergunta: preciso de um tempo para me refazer ou preciso de um novo amor para curar a ressaca do acabado? Quanto tempo esse tempo deve durar? Quando é a hora certa de se abrir, conhecer novas pessoas e se dispor a viver um novo amor?
Considerando que pessoas são únicas, não há receitas. Mas há sinais, certamente. Sinais que fazem sentido para cada uma. Algumas se fecham durante anos e anos, recusando-se a amar novamente. Outras se defendem com tanto afinco do risco de sofrer novamente que o amor passa a ser "desnecessário". E há também aquelas que, para não entrar em contato com a dor do fim, engatam um romance atrás do outro, mantendo o coração tão aberto que mais se parece com a "casa da mãe Joana".
Penso que posturas radicais tendem a ser perigosas. Mais do que tomar decisões extremas ou adotar a técnica do "tudo ou nada", o importante é viver um dia de cada vez e se manter atento, tanto a si mesmo quanto ao que acontece ao seu redor.
Está sofrendo? Então é hora de aprender algo com esta dor! O sofrimento está prolongado demais? Então, é hora de buscar ajuda e se questionar: até quando pretendo resistir aos fatos e não aceitar os acontecimentos? O sofrimento passou, mas você está com medo de tentar de novo e a dor voltar? Então, é hora de rever suas crenças e se lembrar de que cada relacionamento é singular, desde que você se permita e também seja novo a cada oportunidade de amar.
Agora, se você é do tipo que "não sente nada", que se recusa a se dar um tempo e prefere curar uma ressaca tomando mais um porre, pode ser que passe a vida toda fora de si, sem saber por que seus supostos amores começam e por que terminam. E assim, atolado de defesas e superficialidades, fique com uma sensação insossa de vazio e solidão, embora esteja sempre acompanhado.
Portanto, diante da dúvida de qual é a hora certa de viver um novo amor, sugiro que você se observe e reflita: já resolveu as pendências da relação acabada? O que você realmente quer? Quanto está disposto a fazer uma faxina em seu coração, jogando fora tudo o que já não serve mais e organizando seus aprendizados? Está pronto para se dar uma nova chance de ser feliz?
Pois se suas respostas estão claras e o seu coração está em paz, então é hora de deixar a vida fluir, deixar acontecer. É hora de ser você mesmo e viver de modo espontâneo, confiando que duas almas se encontram, inevitavelmente, quando entram em sintonia. Estejam onde estiver.
Então, não importa quantos quilômetros ou qual o tamanho dos obstáculos que possam, eventualmente, estar separando vocês: o amor vai acontecer quando você menos esperar. E esta será não a hora certa ou errada. Será o exato instante em que o que 'estava escrito' ganhou vida o bastante para lhe fazer acordar e recomeçar!
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Contrato entre Pais e Filhos
Antes de uma alma encarnar na Terra ela seleciona um local e a família que preencherá as suas necessidades espirituais de crescimento e evolução. Vocês podem estar certos que as vossas crianças os selecionaram por uma razão que as conduzirá ao crescimento delas assim como também ao vosso, pois estes contratos de alma são sempre de natureza mútua. Os pais se responsabilizam por criar a alma que chega a seu corpo jovem assim como protegê-la e dar-lhe tudo o que necessita para sobreviver no plano material. Os pais também se responsabilizam por ajudar no desenvolvimento de quaisquer habilidades e talentos que possam fazer parte da missão espiritual da criança neste planeta. A criança, por sua vez, responsabiliza-se em ajudar os pais a elevarem a sua consciência através da convivência com uma alma de vibração superior e de mais profunda sabedoria. Este é o caminho natural da evolução, onde a alma da criança está sempre numa espiral superior de evolução e podendo, portanto, auxiliar os pais a também evoluírem. Mas os pais necessitam estar conscientes desta dádiva. Tantos pais adormecidos vêem suas crianças como seres vulneráveis, que necessitam ser controladas e moldadas, que são incapazes de ver a sabedoria e a dádiva que vem com cada criança. Na futura Nova Terra, cada criança que nascer será reconhecida por sua sabedoria como alma. E os pais estarão conscientes de seu contrato com a criança, e buscarão cumpri-lo juntamente com suas obrigações materiais para o bem estar físico da criança.
Criança Índigo:
Os pais que aceitam apoiar e criar uma criança da vibração Índigo concordaram em ser os zeladores de uma alma que traz uma nova forma de energia para o Planeta. Crianças Índigo são almas pioneiras e seus pais acordaram em juntarem-se a eles para serem os pioneiros de novas formas de vida familiar e comunitária. A missão da alma da criança é questionar e desafiar velhas formas e criar o caminho para a manifestação de novas formas. Uma criança Índigo é também sensível, amorosa, talentosa e intuitiva. Os pais responsabilizam-se em encontrar formas de estimular esta sensível e bela energia e ajudar no desenvolvimento dos dons e talentos da criança até ao ponto que puderem. A criança, por sua vez, se compromete a ser a instrutora de novos caminhos. Mas para fazer isto precisa desafiar e questionar os velhos caminhos. A criança Índigo faz isto de duas maneiras. Primeiramente, ele ou ela questiona ou desafia todos os sistemas de crenças e “regras” que vocês ou qualquer outra pessoa tente impor a elas. Desta forma elas lhes mostrarão o que funciona para elas e o que não, e dependerá de vocês, como pais, ouvirem e aprenderem,e não tentarem impor a vossa vontade a elas. O segundo método de ensinamento é a criança prover um “espelho” para os pais. A criança aceita os padrões disfuncionais que os pais estão a fazer prevalecer nas suas vidas. Estes padrões têm geralmente a ver com a baixa auto-estima e a não aceitação do eu. É por isto que tantos Índigos entram em padrões auto-destrutivos de abuso de drogas e promiscuidade sexual. Eles estão refletindo de volta à suas famílias e comunidades os padrões auto-destrutivos que eles aprenderam. É também por isto que muitos pais de Indigos lutam com os padrões de comportamento aparentemente destrutivos dos adolescentes Índigos. Os pais precisam compreender que necessitam examinar os seus próprios padrões destrutivos e começar a vivenciar padrões mais amorosos e revigorantes que auxiliem a si e à suas crianças. Quantos pais preenchem suas mentes e corpos com pensamentos e substâncias tóxicas e gastam seu tempo com trabalhos que não gostam, anulando os seus verdadeiros sentimentos? A vossa criança Índigo o alertará disto e será o vosso guia para libertá-los destas formas de ser aprendidas e herdadas. Elas vos ajudarão a despertarem para quem e o que vocês são e para o que vocês são capazes quando são verdadeiros consigo mesmos.
Crianças Cristal:
A criança da vibração Cristal traz um tipo diferente de contrato com os pais. Pode-se dizer que onde as Índigo são a equipe de demolição, as Cristal são os construtores. É por isto que Índigos e Cristais encarnam com tanta freqüência na mesma família. Isto permite que sejam removidas as velhas estruturas e as novas sejam construídas. Mas uma criança Cristal é um ser de vibração muito alta e a missão de sua alma inclui trabalhar na Rede Planetária Cristal e manter a energia para facilitar a mudança global. Assim sendo, o contrato com a criança Cristal é ainda mais desafiador para os pais que precisam compreender que esta pequena criança é também uma alma sábia e poderosa cujo trabalho se estende além dos estreitos perímetros da família. É por isto que as crianças Cristal estão frequentemente estressadas e superenergizadas. Elas estão trabalhando com as energias daqueles à sua volta, não apenas ao nível familiar, mas também ao amplo nível comunitário. O desafio é dos pais em compreenderem a natureza do trabalho do ser e alma da criança Cristal e tentarem apoiá-los de acordo. Em retorno, a criança Cristal auxiliará no crescimento espiritual dos pais. A criança Cristal é capaz de “atrair” para a vida dos pais as pessoas e eventos que os pais necessitam para seu desenvolvimento. Isto é porque a consciência da criança Cristal frequentemente se estende de forma muito ampla e pode localizar e atrair aqueles seres que poderão ser mais benéficos naquele momento para a família. Portanto, pais de crianças Cristal frequentemente se encontram numa trilha de acelerado crescimento e desenvolvimento que é a dádiva de sua criança. O crescimento espiritual irá auxiliar mais frequentemente a criar um nível superior de consciência dentro da família e também a criar novas formas de interação familiar e respeito. O ensinamento mais poderoso aqui é o da “Igualdade do ser”. A criança Cristal presenteia a família com energias poderosas, amorosas e criativas. É o “equivalente” dos pais e precisa ser tratada com exatamente o mesmo amor, respeito e honra. No futuro, as crianças serão consideradas como iguais e com “direitos” iguais na família e não apenas como dependentes. As crianças serão consultadas nos assuntos familiares que as afete e lhes serão dadas opções e escolhas. Este é o ensinamento delas e seu contrato com vocês, como pais – honra, respeito, apoio e amor, que é mutuo e mutuamente benéfico.
Lembra-te de Deus para que saibas agradecer
os talentos da vida.
Se fatigado, pensa Nele, o Eterno Pai que jamais
desfalece na Criação.
Se triste, eleva-Lhe os sentimentos, meditando na alegria solar
com que toda manhã, Sua Infinita Bondade dissolve das trevas.
Se doente, centraliza-te no perfeito equilíbrio com que sua
compaixão reajusta os quadros da Natureza, ainda mesmo quando a tempestade haja destruído todos os recursos que os milênios acumularam.
Se incompreendido, volta-te para Ele, o Eterno Doador de todas
as bênçãos, quantas vezes escarnecido por nossas próprias
fraquezas, sem que se Lhe desanime a paciência incomensurável,
quanto aos arrastamentos de nossas imperfeições animalizantes.
Se humilhado, entrega-Lhe as dores da sensibilidade ferida ou
do brio menosprezado, refletindo no celeste anonimato em que se Lhe esconde a inconcebível grandeza, para que nos creiamos autores do bem que a Ele pertence, em todas as circunstâncias.
Se sozinho, busca-Lhe a companhia sublime na pessoa daqueles
que te seguem na retaguarda, cambaleantes de sofrimento, mais
solitários que tu mesmo, na provação e na miséria que lhes vergastam as horas e lhes crucificam as esperanças.
Se aflito, confia-Lhe as ansiedades, compreendendo que Nele,
o Imperecível Amor, todas as tormentas se apaziguam.
Seja qual for a dificuldade, recorda o Todo-misericordioso que
não nos esquece.
E, abraçando o próprio dever como sendo expressão de Sua
Divina Vontade para os teus passos de cada dia, encontrarás na
oração a força verdadeira de tua fé, a erguer-te das obscuridades e problemas da Terra para a rota de luz que te aponta as sendas do céu.
EMMANUELl
O PODER DA ORAÇÃO - HO'OPONOPONO Oração ao Criador
HO'OPONOPONO
Oração ao Criador
Divino Criador Pai, Mãe, Filho, todos em Um,
Se eu, minha família, meus parentes e antepassados
Ofendemos tua família, parentes e antepassados
Em pensamentos, palavras, fatos ou ações
Desde o inicio de nossa criação até o presente;
Nós pedimos teu perdão
Deixe que isto se limpe, purifique, libere
E corte todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas
Transmuta essas energias indesejáveis em pura luz. E assim é.
Para limpar meu subconsciente
De toda a carga emocional armazenado nele,
Digo uma e outra vez durante meu dia
As palavras chaves do Hooponopono
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Me declaro em paz com todas as pessoas da Terra
E com quem tenho dívidas pendentes
Por esse instante em seu tempo
Por tudo o que não me agrada de minha presente vida
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Eu libero todos aqueles de quem acredito
Estar recebendo danos e mal tratos
Porque simplesmente me devolvem
O que eu os fiz antes
Em alguma vida passada
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Ainda que me seja difícil perdoar alguém
Eu sou quem pede perdão a esse alguém agora
Por esse instante em todo tempo
Por tudo o que não me agrada de minha vida presente
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Por este espaço sagrado que habito dia a dia
E com o qual não me sinto confortável com isto
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Pelas difíceis relações das quais guardo somente lembranças ruins
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Por tudo o que não me agrada na minha vida presente
De minha vida passada, de meu trabalho
Ou o que está ao meu redor
Divindade, limpa em mim o que está contribuindo com minha escassez
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Se meu corpo físico experimenta
Ansiedade, preocupação, culpa, medo, tristeza, dor...
Pronuncio e penso: minhas memórias, eu te amo
Estou agradecida pela oportunidade de libertá-los a voces e a mim
Eu sinto muito, me perdoa, obrigado, eu te amo.
Neste momento afirmo que ...eu te amo.
Penso em minha saúde emocional
E na de todos os meus seres amados...te amo
Para minhas necessidades e para aprender a esperar sem ansiedade, sem medo
Reconheço as memórias aqui.....sinto muito, te amo.
Minha contribuição para a cura da Terra
Amada Mãe Terra, que és quem Eu sou
Se eu, minha família, meus parentes e antepassados
Te maltratamos com pensamentos, palavras, fatos e ações
Desde o inicio de nossa Criação até o presente
Eu peço teu perdão
Deixa que isto se limpe, purifique, libere e corte todas
as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas.
Transmuta estas energias indesejáveis em pura luz. E assim é.
Para concluir, faço de teu conhecimento
Que este áudio é minha contribuição
À tua saúde emocional
Que é a mesma minha
Então esteja bem.
E na medida que tu vais te curando, eu te digo que
Eu sinto muito pelas memórias de dor que comparto contigo.
Te peço perdão por unir meu caminho a ti para curar
Te dou as graças porque estás aqui por mim
E eu te amo por ser quem és.
Postado por Jose Carlos Medeiros de Araujo
A dor que dói mais
sábado, setembro 10, 2005
By Vanessa Lampert
Nem Verissimo, nem Jabor, muito menos Miguel Falabella. A autora do texto abaixo é a escritora gaúcha Martha Medeiros. Foi publicada originalmente no dia 20 de Julho de 1998 na coluna que ela mantinha no site “Almas Gêmeas”. Posteriormente algum espírito de porco acrescentou alguns itens ao final do texto e creditou-o ao Falabella. Daí a virar Verissimo e Jabor foi um passo. Aliás, é só um texto dar uma voltinha pela net que já vira Verissimo e Jabor quase que automaticamente. Incrível. Como quase todos os textos surrupiados, este também foi mutilado e distorcido, tendo mais de uma versão em circulação (o que me leva a crer que nem tudo acontece tão “sem querer” quanto a gente prefere acreditar). Abaixo a original, assinada pela autora no Almas Gêmeas.
A DOR QUE DÓI MAIS
Martha Medeiros
Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o escritório e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua pintando o cabelo de vermelho. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango assado, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua surfando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ele está com outra, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ela está feliz, e ao mesmo tempo querer. É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim, doer.
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
A LEI DA AFINIDADE
TODOS AQUELES QUE ESTUDARAM AS RELAÇÕES ENTRE O SER HUMANO E O COSMOS DESCOBRIRAM QUE EXISTE ENTRE ELES UMA CORRESPONDÊNCIA ABSOLUTA.
CADA VIBRAÇÃO TENDE A ENCONTRAR UMA OUTRA VIBRAÇÃO SEMELHANTE PARA SE FUNDIR COM ELA; TODAS AS CRIATURAS, ATRAVÉS DAS SUAS VIBRAÇÕES E DOS SEUS COMPRIMENTOS DE ONDA, ENTRAM EM RELAÇÃO COM OUTROS SERES, OUTRAS ENTIDADES E OUTRAS FORÇAS DO UNIVERSO QUE POSSUEM OS MESMOS COMPRIMENTOS DE ONDA, AS MESMAS VIBRAÇÕES.
PORTANTO, ATRAVÉS DOS SEUS PENSAMENTOS, DOS SEUS SENTIMENTOS E DOS SEUS ATOS, O HOMEM ENTRA EM AFINIDADE COM REGIÕES, COM CRIATURAS VISÍVEIS OU INVISÍVEIS QUE POSSUEM OS MESMOS COMPRIMENTOS DE ONDA, E ATRAI-AS.
MAS OS HUMANOS, COMO IGNORAM ESTAS VERDADES, FAZEM SEJA O QUE FOR E DEPOIS ADMIRAM-SE QUANDO SE VEEM EM SITUAÇÕES TERRÍVEIS.
IMAGINAI QUE TEMOS SOBRE UMA MESA VÁRIOS DIAPASÕES DOS QUAIS APENAS DOIS TÊM IGUAL COMPRIMENTO. SE FIZERMOS VIBRAR CADA UM DOS DIAPASÕES, ELES DARÃO UM SOM DIFERENTE, MAS QUANDO FIZERMOS VIBRAR UM DOS DOIS QUE POSSUEM O MESMO COMPRIMENTO, O SEGUNDO, SEM SE LHE TOCAR, RESPONDERÁ À VIBRAÇÃO DO PRIMEIRO EMITINDO EXATAMENTE O MESMO SOM.
TODOS VÓS CONHECEIS ESTE FENÔMENO, NÃO CONHECEIS É A IMPORTÂNCIA DESTA LEI, POIS, NA REALIDADE, PASSA-SE EXATAMENTE A MESMA COISA ENTRE O SER HUMANO E TUDO O QUE EXISTE NO UNIVERSO.
SE VOS ESFORÇARDES POR TER APENAS PENSAMENTOS LUMINOSOS, DESINTERESSADOS, E SENTIMENTOS PUROS, GENEROSOS, ATRAIREIS DO ESPAÇO AS ENTIDADES, OS ELEMENTOS QUE ESTÃO EM AFINIDADE COM OS VOSSOS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS, E DESTE MODO SEREIS CADA VEZ MAIS AUXILIADOS, MAIS APOIADOS.
A LUZ DA CIÊNCIA INICIÁTICA DÁ-NOS TODOS OS PODERES PARA CRIAR O FUTURO QUE DESEJAMOS. E SE SOUBERMOS ALIMENTAR EM NÓS CERTOS ESTADOS INTERIORES ELEVADOS, NADA MAIS PODERÁ IMPEDIR-NOS DE NOS JUNTARMOS AOS SERES BELOS, LUMINOSOS E NOBRES QUE DESEJAMOS ENCONTRAR.
QUANTAS VEZES VOS SENTIS DESORIENTADOS, INFELIZES!
NÃO SABEIS O QUE FAZER PARA SAIR DESSE ESTADO E FICAIS A ATORMENTAR-VOS. POR QUE NÃO TENTAIS IR PARA JUNTO DE SERES QUE PODEM AJUDAR-VOS? ESSES SERES EXISTEM POR TODA A PARTE, PERTO DE VÓS, E SE NADA FAZEM PARA VOS AJUDAR É PORQUE VÓS NÃO SABEIS COMO CHAMÁ-LOS.
PARA OS FAZER OUVIR A VOSSA VOZ É NECESSÁRIO, PELO MENOS, TENTAR TER UM BOM PENSAMENTO, UM BOM SENTIMENTO, REALIZAR UM ATO DESINTERESSADO; ENTÃO, ESSES SERES, SENTINDO QUE VÓS VIBRAIS NO MESMO DIAPASÃO QUE ELES, SERÃO OBRIGADOS A APROXIMAR-SE DE VÓS PARA VIR EM VOSSO AUXÍLIO.
SÃO OS VOSSOS PENSAMENTOS, OS VOSSOS SENTIMENTOS E OS VOSSOS ATOS QUE DETERMINAM ABSOLUTAMENTE A NATUREZA DOS ELEMENTOS, DAS FORÇAS E DOS SERES QUE SERÃO DESPERTOS ALGURES NO ESPAÇO E QUE, MAIS TARDE OU MAIS CEDO, VIRÃO ATÉ VÓS.Exatamente por isso também, que pessoas que mexem com magia negra, tem para elas mesmas os resultados deletérios que desejam aos outros!
ESTA LEI DA AFINIDADE É UMA DAS MAIORES LEIS MÁGICAS E É ELA QUE DEVE DIRIGIR TODA A VOSSA VIDA. TODOS OS DIAS, QUANDO SENTIRDES QUE CERTOS PENSAMENTOS OU CERTOS SENTIMENTOS VOS ATRAVESSAM, DIZEI PARA CONVOSCO: “BEM, ESTE PENSAMENTO OU ESTE SENTIMENTO, ESTÁ OBRIGATORIAMENTE EM AFINIDADE COM ELEMENTOS, COM REGIÕES DO ESPAÇO DE UMA DETERMINADA NATUREZA. SE ENTRAR EM RELAÇÃO COM ELES, ATRAIREI ALGO DE BOM OU ALGO DE MAL?”. SE VIRDES QUE É BOM, AVANÇAI; SE NÃO, CUIDADO!
JÁ VOS DISSE MUITAS VEZES QUE NÓS SOMOS COMO PEIXES NO OCEANO CÓSMICO. OS PEIXES VIVEM NO MAR, NOS OCEANOS, E CADA UM ATRAI A SI OS ELEMENTOS QUE CORRESPONDEM À SUA NATUREZA DE MODO A FORMAR O SEU CORPO: TAL TAMANHO, TAL CABEÇA - LARGA OU ALONGADA -, TAL CAUDA, TAIS ESCAMAS - BRILHANTES E COLORIDAS OU ENTÃO OPACAS E CINZENTAS.
O MESMO SE PASSA CONOSCO: SOMOS PEIXES MERGULHADOS NO OCEANO DA VIDA E TORNAMO-NOS DE UM MODO OU DE OUTRO, CONFORME OS ELEMENTOS QUE ATRAÍMOS PARA FORMAR OS NOSSOS DIFERENTES CORPOS: FÍSICO, ASTRAL, MENTAL, ETC.
ENCONTRAIS, POR EXEMPLO, UM SER DEFICIENTE EM TODOS OS DOMÍNIOS: ISSO PROVÉM DAS SUAS ENCARNAÇÕES ANTERIORES NAS QUAIS, DEVIDO À SUA IGNORÂNCIA OU À SUA MÁ VONTADE, ELE ATRAIU ENTIDADES E CORRENTES NEGATIVAS QUE AGORA O ATORMENTAM E O MANTÉM PRISIONEIRO.
OUTROS, PELO CONTRÁRIO, ATRAÍRAM NAS SUAS ENCARNAÇÕES PRECEDENTES TODOS OS ELEMENTOS QUE AGORA FAZEM DELES SERES INTELIGENTES, CAPAZES, BELOS, QUE TODOS AMAM E ADMIRAM.
COMO VEDES, É IMPORTANTE CONHECERDES ESTA LEI DA AFINIDADE E PORDES-VOS IMEDIATAMENTE A TRABALHAR PARA ATRAIR PARTÍCULAS TÃO LUMINOSAS, QUE TUDO EM VÓS COMEÇARÁ A MELHORAR.
OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV
Enviado via iPad
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Ser transparente -Vania Vieira
Bsb,2013.
Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sente. Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir os imensos e grossos muros que nos empenhamos tanto para levantar.
Ser transparente é permitir que toda a nossa doçura aflore, desabroche, transborde! Mas, infelizmente, quase sempre, a maioria de nós decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza que exporia toda a fragilidade humana. Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam do mais profundo do nosso ser.
Preferimos perder-nos numa busca insana por respostas imediatas a simplesmente entregar-nos e admitir que não sabemos, que temos medo! Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim, manter uma imagem que nos dê a sensação de protecção.
E, assim, vamos afogando-nos mais e mais em falsas palavras, em falsas atitudes, em falsos sentimentos. Não porque sejamos pessoas mentirosas, mas apenas porque nos perdemos de nós mesmos e já não sabemos onde está a nossa brandura, o nosso amor mais intenso e não contaminado.
Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro faz-nos perceber que já não sabemos dar -nem pedir- o que de mais precioso temos a compartilhar: doçura, compaixão, a compreensão de que todos nós sofremos, sentimo-nos sós, imensamente tristes e choramos (baixinho) antes de dormir, num silêncio que nos remete a uma saudade desesperada de nós mesmos, daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos a coragem de mostrar àqueles que mais amamos!
Porque, infelizmente, aprendemos que é melhor vingar, descontar, agredir, acusar, criticar e julgar do que simplesmente dizer: está a deixar-me triste, Pode parar, por favor?
Porque aprendemos que dizer isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro. Quando, na verdade, se agíssemos com o coração, poderíamos evitar tanta dor. Sugiro que deixemos explodir toda a nossa doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencível.
Que consigamos não tentar controlar tanto, responder tanto, competir tanto que consigamos docemente viver, sentir, amar. E que seja não só razão mas também coração, não só um escudo, mas também sentimento.
domingo, 19 de janeiro de 2014
Palácio Flutuante do Graal-Vânia Vieira.Sintra, 2010.
Quando se chega a Sintra assaltam-nos memórias do passado. Jardins, palácios, o perfil da serra a abraçar o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena, majestoso, flutuando no Monte da Lua. É, ainda, Monserrate (o sonho e a obra de Byron e Cook), rendilhado, orientalista, exótico, colorido, circundado por jardins que só por um caprichoso lapso dos deuses ainda não foi descoberto por pesquisadores do passado e, por isso, não desmaiaram já de emoção ao sentirem-se dentro do Éden Terreno. São as chaminés ímpares do Palácio da Vila, visitado por largos milhares de turistas que vindos de todos os cantos do Mundo, durante o ano, se rendem totalmente à beleza desta paisagem que se espraia até ao Atlântico. É tanto azul, tanto verde, que embriaga nossos sentidos.
Quando o comboio bamboleia na curva da Portela e lá em cima, no cume da Serra, surge o perfil do antigo mosteiro dos monges de S. Jerónimo, Nossa Senhora da Pena, fundado por D.Manuel (quase destruído no terramoto de 1755), não imagina que lá de cima, um dia, o Rei espreitou a frota de Vasco da Gama, no seu regresso da India. Mais tarde seria D.Fernando II que, ao adquirir em hasta pública as ruínas do mosteiro, o mandou restaurar a um engenheiro militar, o alemão Eschwege, em 1839, construindo um castelo que ainda hoje mostra as magníficas linhas arquitetônicas das construções árabes, o estilo mudéjar de Espanha e o romantismo alemão.
Enquanto o comboio continua a serpentear pela linha e o fim dela se aproxima, instala-se no passageiro uma espécie de ansiedade. Ele sabe que está a entrar num reino especial ao qual em 1848, o conde Raczynski, famoso critico de arte, dizia: os arqueólogos do ano 2245 quebrarão a cabeça quando quiserem fixar a época das diferentes construções da Pena. Talvez seja por isso mesmo, por essa miscelânea de concepções que o Palácio Flutuante do Graal, continua a deslumbrar. E, curioso, com o passar dos anos consegue ir a espaços secretos (por certo) arrebatar uma vitalidade que o torna cada vez mais esplendoroso. Subir a rampa de acesso e olhá-lo cá de baixo, cuidado, a emoção é muita. É mágico. Quando chega ao pátio e se aproxima do belíssimo muro debruçado para o Infinito, não dá para descrever. É estonteante.
A paisagem matizada emociona, virada para qualquer que seja o lado. É encanto puro a salpicá-la naquele espaço, diz-se com espólio dos Templários, imortalizado por pintores, reis, escritores, artistas. Sintra é um império de sonhos. Seja qual for o capricho dos seus dias. Há nevoeiros intensos, brumas enigmáticas, brisas acariciadoras. Há miragens quando Sintra se envolve em neblinas e ostenta altiva e sensual mantos que flutuam ao sabor da imaginação porque, em Sintra, a realidade é invenção! O diferente, são os cânticos que ecoam pelos palácios, pelas ladeiras que lembram São Luís, pelos recantos da memória e reanimam vidas que se projetam noutras dimensões do espaço e descem, mansamente, as escadas do tempo e chegam aos locais de saudade. Em Sintra há sopros de ventos, embalando a sabedoria dos deuses: silenciosos, sublimes e supremos. As vibrações são poderosas porque Sintra é um Império de sonhos unido-se ao respirar dos céus.
sábado, 18 de janeiro de 2014
A vida não é fácil, nem sempre é justa e, raramente, é pacífica: em sentimentos, em esperanças, em certezas, em metas, em ambições. Viver tem o seu custo e a fatura frequentemente é alta. Demasiado alta, mas, é vida! Tem o borbulhar oxigenado da respiração que nos alimenta, que nos invade e nos glorifica. Por vezes a vida assemelha-se a uma longa pista de obstáculos que têm de ser ultrapassados (de preferência vencidos) com roupa de gala e sapatos de pelica, não há tempo para o conforto e a informalidade, mesmo que a transpiração seja excessiva, o coração assuma o ritmo de tambor e a respiração seja luxo de audazes.
Portanto, a vida é pródiga em tirar-nos o sono e em provocar voltas e reviravoltas na nossa existência. E, por vezes, a sufocação é tão intensa que para respirar bem há que fazer a travessia no deserto. Há que alargar o espaço que nos envolve e procurar distâncias para pensar, para respirar, para readquirir a boa forma ameaçada. Pode ser nas areias abrasadoras ou nos oásis refrescantes. Pode ser onde quisermos, se quisermos querer.
Por lá andamos a encher-nos de luz, aquela que nos abre o espírito e amacia o coração, que nos devolve o sorriso e a confiança guardado no bolso direito de um casaco muitas vezes esquecido. Por lá enterramos nas areias frescas de um oásis verdejante as humilhações silenciosas ou públicas que engolimos como sapos em noites de Verão.
Enterramos enganos e desenganos, enterramos raivas e decepções, enterramos mentiras, mistificações, enjoos, heroicidades e desmotivações. E, enterramos, principalmente, traições, incompreensões, batalhas perdidas e visões renegadas. No deserto ou na cosmopolitidade de uma qualquer cidade turbilhante, reergemo-nos, lenta e sofridamente, dia após dia até, ao dia decisivo de voltar às pistas longas, de obstáculos caprichosos, armadilhados. Mas aí, nesse regresso, volta-se qual Adónis feito homem, não pela beleza mas pelo conjunto de visões lúcidas que é necessário partilhar. E quando o desejo rasga as improbalidades ressurge-se com a boa forma que causa admiração e perplexidade. Aí, acaba-se por marcar o primeiro ponto positivo num jogo que não se programou jogar...Vania Vieira , 2013.
"O rio atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar obstáculos".
(Lao-Tse)
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