sábado, 9 de outubro de 2010

MATURIDADE ESPIRITUAL-Pense nisso!

Durante a infância, o ser humano experimenta a fase do egocentrismo. Acredita que o mundo gira em torno dele próprio.
A criança espera que tudo seja do jeito que gosta.
Acredita ter direito ao melhor presente, à comida preferida e exige a atenção da família toda para si.
É possível estabelecer uma comparação entre essa fase natural da evolução física e a evolução espiritual.
Afinal, homens são Espíritos que temporariamente vestem um corpo de carne.
Enquanto um homem tem a atenção focada em seus prazeres e necessidades, ele está na infância espiritual.
Por mais antigo que seja, ainda não atingiu a maturidade.
Considera absolutamente necessário defender seu espaço e fazer valer suas prerrogativas.
Como uma criança, entende ser justo o que o beneficia.
Assim é o discurso infantil a respeito da justiça.
Qualquer pequeno dever é injusto.
A mínima contrariedade representa opressão.
Já as vantagens todas, por grandes que sejam, são naturais.
A maturidade espiritual revela-se por uma diferente compreensão do justo.
O olhar já não está todo em vantagens e desejos.
Não há mais a percepção de que o mundo precisa atender todas as suas necessidades.
Gradualmente, o homem compreende que o direito nasce do dever bem cumprido.
Ele também entende que a vida em sociedade pressupõe renúncia.
Não é possível que todos realizem as próprias fantasias.
Se isso ocorresse, haveria o caos.
Há necessidade de limites e de concessões para a harmonia social.
O homem maduro aprende a prestar atenção nos direitos dos outros, pois o ideal do justo já despertou nele.
Sabe que a justiça é uma arte que implica dar a cada um aquilo que é seu.
Por isso, não avança no patrimônio do semelhante.
Não quer vantagens inapropriadas e nem aceita privilégios que os demais não podem ter.
Compreende que a família do próximo é tão respeitável quanto a dele.
Sabe que o patrimônio público é sagrado, pois voltado ao atendimento das necessidades coletivas.
Respeita profundamente a honra e as construções afetivas dos outros.
Seu senso ético não lhe permite baixezas, razão pela qual também tem a própria honra em grande conta.
O espetáculo das misérias humanas revela o quanto ainda são imaturas as criaturas, sob o prisma espiritual.
Entretanto, todas serão conduzidas à maturidade, pelos meios infalíveis de que a vida dispõe.
Cedo ou tarde, compreenderão quão pouco adianta amealhar bens e posições à custa da própria dignidade.
Quem se permite baixezas tem um despertar terrível, após a morte do corpo.
Assimila que, na cata de vantagens, se tornou um mendigo na verdadeira vida.
Percebe que sacrificou o permanente pelo transitório e perdeu tempo, pois terá de recomeçar o aprendizado.
Pense nisso.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Oração essênia pela Mãe Terra.

“Abençoado seja o Filho da Luz

que conhece sua Mãe Terra,

pois é ela a doadora da vida.
Saibas que a sua Mãe Terra está em ti e tu estás Nela.
Foi Ela quem te gerou e que te deu a vida
E te deu este corpo que um dia tu lhe devolvas.

Saibas que o sangue que corre nas tuas veias
Nasceu do sangue da tua Mãe Terra,
o sangue Dela cai das nuvens, jorra do ventre Dela
borbulha nos riachos das montanhas
flui abundantemente nos rios das planícies.

Saibas que o ar que respiras nasce da respiração da tua Mãe Terra,
o alento Dela é o azul celeste das alturas do céu
e os sussurros das folhas da floresta.

Saibas que a dureza dos teus ossos foi criada dos ossos de tua Mãe Terra.
Saibas que a maciez da tua carne nasceu da carne de tua Mãe Terra.
A luz dos teus olhos, o alcance dos teus ouvidos
nasceram das cores e dos sons da tua Mãe Terra
que te rodeiam feito às ondas do mar cercando o peixinho.

Como o ar sustenta o pássaro
em verdade te digo, tu és um com tua Mãe Terra
ela está em ti e tu estás Nela.
Dela tu nasceste, Nela tu vives e para Ela voltará novamente.

Segue, portanto, as Suas leis
pois teu alento é o alento Dela.
Teu sangue o sangue Dela.
Teus ossos os ossos Dela.
Tua carne a carne Dela.
Teus olhos e teus ouvidos são Dela também.

Aquele que encontra a Paz na sua Mãe Terra
não morrerá jamais,
conhece esta Paz na tua mente
deseja esta Paz ao teu coração
realiza esta Paz com o teu corpo.”

Evangelho dos Essênios

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Nossa vida nós construimos...

Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível nessa nossa construção.
Depois, com surpresa, nós descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.
Tu és o pedreiro.
Todo dia martelas pregos, ajustas tabuas e constróis paredes.
Alguém já disse que: "A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" em que vais morar amanhã.
Portanto construa com sabedoria!

Livros , parte de minha tecitura-Vania Vieira.

Um dos muitos livros dos quais sou feita-Vania Vieira
...
Não, apesar do título acima eu não sou uma mulher fragmentada...nem uma bonequinha de papel reciclado que vai se mudando as roupinhas,nem um manequim ou escultura de papier-machè. Sou de carne e osso, não tenham/tenho dúvidas.
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Mas a minha alma, meu ego, meu self, meu psiquismo, minha mônada (ou seja lá como queiram chamar a contraparte do meu eu físico, aquilo que em mim realmente importa), esta sim, foi construída ao longo da minha vida com os blocos dos ensinamentos dos meus pais e avós da educação formal, com a ferragem das experiências pessoais e a argamassa da idéias que conheci ao ler livros, muitos livros.
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Um dos que mais me tocou, na época em que o li pela primeira vez, foi “O PROFETA” de Gibran Khalil Gibran. Lá eu encontrei, expressas em palavras claras e muito bem alinhavadas, idéias profundas e belas, poeticamente apresentadas aos olhos dos leitores, quase que respostas aos meus questionamentos pessoais na época. Ler este livro me levou a muitos vôos reflexivos, me proporcionou muitas horas de meditação a respeito dos temas apresentados e inúmeros momentos de conversas agradáveis com amigos.
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E assim, por ter visto neste livro beleza, utilidade e verdade, desejo partilhar com vocês dois pequenos capítulos, onde são abordados dois temas da nossa vida cotidiana, o conhecimento de si próprio e o ensino.
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Mas não se atenham a estes trechinhos, sugiro que vocês leiam o livro todo algum dia, pois tenho certeza de que vocês irão apreciar muitíssimo cada um dos seus capítulos. Vamos lá:
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“E um homem disse: -"Fala-nos do conhecimento de si próprio."
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E ele respondeu, dizendo:
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-"Vosso coração conhece em silêncio os segredos dos dias e das noites; mas vossos ouvidos anseiam por ouvir o que vosso coração sabe, desejais conhecer em palavras aquilo que sempre conhecestes em pensamento. Quereis tocar com os dedos o corpo nu de vossos sonhos. E é bom que o desejeis.
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A nascente secreta de vossa alma precisa brotar e correr, murmurando para o mar, e o tesouro de vossas profundezas ilimitadas precisa revelar-se a vossos olhos. Mas não useis balanças para pesar vossos tesouros desconhecidos e não procureis explorar as profundidades de vosso conhecimento com uma vara ou uma sonda, porque o Eu é um mar sem limites e sem medidas.
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Não digais: 'encontrei a verdade.' Dizei de preferência 'Encontrei uma (minha) verdade.'
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Não digais: 'Encontrei o caminho da alma.' Dizei de preferência: 'Encontrei a alma andando em meu caminho.' Porque a alma anda por todos os caminhos. A alma não marcha em linha reta nem cresce como um junco. A alma desabrocha, qual um lótus de inúmeras pétalas".
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Então, um professor disse: "Fala-nos do ensino."
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E ele respondeu, dizendo:
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-"Homem algum poderá revelar-vos senão o que já está meio adormecido na aurora do vosso entendimento. O mestre que caminha à sombra do templo, rodeado de discípulos, não dá de sua sabedoria, mas sim de sua fé e de sua ternura.
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Se ele for verdadeiramente sábio, não vos convidará a entrar na mansão de seu saber, mas vos conduzirá antes ao limiar de vossa própria mente.
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O astrônomo poderá falar-vos de sua compreensão do espaço, mas não vos poderá dar a sua compreensão. O músico poderá cantar para vós o ritmo que existe em todo o universo, mas não vos poderá dar o ouvido que capta a melodia, nem a voz que a repete. E o versado na ciência dos números poderá falar-vos do mundo dos pesos e das medidas, mas não vos poderá levar até lá.
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Porque a visão de um homem não empresta suas asas a outro homem. E assim como cada um de vós se mantém isolado na consciência de Deus, assim cada um deve ter sua própria compreensão de Deus e sua própria interpretação das coisas da terra."
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E assim, termino a hoje com um pensamento do meu também amado Nietzsche (é gente, Fernando Pessoa divide seu trono de predileto no meu coração com alguns outros autores que também admiro bastante!), um filósofo que através das suas idéias também faz, e em alto grau, parte daquilo que eu sou hoje, dos meus inúmeros fragmentos.
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Esta frase abaixo,para mim é reflexiva...porque muitas vezes fui considerada “insana” pelos surdos de plantão, por aqueles que só ouvem aquilo que as grandes massas proclamam repetidamente, fechando seus ouvidos ao novo, ao ousado, ao original e necessário (tudo aquilo que me move).

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"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não conseguiam escutar a música". (Friedrich Nietzsche)

sábado, 2 de outubro de 2010

Sozinha?Opção ou nào?Silvia M.

Ser sozinha no século XXI é mais uma opção pessoal do que a falta da mesma. Muitas mulheres atualmente fazem esse tipo de escolha. Principalmente, quando descobrem que não precisam trocar de mantenedor ou protetor após saírem da casa dos pais ou se divorciarem ou mesmo quando ficam viúvas. A mulher de hoje, muito mais facilmente percebe que pode estar no comando de sua própria vida.

O estar só, dentro deste contexto, pode significar um momento de entressafra onde a mulher, por opção, pode decidir se quer ou não ter um parceiro. A diferença brutal de antigamente para os dias atuais é que a mulher bem resolvida sabe que não necessita de um homem a tiracolo para ter um lugar no mundo. Ela mesma pode e faz o seu lugar, bem como seu status social. O mundo, agora, principalmente nas grandes metrópoles, não mais instiga, como antes, que a mulher seja submissa ou que tenha que depender de um homem para sustentá-la.

O fato de a mulher estar sozinha não implica numa circunstância de tempo de duração, mas, sim, no aspecto emocional e condicionamentos culturais. Note que isso não é uma apologia sobre os benefícios de se estar só. Tanto a mulher, como o homem, quando inteiros, podem escolher ter um companheiro de jornada autêntico, que não esteja embolado em meio a uma linha cruzada de projeções recíprocas embasadas nas necessidades pessoais de cada um.

Por outro lado, num processo de solidão involuntária, existe a oportunidade para que o sexo feminino dinamize o seu lugar no mundo, incluindo pesquisa acurada sobre si mesmo. Imagine-se num relacionamento de anos, algo abrupto ocorrendo onde repentina e inexoravelmente você se encontra só. O que fazer nessas ocasiões?

- O primeiro passo seria observar o quanto de si mesmo estava no parceiro e aos poucos ir resgatando pedaços cedidos. Simultaneamente, parar para refletir sobre o quanto vivia em função da relação. Por fim, buscar conhecer sua própria identidade que, na certa, independe de qualquer relacionamento. Essa jornada interior requer cuidado especial e amorosidade consigo mesmo, nunca pena.

Pesquisar gostos pessoais pode ser o prenúncio de um bom começo.

A solidão involuntária, seja por qual motivo tiver acontecido, é excelente momento para que um desenvolvimento interior mais profundo aconteça. Pode até ser um ponto de partida em que novas habilidades surjam e um preparo, dependendo da situação de vida, para que a mulher reveja o que deseja conquistar num próximo relacionamento.

Muitas vezes um processo terapêutico é bastante indicado no sentido de abrir amplo espaço para que o autoconhecimento se instale em meio a dinamismo e clareza. E em determinados casos, para que uma depressão maior não se instale. Não devemos desprezar as mudanças de vida. Se a pessoa tem uma identidade construída no outro, ficar só repentinamente pode ser desastroso. Equilibrar-se novamente requer tempo, necessidade de apoio e ajuda de amigos.Lembrando novamente que bom processo terapêutico também é bem vindo.

Uma das premissas para checar se a solidão passou dos níveis de suportabilidade é verificar como estão os contatos com amigos e outros. Se estes estiverem reduzidos demais, o alerta se faz importante. Quando se perde a motivação para sair, encontrar com pessoas ou atividades de interesse pessoal, também.
Além disso, ficar atenta o nível de alegria. Às vezes a pessoa pode estar deprimida, sem se dar conta. Não é porque não se encontra jogada numa cama, sem ânimo, que não se encontra em estado depressivo. A vida acontece em ambientes relacionais e sempre crescemos por intermédio das nossas relações. Momentos de solidão e de encontro consigo mesmo são extremamente importantes para que nós possamos dar significados a nós mesmos; quando em excesso, porém, esses mesmos significados, correm o risco de se perderem.
Tanto a solidão voluntária, como a involuntária pode ser um forte disparador de questionamentos a ponto de levar a mulher a se conhecer de modo diferenciado. As que pegam carona nesses questionamentos têm a oportunidade de construir fortalecimento inquebrantável. A questão é saber como trabalhar com o novo e saber tirar proveito.

Nós, mulheres, somos provedoras, não ao contrário, como nos foi ensinado. Isso me faz lembrar o livro de Rianne Eisler quando conta sobre nossa história e relata como nossas forças arquetípicas foram invertidas e que, agora, novamente estamos clamando e conquistando de volta nossos lugares primordiais.

Quem souber pegar essa onda e incorporar de volta o que já é nosso, pode se beneficiar tremendamente num caminho de capacitação e segurança de si mesmo, sem retrocessos. Como exemplo disso, em seu livro, Rianne revela que a mulher primitiva era muito reverenciada em todos os seus tempos de vida. Quando menstruava, freqüentemente, deixava escoar seu sangue na terra, para que a sua força pudesse arar dando boa colheita. Quando engravidava, a mesma força do seu sangue servia na crença popular, para alimentar o nenê que estava sendo gerado... E, finalmente, quando entrava na menopausa, seu sangue e poder permaneciam definitivamente com ela tornando-a, por conseqüência, a velha sábia a quem todos reverenciavam pedindo conselhos.

Cabe a nós, mulheres do século XXI, resgatarmos nossas raízes. Sozinha ou não, você está pronta? Habilite-se e procure o que for necessário para entrar em contato com a sua força matriz. Só não fique parada, busque, ouse e conquiste-se.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Conspiração Espiritual-sem autoria.

CONSPIRAÇÃO ESPIRITUAL SILENCIOSAMENTE EM ANDAMENTO

Na superfície da Terra exatamente agora há guerra e violência e tudo parece negro.
Mas, simultaneamente, algo silencioso, calmo e oculto está acontecendo e certas pessoas estão sendo chamadas por uma luz mais elevada.
Uma revolução silenciosa está se instalando de dentro para fora. De baixo para cima.

É uma operação global.
Uma conspiração espiritual.
Há células dessa operação em cada nação do planeta.

Vocês não vão nos assistir na TV.
Nem ler sobre nós nos jornais.
Nem ouvir nossas palavras nos rádios.

Não buscamos a glória.
Não usamos uniformes.
Nós chegamos em diversas formas e tamanhos diferentes.
Temos costumes e cores diferentes.
A maioria trabalha anonimamente.
Silenciosamente trabalhamos fora de cena.
Em cada cultura do mundo.
Nas grandes e pequenas cidades, em suas montanhas e vales.
Nas fazendas, vilas, tribos e ilhas remotas.

Você talvez cruze conosco nas ruas.
E nem perceba...
Seguimos disfarçados.
Ficamos atrás da cena.
E não nos importamos com quem ganha os louros do resultado, e sim, que se realize o trabalho.

De vez enquanto nos encontramos pelas ruas.
Trocamos olhares de reconhecimento e seguimos nosso caminho.
Durante o dia muitos se disfarçam em seus empregos normais.

Mas à noite, por atrás de nossas aparências, o verdadeiro trabalho se inicia.
Alguns nos chamam do Exército da Consciência.
Lentamente estamos construindo um novo mundo.
Com o poder de nossos corações e mentes.
Seguimos com alegria e paixão.

Nossas ordens nos chegam da Inteligência Espiritual e Central.
Estamos jogando bombas suaves de amor sem que ninguém note; poemas,
abraços, músicas, fotos, filmes, palavras carinhosas, meditações e
preces, danças, ativismo social, sites, blogs, atos de bondade...

Expressamos- nos de uma forma única e pessoal.
Com nossos talentos e dons.
Sendo a mudança que queremos ver no mundo.
Essa é a força que move nossos corações.
Sabemos que essa é a única forma de conseguir realizar a transformação.
Sabemos que no silêncio e humildade temos o poder de todos os oceanos juntos.
Nosso trabalho é lento e meticuloso.
Como na formação das montanhas.

O amor será a religião do século 21.
Sem pré-requisitos de grau de educação.
Sem requisitar um conhecimento excepcional para sua compreensão.
Porque nasce da inteligência do coração.
Escondida pela eternidade no pulso evolucionário de todo ser humano.
Seja a mudança que quer ver acontecer no mundo.
Ninguém pode fazer esse trabalho por você.

Nós estamos recrutando.
Talvez você se junte a nós.
Ou talvez já tenha se unido.
Todos são bem-vindos.
A porta está aberta.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

O Tempo-Vania Vieira

Uma História Muito Breve Sobre o Tempo


....O tempo não durou senão um instante em tua mente, sem nenhum efeito sobre a eternidade. E assim todo o tempo é o passado e todas as coisas são exatamente como eram antes que fosse feito o caminho para o nada. O diminuto tic-tac do tempo no qual foi feito o primeiro equivoco e todos eles dentro desse único, também continua a correção daquele equivoco e de todos os que vieram dentro do primeiro. E naquele instante diminuto o tempo desapareceu, pois isso foi tudo o que ele jamais foi.(UCEM)


Existe apenas um tempo, ou, em termos da ilusão, havia apenas um tempo. Você pegou esse tempo único e, assim como a ilusão do espaço , você dividiu e subdividiu em partes aparentemente infinitas, então , elas parecem diferentes ao invés da mesma; assim como você criou incontáveis pessoas que iriam parecer diferentes ao invés da mesma. O tempo e o espaço foram necessários porque tinha que haver um lugar no qual essas pessoas parecessem funcionar. Isso ajuda a encobrir o fato de que elas estão funcionando em um sonho.

....Em última instância, o espaço é tão sem significado quanto o tempo. Ambos são meramente crenças.

Para resumir, você projeta sua imagem corporal da mesma forma que projeta imagens enquanto está sonhando a noite . Sua mente está projetando um filme, então, em sua experiência , parece que os olhos do seu corpo estão vendo seu próprio corpo assim como os outros corpos – mas, na verdade é sua mente aparentemente separada de Deus que está vendo seus próprios pensamentos, projetados a partir de um nível diferente, oculto. Quando a mente retorna à totalidade , não existe separação de níveis e, portanto, nenhum filme sendo projetado e nem corpos para serem vistos . Seu corpo então desaparece do filme. Como tudo o mais , o corpo é uma experiência mental e não física. Ele nunca existiu!

(Desaparecimento do Universo-Gary R. Renard)

Mente em Movimento

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Esse amor em ti...Vania Vieira

Por alguns instantes,
fique em silencio ,
e medite na presença de Deus em ti.

Por alguns instantes ,
fique em silencio,
e medite na vida, na paz e no poder de Deus em ti.

Por alguns instantes,
fique em silencio,
e sinta esse todo esse amor em ti.

Em qualquer duvida ,
em qualquer pertubação e falta,
sente e fique em silencio.

Por alguns instantes,
nesse silencio, sinta o AMOR de Deus em voce.


Entrando nesse grande silencio,
voce sente o fluxo da vida ,
e penetra
num reino de gloria ,
que é a corrente de tudoque é a vida,
e nela há PAZ.

Então , nesse grande silencio ,
voce sentirá a graça e a LUZ de Deus em teu coração .

Plante um lindo jardim
e os passaros virão...
trarão VIDA ao teu coração.

Voce então , depois de tantas e tantas práticas,
depos de sentar e sentar e sentar
e conseguir relaxar e silenciar,
dirá :
Tudo está bem em meu interior...
tenho luz...vida...AMOR!

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Minha poesia-Vania Vieira

A minha poesia fala alto
quando está indignada,
sussurra doces palavras
quando está apaixonada,
desnuda e embala a alma
quando está solitária;
dança com o vento,
corre nos campos
e brinca na chuva,
voa alto com os pássaros e as nuvens,
mergulha nos oceanos
de paixões destrambelhadas
e enlouquecidas,
beija as flores,
poliniza almas e mentes
com emoções e idéias férteis,
cria novos mundos,
movimenta o universo,
ilumina as estrelas,
aquece os sóis,
reflete seus olhos,
descortina o amor,
enriquece paixões,
enaltece o espírito,
cativa corações e mentes,
busca aventuras
sonha fantasias,
recria a realidade
idealiza utopias,
muda a história
exorciza a dor
e se encontra no âmago
das mais profundas emoções,
te beija e te ama
mesmo sem você saber...

domingo, 30 de maio de 2010

A VERDADEIRA ALQUIMIA

Certa vez um andarilho apareceu numa aldeia da Idade Média. Dirigiu-se à praça central da cidade, anunciou-se como alquimista e disse que ensinaria como transformar qualquer tipo de metal em ouro. Algumas pessoas pararam para ouví-lo e começaram a proferir gracejos e ridicularizá-lo.

O estranho não se abalou com as chacotas, pediu um pedaço de metal e alguém lhe entregou uma ferradura, um outro lhe ofereceu um prego. O alquimista então pegou ambas as peças, e ainda sob as risadas dos incrédulos, colocou-as numa pequena vasilha e derramou sobre elas o conteúdo de um frasco que havia retirado de sua sacola. Permaneceu alguns segundos em silêncio e o fenômeno aconteceu: a ferradura e o prego tornaram-se dourados.

Uma sensação de espanto percorreu a multidão que se avolumava cada vez mais na praça. O alquimista levantou as peças de ouro para que todos pudessem admirar a transmutação. Um ourives presente no local pediu para examinar os objetos e foi atendido.

Em pouco tempo, revelou serem as peças de ouro puríssimo como nunca tinha visto. As pessoas agitaram-se e agora queriam ouvir.

O alquimista então pegou um grosso livro de sua sacola e disse estar nele o segredo da transmutação dos metais em ouro. Em seguida, entregou o livro a uma criança próxima e partiu tranqüilo. Ninguém o viu ir embora, pois todos os olhos mantiveram-se fixos no objeto nas mãos da criança.

Poucos dias depois, a maioria das pessoas possuía uma cópia do valioso manuscrito, assim a receita para produzir ouro passou a ser conhecida por todos.Contudo, a fórmula era complexa.

Exigia água destilada mil vezes no silêncio da madrugada e ingredientes que deveriam ser colhidos em noites especiais e em praias distantes. Era muito penoso ficar mil noites em silêncio esperando a água destilar. Além disso, procurar os outros ingredientes era muito cansativo.

No início todos puseram as mãos à obra, mas com o passar do tempo, as pessoas foram desistindo do trabalho. Diziam que a fórmula era apenas uma galhofa deixada pelo alquimista para mostrar como eram tolos.

As pessoas foram desistindo. E, à medida que desistiam, tentavam convencer os outros a fazerem o mesmo. Assim, muitos e muitos outros, influenciados pelos primeiros, também desistiram.

Mas, um pequeno grupo prosseguiu com o trabalho. Apesar de ridicularizados pelo resto da aldeia, continuaram destilando a água e fizeram várias viagens juntos à procura dos ingredientes da fórmula.

O tempo correu e a quantidade de histórias divertidas, de situações que eles passaram juntos, de mudanças pessoais de cada um desde que começaram a seguir a fórmula, cresceu. E o grupo dos aprendizes de alquimia tornou-se cada vez mais unido. Converteram-se em grandes amigos.

Até que em um mesmo dia, todos tinham começado juntos, e viraram a última página das instruções do livro, e lá estava escrito:

“Se todas as instruções foram seguidas, você tem agora o líquido que, derramado sobre qualquer metal, transforma-o em ouro. Entretanto, agora você já percebeu que a maior riqueza não está no produto final obtido, mas sim no caminho percorrido. O que nos torna infinitamente ricos não é a quantidade de ouro que conseguimos produzir, mas as conquistas que obtivemos em busca do tesouro: o conhecimento das riquezas como o amor, a amizade, a paciência, o perdão, a persistência, o valor dos sacrifícios feitos nessa busca. A transformação interior obtida: esta é a verdadeira alquimia".