Surpreende-me que haja tantas previsões catastróficas e que as pessoas as estejam levando a sério. Onde está o nosso bom senso?
O bom senso seria se as pessoas realmente compartilhassem os sentidos que elas têm em comum uns com os outros, incluindo habilidades intuitivas, seqüência telepática, faculdades intelectuais (raciocínio) e a consciência coletiva. Todas estas estão baseadas na compreensão natural da humanidade de si mesma. O bom senso é o espaço verdadeiro no qual todos os sentidos se unem. Este dado dos sentidos é então processado e imediatamente disponibilizado ao indivíduo, cuja percepção cumpre a função seguinte. Os indivíduos têm o senso comum baseado no que a sua própria experiência pessoal e social lhes têm mostrado. Uma vez que todas as várias sensações foram categorizadas, elas estão prontas para serem transmitidas ao grupo ou à consciência coletiva. Atualmente o termo senso comum se refere às crenças ou proposições que a maior parte das pessoas consideraria como prudentes e sensatas, sem dependência do conhecimento esotérico, estudo ou pesquisa. Então por que tantas pessoas levam as previsões catastróficas tão a sério?
A verdade simples é que a humanidade acredita na possibilidade de sua própria extinção. Ela testemunhou e até participou da extinção de outras formas de vida terrestre e estudou uma variedade de prováveis teorias para a extinção de alguns dos seus próprios antepassados. Seus livros sagrados sugerem que tanto as forças naturais quanto as não naturais, têm ou tiveram poder sobre vocês, e que vocês têm que lutar para progredir na vida. A escritura comum a várias religiões também fala de seres celestiais que trabalham incansavelmente em seu interesse, defendendo e preservando a sua vontade nesta vida e além. Os seres humanos são os únicos seres na terra que sabem que eles morrerão, e vocês esperam que a doença, a velhice ou uma catástrofe sem precedentes os levarão um dia a outro lugar. Este é um tempo de mudanças sem precedentes e não é surpresa que vocês estejam buscando precauções e preparações.
O ARGUMENTO CATASTRÓFICO
A memória celular coletiva da humanidade mantém registros de cada evento de sua história, incluindo aqueles que poderiam ser chamados de eventos catastróficos. Um evento catastrófico é uma ocorrência específica, plausivelmente verificável ou hipotética, que tem um efeito excepcionalmente destrutivo sobre a raça humana. Os eventos catastróficos hipotéticos incluem importantes rupturas na civilização humana, extinção da vida humana, destruição do planeta Terra e até mesmo a aniquilação do Universo.
Mais de 50% de vocês acreditam que pelo menos um destes cenários é possível, e uma porcentagem até maior acredita que tal evento seria provavelmente feito pelo homem. Os cenários catastróficos podem ser divididos em três categorias principais, ocorrências naturais, cenários artificiais e eventos sobrenaturais.
As ocorrências naturais poderiam incluir um evento geológico global, pandêmico, uma explosão de raios gama ou outra irradiação cósmica devastadora, uma re-orientação abrupta do eixo de rotação da Terra, uma diminuição ou um aumento drástico da liberação do poder do Sol, um evento de impacto, tal como uma colisão com um grande meteoro, asteróide ou cometa, uma súbita mudança nos fatores constantes físicos que governam o universo, a aproximação de um buraco negro, mudanças climáticas severas e mais. Um conhecimento superficial de eventos feitos pelo homem a serem considerados, incluem o esgotamento de recursos planetários importantes e necessários, uma guerra nuclear, química ou biológica, uma revolta cibernética, o aquecimento global incontrolado, o Grande Colisor (ou Colisionador) de Hádrons (é o maior acelerador de partículas do mundo, e a colisão é entre prótons), e mais.
Eventos sobrenaturais consistem de todas as outras possibilidades que não podem ser explicadas ou incluídas nas duas categorias anteriores, como um ato de retribuição divina ou uma purificação, e que poderia ser inspirado pelo Juízo Final ou outra circunstância religiosa.
Argumentos pró e contra os cenários catastróficos são quase tão antigos quanto a Terra, mas aumentam e caem na popularidade, de acordo com os dados empíricos, doutrina religiosa, descobertas arqueológicas, previsões e pressuposições, mudanças na contagem do calendário, e crenças espirituais ou místicas. A Humanidade está experienciando atualmente um momento de elevada sensibilidade sob este aspecto e a sua excitação e ansiedade continuarão a aumentar no futuro próximo. O ramo da filosofia mais preocupado com este fenômeno é apropriadamente denominado, Escatologia, que é o estudo do que se acredita como os eventos finais na história do mundo, ou o derradeiro destino da humanidade, também conhecido como o final do mundo ou o final dos dias. Curiosamente, as tradições místicas vêem o final do mundo metaforicamente, como o final da realidade comum e a reunião com o Divino. Em contrapartida, o destino derradeiro da humanidade é ensinado por muitas religiões tradicionais como um evento real, futuro, que foi profetizado em textos sagrados.
Distinções em períodos históricos e medições do tempo contribuíram também para as diferenças no significado teológico. Nas tradições místicas, o final do tempo diz respeito à fuga do confinamento de uma determinada realidade. Algumas religiões, por outro lado, cujas interpretações são mais literais, acreditam na destruição física do planeta e/ou todas as coisas vivas nele. Um sistema de crenças mais moderno e relacionado, apocalíptico, que inclui tanto os seguidores religiosos, quanto os seculares, acredita em uma violenta ruptura e destruição do mundo e na consumação, aperfeiçoamento e criação do próximo mundo. Tais crenças geralmente incluem a sobrevivência da raça humana em alguma nova forma, e em uma nova era.
O FENÔMENO 2012
Hoje o fenômeno 2012, tem sido o foco, e pelo menos nos próximos anos, qualquer desafio ou mistério associado à vida humana na Terra, de algum modo será atribuído ao fenômeno de 2012. Basicamente, o fenômeno de 2012 consiste em um conjunto de crenças e proposições que sugerem que um ou mais eventos transformadores ocorrerão no ano de 2012, com uma ênfase em 21 de Dezembro (solstício de inverno, aqui no Brasil é o solstício de verão), como o dia mais significativo do ano. O fenômeno 2012 não é novo e tem sido uma parte da especulação arqueastronômica humana(a arqueastronomia descobre aos poucos como os povos antigos sabiam a época certa para plantar, colher, fazer suas festas e os sacrifícios religiosos), desde pelo menos 3113 A.C., medido aproximadamente em anos astronômicos.
21 de Dezembro de 2012 é o último dia do quarto mundo no Calendário Maia de Longa Contagem, o final de um ciclo de 5.125 anos. Outras culturas Mesoamericanas Pré-Colombianas (Olmecas, Maias e Aztecas), usavam calendários semelhantes, e tinham crenças recíprocas sobre a criação e o propósito do calendário. Algumas destas incluem as datas da criação mítica, construções numerológicas e profecias de seres extraterrestres.
O calendário Maia incluía calendários e almanaques que eram usados para determinar qual era o dia, se era um dia civil ou cerimonial (divino), qual deus regia o dia, e como as colheitas poderiam prosperar em um determinado ciclo. É importante notar que o calendário Maia, como é chamado hoje, não se originou com os Maias, mas com os seus antepassados, os Toltecas, e com aqueles antes deles também. Uma versão do calendário levava em conta não somente a data, mas também a influência do tempo sobre o relacionamento linear com respeito ao passado distante e o longínquo futuro. De um ponto de partida mítico (origem), o calendário foi capaz de referir, ou prever com grande precisão, a relação de uma data com a outra, ou com o próprio calendário. É assim que eles chegaram em 21 de Dezembro, como o Final do Quinto Mundo. Os Maias também se mantinham informados dos ciclos lunares e dos ciclos de outros planetas, mais especificamente o de Vênus.
A cultura e o calendário Maia foram grandes professores para a humanidade, e um ponto específico de referência para os espiritualistas, para os pensadores da Nova Era, para os futuristas e outros estudantes da vida. A interpretação da Nova Era do fenômeno de 2012 está fortemente enraizada na cultura Maia, mas dividida em suas crenças. Enquanto alguns acreditam que a Terra e os seus habitantes (alguns ou todos) passarão por uma transformação física e espiritual que marcará o início da nova era, outros acreditam que a data de 2012 marca o início de um período destrutivo e apocalíptico de grande mudança, no qual a humanidade será mais dividida, desafiada adversamente pela natureza e outras forças e com um número muito reduzido. Ambas as idéias continuam a proliferar, produzindo teorias e conjeturas que desorientam, mistificam e assustam os pensadores lógicos e os teóricos irracionais também. Curiosamente, o Calendário Maia clássico não sugere ou prevê uma desgraça iminente ou catástrofes específicas de qualquer tipo. Até entre os Maias modernos há pouco consenso universal sobre o que, se alguma coisa, a data poderia significar ou trazer.
Tentativas por acadêmicos, tais como os astrônomos e cientistas naturais de dissiparem as teorias e rumores sobre 2012 foram quase totalmente sem êxito. Os estudiosos contemporâneos continuam a rejeitar as previsões apocalípticas, argumentando que a data é muito irrelevante e que o material aceitável ou disponível da fonte, é escasso, contraditório e sem fundamento. Os receios ligados à elite intelectual sobre 2012 com aqueles que surgiram por volta do ano 2000, citam esta referência como uma análise adequada do fenômeno, e, entretanto, o fenômeno persiste. Por quê?
O PRINCÍPIO DA ADAPTAÇÃO
A evolução humana está amplamente baseada na adaptação física e psicológica, uma concepção relativista que explica saltos na consciência coletiva, assim como novas eras ou ciclos. A adaptação leva a mudanças, tanto nas crenças quanto no comportamento, e auxilia a humanidade a ir além dos limites da racionalidade, o que, por sua vez, permite que a humanidade resolva questões recorrentes sobre a descendência (linhagem) humana e os problemas atuais de natureza ambiental. Comportamentos e emoções que sejam universais ou pelo menos que envolvam dois ou mais grupos culturais tendem a refletir maiores resultados. Portanto, quando grandes grupos de humanos começam a acreditar e a agirem de modos novos e diferentes, mesmo irregulares e erráticos, surge um novo material genético e biológico, cuja percepção leva à expansão de todas as coisas, incluindo uma compreensão mais profunda do mundo em que se vive, do tamanho e da extensão do universo, e do relacionamento individual com Tudo O Que É.
O efeito contínuo das representações do telescópio Hubble do universo sobre a humanidade é um exemplo vivo deste princípio da adaptação. Considerem por um momento como a sua percepção do cosmos mudou. Hubble ensinou à humanidade que os planetas extra-solares são muito comuns e afastou a idéia de que o nosso Sol seja incomum por ter planetas. Na verdade, seria justo dizer que a Terra é um planeta relativamente comum, que orbita em uma estrela relativamente comum, em uma galáxia comum, uma de inúmeras outras neste universo em um múltiplo universo até maior que um dia se fundirá com todo o universo. A humanidade aprendeu que não é simplesmente um observador privilegiado do universo. Ela é parte da biosfera da Terra, não acima dela, abaixo dela ou exclusiva a ela. Esta compreensão é uma chave importante para outros saltos próximos na consciência e na evolução.
SALTOS NA EVOLUÇÃO
O início de um salto evolutivo pode ser um momento difícil e inconsistente para a humanidade. Ele cria grandes lacunas que a humanidade deve enfrentar incluindo algumas, mas não todas as anomalias físicas e psicológicas que vocês estão atualmente passando. Um aumento marcante da melancolia e da depressão é uma, pois há uma diminuição na estabilidade do dia presente e da recordação de memórias passadas, da orientação física e/ou sexual, um interesse preocupante pelo meio físico, um sentimento geral de carência de tudo, do bem estar aos recursos físicos e econômicos, uma visão pessimista ou obscura do futuro, o aumento do medo, da ansiedade, e até pânico em relação aos desafios normais da vida. Embora estes não sejam mais do que sintomas da mudança, eles estão, contudo, sobrecarregando o sistema nervoso central e perturbando a própria personalidade.
Os saltos evolutivos também desencadeiam mudanças na natureza e na estrutura da realidade. A realidade é o que vocês chamam de sua existência na Terra. Ela consiste de tudo o que existe em sua vida ou o que lhes acontece. Sua realidade lhes permite que vocês se sintam autênticos e vivos. Durante um salto evolutivo o futuro de sua (desta) realidade, é possível, mas não necessariamente provável, porque vocês estão explorando simultaneamente outras linhas do tempo, dimensões e potenciais para o crescimento. Quando a certeza de um futuro não é garantida, outros futuros existem como possibilidades. Eles se tornam reais, existem no mesmo momento que vocês e operam sob as mesmas leis variáveis que vocês. Esta é uma descrição muito precisa do que vocês estão atualmente passando, e por que o céu é o limite onde as suas incertezas são preocupantes.
Aqueles com uma habilidade de “verem” além do comum, assim como aqueles que canalizam, interpretam, ou de outra maneira divina o que permanece oculto ou invisível para outros, não estão isentos das armadilhas e lacunas que existem no momento presente. Isto inclui os oráculos, os videntes, os místicos, os filósofos, os visionários, assim como aqueles que interpretam sonhos para si mesmos ou para outros, e mais. De fato, poderia ser argumentado que aqueles que se reuniriam sob esta bandeira, sejam até mais suscetíveis ao terremoto da realidade do que outros. Um terremoto da realidade é o que acontece a uma realidade que foi excessivamente estressada, deturpada ou comprometida por outra força, natural ou não. Tais influências incluem, mas não estão limitadas aos sistemas de crenças, cruzamentos e linhas do tempo exclusivas, dimensões, novas descobertas e revelações. Sob o efeito destas novas influências, a primeira realidade não mais pode existir em sua forma atual, nem sustentar ou manter a estrutura original da qual ela foi criada. Um terremoto provocado por uma ou mais influências forçou agora uma modificação da realidade original em parte ou no todo. A estrutura original, que agora contém menos material das quais as realidades são feitas, nunca poderá ser recuperada ou restaurada; ela foi alterada para sempre.
Onde entram os profetas e as profecias? Eles são a cola que ajuda a preencher as rachaduras no ovo cósmico. Eles oferecem pontes daqui para lá, se houver onde vocês queiram ir. Suas crenças os levarão a quase qualquer lugar, mas sempre é melhor decidir por si mesmos, se possível. Gostem disto ou não, vocês estão agora na última trilha da descoberta e desenvolvimento de todas as suas faculdades. É o momento de colocar em prática tudo o que vocês estudaram e aprenderam durante os vários milênios do tempo. Permitam aqueles que vociferam e tremem que o final está próximo a entrar em colapso sob o peso de suas próprias palavras. Sejam conduzidos, se quiserem, mas não enganem se possível. O final está tão próximo quanto o próximo início. É simplesmente uma questão de virar a página com uma ânsia de experimentar o que vem em seguida. Eu lhes afirmo que a mudança é inevitável e a evolução é irrevogável. Entreguem-se ao obsoleto, aceitem o novo e esperem a próxima experiência com um coração aberto e uma mente aberta.
“O SOL IRRADIA CALOR EM TODAS AS DIREÇÕES. A LUA TEM TANTAS FACES QUANTO HÁ OPORTUNIDADES PARA A PAZ” – GAIA
Pepper Lewis e o Planeta da Paz.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Vida Eterna=Vania Vieira
Lá no Reino Encantado mora um índiozinho criança de nome Luz de Prata.
Em noites de lua cheia este pequeno menino não deixa passar a oportunidade de ir se banhar em seus raios prateados.
Sobe a colina, e entre as milenares árvores faz uma pequena fogueira para se aquecer, com os gravetos que encontra espalhado.
E por lá fica, reabastecendo- se da energia que a Lua lhe envia, durante toda noite e madrugada, retornando para sua aldeia apenas quando a luz do Sol chega.
Atravessa calmamente as terras do Reino Encantado, colhendo flores que encontra pelo caminho, com as quais presenteia sua mãe Raio de Sol.
Naquele dia, ao chegar em sua oca, por lá encontrou a Rainha Menina que estava dizendo :
- Vim trazendo uma notícia que fará cada coração ficar triste.
- Do que se trata Rainha Menina ? perguntou Raio de Sol.
- A índiazinha Luz da Vida partiu para a grande viagem.
Sem entender direito o que seria, perguntou o índiozinho criança:
- Viajou sem se despedir de mim ?
- O tempo dela aqui na aldeia terminou – respondeu sua mãe, entre lágrimas.
- E para onde ela foi ?
- Foi para a casa do Grande Criador, Deus Tupã.
- Nunca mais vou poder ver Luz da Vida ?
- Vai sim, ela está viva dentro de você – respondeu Rainha Menina. Ela plantou amor no teu coração e permanecerá viva dentro dele.
- Sim, mas não poderei vê-la com meu olhos.
- Poderá sim – continuou Rainha Menina - Tupã permite que nos vejamos nos sonhos. E Sua sabedoria é tão grande que também nos permite voltar outra vez para este mundo.
Despedindo-se, a Rainha Menina se afastou, voltando com vagar para o Reino Encantado.
Meses se passaram, e eis que certo dia Raio de Sol dá a luz a uma linda menininha. Foi quando o indiozinho Luz de Prata perguntou :
- Pode ser Luz da Vida que esteja voltando ?
- Sim, pode ser.
- E como iremos chamar minha irmãzinha ?
Emocionada, Rainha Menina respondeu:
- Foi-me dada a honra de escolher o nome. E ela irá se chamar
« Vida Eterna »
Em noites de lua cheia este pequeno menino não deixa passar a oportunidade de ir se banhar em seus raios prateados.
Sobe a colina, e entre as milenares árvores faz uma pequena fogueira para se aquecer, com os gravetos que encontra espalhado.
E por lá fica, reabastecendo- se da energia que a Lua lhe envia, durante toda noite e madrugada, retornando para sua aldeia apenas quando a luz do Sol chega.
Atravessa calmamente as terras do Reino Encantado, colhendo flores que encontra pelo caminho, com as quais presenteia sua mãe Raio de Sol.
Naquele dia, ao chegar em sua oca, por lá encontrou a Rainha Menina que estava dizendo :
- Vim trazendo uma notícia que fará cada coração ficar triste.
- Do que se trata Rainha Menina ? perguntou Raio de Sol.
- A índiazinha Luz da Vida partiu para a grande viagem.
Sem entender direito o que seria, perguntou o índiozinho criança:
- Viajou sem se despedir de mim ?
- O tempo dela aqui na aldeia terminou – respondeu sua mãe, entre lágrimas.
- E para onde ela foi ?
- Foi para a casa do Grande Criador, Deus Tupã.
- Nunca mais vou poder ver Luz da Vida ?
- Vai sim, ela está viva dentro de você – respondeu Rainha Menina. Ela plantou amor no teu coração e permanecerá viva dentro dele.
- Sim, mas não poderei vê-la com meu olhos.
- Poderá sim – continuou Rainha Menina - Tupã permite que nos vejamos nos sonhos. E Sua sabedoria é tão grande que também nos permite voltar outra vez para este mundo.
Despedindo-se, a Rainha Menina se afastou, voltando com vagar para o Reino Encantado.
Meses se passaram, e eis que certo dia Raio de Sol dá a luz a uma linda menininha. Foi quando o indiozinho Luz de Prata perguntou :
- Pode ser Luz da Vida que esteja voltando ?
- Sim, pode ser.
- E como iremos chamar minha irmãzinha ?
Emocionada, Rainha Menina respondeu:
- Foi-me dada a honra de escolher o nome. E ela irá se chamar
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domingo, 17 de janeiro de 2010
DIA DO AMIGO-18 de abril de 2012-Gracias a la vida, que mi ha dado tanto...
Quando meus Irs.`., MEUS AMIGOS fraternais, os que fazem parte do meu espaço mais interior e sagrado, surgiram em minha vida, eles se tornaramm fontes de compreensão, amizade, ética, fraternidade, acolhimento e amor...na verdade desde entào são parte do meu Paraíso. Meu Paraíso particular é assim: tem dias claros, muitas bibliotecas, espaços limpos e amplos cheios de seres
pensantes e inteligentes, bondosos e compreensivos, com os quais eu posso conversar por horas e horas, exercitando minhas habilidades de reflexão e convívio fraternal...
Mas, em meu Paraíso interno tem também um silêncio onipresente, quase sagrado, que é ocasionalmente entrecortado por melodias suaves e harmônicas, do tipo que faz bem à alma.
Na verdade, eu encontro esse paraíso na Terra em raríssimas e sagradas ocasiões, ocasiões especialíssimas, diga-se de passagem...e é nele que reabasteço minha alma e me renovo por inteiro...
pensantes e inteligentes, bondosos e compreensivos, com os quais eu posso conversar por horas e horas, exercitando minhas habilidades de reflexão e convívio fraternal...
Mas, em meu Paraíso interno tem também um silêncio onipresente, quase sagrado, que é ocasionalmente entrecortado por melodias suaves e harmônicas, do tipo que faz bem à alma.
Na verdade, eu encontro esse paraíso na Terra em raríssimas e sagradas ocasiões, ocasiões especialíssimas, diga-se de passagem...e é nele que reabasteço minha alma e me renovo por inteiro...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Os mapas da alma nào têm fronteiras...
À primeira vista, o mundo parece uma multidão de solidões amontoadas, todos contra todos, salve-se quem puder; mas o sentido comum, o sentido comunitário, é um bichinho duro de matar. A esperança ainda tem quem a espere, alentada pelas vozes que ressoam desde nossa origem comum e nossos assombrosos espaços de encontro.
Eu não conheço felicidade maior que a alegria de reconhecer-me nos demais. Talvez essa seja, para mim, a única imortalidade digna de fé. Reconhecer-me nos demais, reconhecer-me em minha pátria e em meu tempo, e também me reconhecer em mulheres e homens que são meus compatriotas, nascidos em outras terras, e reconhecer-me em mulheres e homens que são meus contemporâneos, vividos em outros tempos.
Os mapas da alma não têm fronteiras...
Eduardo Galeano.
Eu não conheço felicidade maior que a alegria de reconhecer-me nos demais. Talvez essa seja, para mim, a única imortalidade digna de fé. Reconhecer-me nos demais, reconhecer-me em minha pátria e em meu tempo, e também me reconhecer em mulheres e homens que são meus compatriotas, nascidos em outras terras, e reconhecer-me em mulheres e homens que são meus contemporâneos, vividos em outros tempos.
Os mapas da alma não têm fronteiras...
Eduardo Galeano.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
A MELHOR oração é AMAR!
A melhor oração é amar...
09-Jan-2010
Se não sabes amar tu não deves orar...
a melhor oração é amar...
Se tens desavenças no coração de
nada adianta orar...
Se tens ódio a ceifar tua vida
a oração é inútil...
A melhor oração é amar...
A melhor oração é amar...
Se não sabes amar tu não deves
orar, pois a melhor oração é amar...
O coração que ama ilumina todos
os seres do Senhor... a melhor oração
é amar...
A melhor oração é amar...
Se não sabes amar tu não deves orar...
Se tens mágoa no coração não pode haver
perdão... a melhor oração é o coração sem mágoa..
A melhor oração é amar!!!
(oração atribuída a Francisco de Assis)
09-Jan-2010
Se não sabes amar tu não deves orar...
a melhor oração é amar...
Se tens desavenças no coração de
nada adianta orar...
Se tens ódio a ceifar tua vida
a oração é inútil...
A melhor oração é amar...
A melhor oração é amar...
Se não sabes amar tu não deves
orar, pois a melhor oração é amar...
O coração que ama ilumina todos
os seres do Senhor... a melhor oração
é amar...
A melhor oração é amar...
Se não sabes amar tu não deves orar...
Se tens mágoa no coração não pode haver
perdão... a melhor oração é o coração sem mágoa..
A melhor oração é amar!!!
(oração atribuída a Francisco de Assis)
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
...do Luis Aurélio, um pesquisador .
O ano de 2012 traz em si "a marca do destino", e aqui neste texto mostrarei minha conclusão a respeito desta data potencialmente cataclismica, que julgando pelos fatos que andei pesquisando nestes últimos 12 meses encerram uma possibilidade concreta de que alguma tragédia considerável se avizinha de nosso planeta e ameaça esta sociedade de alta tecnologia.
Mostrei nos textos anteriores os vários acontecimentos desta ameaça ao equilíbrio geofísico da Terra, assim como as pesquisas realizadas por satélites e cientistas, mas creio que todo este trabalho de informação tenha diluído de forma desordenada as evidências necessárias sobre a realidade perturbadora que nos aguarda em 2012.
Estou atirando pedras no telhado dos outros, mas não escondo as mãos, assim espero deixar mais claro o por que de 2012 estar assinalando c/ fortes possibilidades uma catástrofe global.
Muitas vezes procurar pela verdade se torna uma tarefa desagradável, pois vc começa a ver que as escolhas que fez já não são mais adequadas ao que vc está vivendo e hoje vejo que muitas de minhas crenças desabaram ao enfrentar a realidade dos fatos...como disse Thomas Huxley, falando da ciência, é duro quando os feios fatos vêm matar uma bonita teoria.
Mas por que em 2012, especialmente???
Fiz um rastreamento das descobertas relacionadas ao tema, mais especificamente ao que tange à astronomia, o Sol e sua influencia sobre o sistema em que vivemos, planetas, cometas, pulsares e tudo o mais que dizia que o mundo vai acabar mesmo em 2012 e descobri diversas maneiras deste mundo acabar, mas tudo tolice.
Na verdade, não vai acabar, mas irá sim, sofrer uma enorme tranformação que começará em 2012, assim inaugurando a superação de nossas diferenças como individuos para além de todas as fronteiras externas e internas de ser.
Mas estas mudanças serão fatais e dramáticas em nível planetário.
Em suma, pelo fato de tratar-se de uma impressionante reunião de fenômenos astro-físicos, compostos de vários encontros planetários c/ ciclos de longo prazo.
Vou afirmar aqui que o aquecimento global talvez não venha a ser a causa única de uma catástrofe climática, mas certamente está agravando nossa vulnerabilidade atmosférica.
Assim sendo, o problema maior não é de causa antropogênica, mas sim de origem extra-planetária.
A Atividade solar crescente nesta última década é resultado direto de um crescente fluxo de matéria, energia e informação (em forma de ondas) que experimentamos ao avançar p/ dentro da "nuvem de energia" interestelar. Sendo assim, novas exigências estão sendo feitas ao Sol e o resultado delas se reflete em nosso planeta.
O perigo real virá da sobrecarga de energia que logo nos apresentarão as tempestades solares, e que ao mesmo tempo intensificarão as atividades sísmicas, vulcânicas e acelerando de forma assustadora o volume das aguas e furacões e sem deixar passar que c/ isto o eixo dos pólos também se deslocarão provocando as mais violentas calamidades da historia moderna.
Está "ameaça de cima" talvez explique (de forma velada) o fracassado encontro em Copenhaque entre ambientalistas e governos do mundo.
Vimos que os interesses econômicos dos países, principalmente das grandes potências, minaram qualquer possibilidade de acordo, onde a natureza é colocada como um detalhe, na verdade, "uma pedra no sapato" p/ muitos governos.
Mas muitos de nós estão conseguindo se libertar da ignorância e perceber a tempo a catástrofe que a raça humana irá enfrentar e seguramente nada se dará pelos governantes, salvo seus protegidos....mas nos todos estaremos fadados a uma nova realidade: milhões de acampamentos de refugiados sobreviventes do clima..
A nuvem energizada do dr. Dmitriev
Agora vou apresentar uma das primeiras evidências científicas sobre o fim de nossa civilização: -vamos p/ a Sibéria em alguma cidade remota deste lugar vive e trabalha o dr. Alexey Dmitriev, de 60 anos e geofísico da Academia Russa de Ciências, ele tem um currículo impressionante, c/ mais de trezentos artigos acadêmicos publicados, na maioria sobre geofísica e meteorologia, autor de vários livros, e recebeu diversas indicações e prêmios.
O trabalho do dr. Dmitriev c/ o espaço inter-planetário é algo fascinante, explica que a noção de um espaço interestelar não homogêneo é mais coerente do que aquela que todos nós aprendemos, que estamos nos movendo no espaço de puro vácuo, sem sentir, e que somos passageiros do Sistema Solar, que gira numa órbita não especifica pela Via-Láctea, e no qual avança não se sabe p/ onde, universo afora.
Bem, os antigos maias, é claro, estudaram e registraram tudo isso c/ muita profundidade e deixaram indicados em seus Códices (que restou deles), mas este assunto deixarei p/ próxima oportunidade.
Nenhum outro cientista jamais mencionou a possibilidade de que o Sistema Solar esteja se dirigindo p/ um quadro de circustâncias novo e hostil, sendo assim, não há nenhuma garantia de que o espaço interestelar permaneça p/ sempre e uniformemente negro, frio e vazio.
Para vc ter uma idéia do que está acontecendo ao Sistema Solar, primeiro deixe de lado os modelos convencionais de esferas girantes em meio a um imenso vazio.
Tente entender esta explicação do dr. Dmitriev de que a heliosfera atingiu um setor turbulento, ou seja, faixas e corredores magnetizados que contém hidrogênio, hélio, partes de oxigênio e outros elementos, combinações e compostos, inclusive poeira espacial, talvez os restos da ultima explosão de uma estrela.
Como qualquer outro objeto que se desloca (um barco na agua, por exemplo), a heliosfera criou uma onda de choque a sua frente, empurrando particulas do espaço interestelar. Essa onda se tornou mais larga e mais espessa quando a heliosfera penetrou na citada região do espaço, mais densa, na qual existe maior numero de particulas a serem varridas do seu caminho.
A densidade dessa onda de choque fez c/ que uma combinação de plasma se formasse numa camada parietal (parede), que em seguida se avolumou á volta do Sistema Solar e irrompeu pela região interplanetária...essa irrupção faz seu retorno de energia e matéria do espaço interplanetário de volta ao Sistema Solar (baseado na monografia do dr. Dmitriev).
Explicando melhor, a onda de choque cercou a extremidade da heliosfera, do mesmo modo que chamas envolvem o nariz de um foguete e seus lados quando este reentra na atmosfera e segundo dr. Dmitriev a onda de choque está agora avançando p/ a nossa heliosfera e penetrando em regiões do sistema solar.
A conseqüência é que grandes quantidades de energia vêm sendo injetadas no domínio interplanetário, imprimindo ao Sol um comportamento errático, perturbando o campo magnético da Terra e, muito possivelmente, exacerbando o aquecimento global que ora atinge nosso planeta.
A onda de choque
Ao analisar os dados da missão Voyager, dr. Dmitriev e seus colegas descobriram a onda de choque no sistema solar. Lembrando que as duas sondas gêmeas Voyager I e II foram lançadas em 1977 e transmitiram informação detalhada a respeito de luas, anéis e ambientes magnéticos dos planetas exteriores durante mais de uma década.
Utilizando os dados das Voyager como ponto de partida, dr. Dmitriev comparou estes dados á pesquisas mais recentes colhidas de periódicos científicos russos e ocidentais, bem como da NASA e da ESA (Agência Espacial Européia) e assim encontraram provas espantosas de que a heliosfera vem se comportando de maneira mais agitada e imprevisível do que há vinte anos atrás, desde quando as Voyager fizeram suas primeiras mensurações nos confins do espaço.
A onda de choque é mais forte na extremidade da heliosfera, em seu avanço pelo espaço interestelar, assim como por exemplo uma esteira de um barco é mais acentuada na frente, no ponto em que a quilha divide as águas. Assim a onda de choque tem maior impacto nas atmosferas, climas e campos magnéticos dos planetas exteriores: Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão e o recém descoberto Planeta X (existem muitas duvidas se Plutão e o Planeta X são realmente da familia dos planetas) http://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta_X
A nuvem de energia interestelar tem sido muito estudada por cientistas russos e do qual também se destaca Vladimir B. Baranov c/ seus trabalhos em hidrodinâmica do plasma interplanetário e desaceleração do vento solar pelo meio interestelar divulgado pelo Soros educational Journal em lingua russa.
Cientistas planetários da Rússia, Europa e Estados Unidos estudaram este modelo matemático da heliosfera de Baranov, e juntaram a mais informações da NASA e da ESA, e aos fundamentos do dr. Dmitriev o que revelou uma correspondência de 96%, e segundo eles nossa heliosfera permanecerá dentro da onda de choque pelos proximos 3 mil anos.
Planetas estão se aquecendo
Urano e Netuno tiveram seus polos magneticos invertidos, assim como está acontecendo com a terra. http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4185432-EI8147,00-Cientistas+detectam+rapida+movimentacao+do+polo+norte+magnetico.html
Além disso, as atmosferas dos dois planetas ficaram mais brilhantes e parecem estar se aquecendo, o que é de esperar quando existe influxo de novas energias. As auroras, essas exibições magnificas de luz causadas por entradas de radiação na atmosfera, surgiram há pouco em Saturno, assustando os astronomos, com uma tempestade do tamanho do planeta Marte e raios mil vezes mais violentos que os da Terra. Na lua de Saturno, Encelado, gêiseres enormes foram vistos pela primeira vez jorrando.
O maior planeta da heliosfera, Jupiter vem revelando alguns dos efeitos mais pronunciados da onda de choque, seu campo magnético dobrou de tamanho e avança na direção de Saturno. http://noticias. terra.com. br/ciencia/ noticias/ 0,,OI4121728- EI238,00- Detectada+ em+Saturno+ a+maior+aurora+ boreal+do+ Sistema+Solar. html
Campos magnéticos são literalmente, campos de energia: p/ estes campos dobrar de tamanho significa dobrar a quantidade de energia que os sustenta. Se visto da Terra, o campo magnético de Jupiter pareceria (se fosse visivel), maior que o Sol observado a olho nu. Auroras têm fulgurado entre jupiter e sua lua Io, que também vem revelando atividade vulcânica sem precedentes. Mas o que mais esta impresionando os cientistas foi a descoberta em março de 2006, de que Jupiter está desenvolvendo uma nova mancha vermelha, basicamente uma tempestade eletromanética sem fim, quase tão grande quanto a Terra.
Os atronomos vêm rastreando essa mancha desde 2000, oficialmente conhecida como Oval BA, ela se formou quando três manchas menores colidiram e formaram a nova conflagração que esta crescendo de tamanho
http://www.astronomia.web.st/index.php?aid=39
Os monitoramentos de Jupiter feitos pela Jet Propulsion Laboratory (JPL) em Pasadena, California, explicam que a coloração cada vez mais avermelhada da Oval BA indica seu aumento e intensificação como tempestade, mas da onde estará vindo a força que a está alimentando?
O JPL não sabe ainda como responder, mas dr. Dmitriev e Baranov sugerem a onda de choque que vem carregando de energia a atmosfera de Jupiter, gerando tormentas elétricas e provocando erupções vulcanicas.
Os efeitos da onda de choque começaram a ser detectados tambem nos planetas interiores. A atmosfera de Marte se tornou mais densa e portanto, potencialmente mais benigna, atmosferas densas oferecem maior proteção contra radiação cósmica e solar, tambem a atmosfera de Vênus está mudando em composição quimica e aspecto óptico, adquirindo mais luminosidade, um indicio de que seu conteúdo energético vem aumentando.
Embora o Sol se encontre no centro da heliosfera e portanto mais distante da esteira criada pelo avanço e dos efeitos da onda de choque, ele (Sol) é bem mais suscetivel às infusões de energia que os planetas, assim como agua não pode absorver agua e terra não pode absorver terra, a massa derretida de energia do Sol não pode absorver e dissipar energia c/ a mesma eficiência que os corpos materiais densos e frios dos planetas. Desse modo, até as projeções relativamente pequenas da onda de choque têm impacto significativo no Sol.
Perspectiva do dr. Dmitriev
Segundo dr. Dmitriev a crescente atividade solar é resultado direto do aumento de fluxos de materia, energia e informação que nos atingem enquanto nos movemos rumo á nuvem de energia interestelar. Novas exigências estão sendo impostas ao Sol e experimentamos seu impacto em nosso planeta
Aquilo que perturba o Sol nos perturba, eis a mensagem. Todos os planetas, inclusive a Terra, estão sujeitos a um duplo influxo, absorvendo a onda de choque direta e indiretamente, por meio do tumulto que ela gera no Sol.
Existem sinais inequivocos e confiáveis desse fenômeno ameaçador tanto p/ a Terra quanto p/ o restante do espaço adjacente. O que nos resta fazer é compreender estes fenomenos ciclicos e procurar achar os meios de sobrevivencia.
Luis Aurélio Fogazzi
O autor deste texto é nascido no Rio Grande do Sul, formado em Educação Fisica e Fisiologia, pesquisador independente em várias linhas do conhecimento humano. Atua profissionalmente como radiestesista especializado em geopátias ambientais, é pesquisador e inventor de tecnologia baseados em geradores psicotrônicos. Organiza e ministra cursos nas áreas da saúde , ecologia e paraciências.
"A sorte é a reunião da oportunidade com a prontidão. A intenção o colocará diante de oportunidades, mas você precisa agir quando elas lhe forem apresentadas"
Mostrei nos textos anteriores os vários acontecimentos desta ameaça ao equilíbrio geofísico da Terra, assim como as pesquisas realizadas por satélites e cientistas, mas creio que todo este trabalho de informação tenha diluído de forma desordenada as evidências necessárias sobre a realidade perturbadora que nos aguarda em 2012.
Estou atirando pedras no telhado dos outros, mas não escondo as mãos, assim espero deixar mais claro o por que de 2012 estar assinalando c/ fortes possibilidades uma catástrofe global.
Muitas vezes procurar pela verdade se torna uma tarefa desagradável, pois vc começa a ver que as escolhas que fez já não são mais adequadas ao que vc está vivendo e hoje vejo que muitas de minhas crenças desabaram ao enfrentar a realidade dos fatos...como disse Thomas Huxley, falando da ciência, é duro quando os feios fatos vêm matar uma bonita teoria.
Mas por que em 2012, especialmente???
Fiz um rastreamento das descobertas relacionadas ao tema, mais especificamente ao que tange à astronomia, o Sol e sua influencia sobre o sistema em que vivemos, planetas, cometas, pulsares e tudo o mais que dizia que o mundo vai acabar mesmo em 2012 e descobri diversas maneiras deste mundo acabar, mas tudo tolice.
Na verdade, não vai acabar, mas irá sim, sofrer uma enorme tranformação que começará em 2012, assim inaugurando a superação de nossas diferenças como individuos para além de todas as fronteiras externas e internas de ser.
Mas estas mudanças serão fatais e dramáticas em nível planetário.
Em suma, pelo fato de tratar-se de uma impressionante reunião de fenômenos astro-físicos, compostos de vários encontros planetários c/ ciclos de longo prazo.
Vou afirmar aqui que o aquecimento global talvez não venha a ser a causa única de uma catástrofe climática, mas certamente está agravando nossa vulnerabilidade atmosférica.
Assim sendo, o problema maior não é de causa antropogênica, mas sim de origem extra-planetária.
A Atividade solar crescente nesta última década é resultado direto de um crescente fluxo de matéria, energia e informação (em forma de ondas) que experimentamos ao avançar p/ dentro da "nuvem de energia" interestelar. Sendo assim, novas exigências estão sendo feitas ao Sol e o resultado delas se reflete em nosso planeta.
O perigo real virá da sobrecarga de energia que logo nos apresentarão as tempestades solares, e que ao mesmo tempo intensificarão as atividades sísmicas, vulcânicas e acelerando de forma assustadora o volume das aguas e furacões e sem deixar passar que c/ isto o eixo dos pólos também se deslocarão provocando as mais violentas calamidades da historia moderna.
Está "ameaça de cima" talvez explique (de forma velada) o fracassado encontro em Copenhaque entre ambientalistas e governos do mundo.
Vimos que os interesses econômicos dos países, principalmente das grandes potências, minaram qualquer possibilidade de acordo, onde a natureza é colocada como um detalhe, na verdade, "uma pedra no sapato" p/ muitos governos.
Mas muitos de nós estão conseguindo se libertar da ignorância e perceber a tempo a catástrofe que a raça humana irá enfrentar e seguramente nada se dará pelos governantes, salvo seus protegidos....mas nos todos estaremos fadados a uma nova realidade: milhões de acampamentos de refugiados sobreviventes do clima..
A nuvem energizada do dr. Dmitriev
Agora vou apresentar uma das primeiras evidências científicas sobre o fim de nossa civilização: -vamos p/ a Sibéria em alguma cidade remota deste lugar vive e trabalha o dr. Alexey Dmitriev, de 60 anos e geofísico da Academia Russa de Ciências, ele tem um currículo impressionante, c/ mais de trezentos artigos acadêmicos publicados, na maioria sobre geofísica e meteorologia, autor de vários livros, e recebeu diversas indicações e prêmios.
O trabalho do dr. Dmitriev c/ o espaço inter-planetário é algo fascinante, explica que a noção de um espaço interestelar não homogêneo é mais coerente do que aquela que todos nós aprendemos, que estamos nos movendo no espaço de puro vácuo, sem sentir, e que somos passageiros do Sistema Solar, que gira numa órbita não especifica pela Via-Láctea, e no qual avança não se sabe p/ onde, universo afora.
Bem, os antigos maias, é claro, estudaram e registraram tudo isso c/ muita profundidade e deixaram indicados em seus Códices (que restou deles), mas este assunto deixarei p/ próxima oportunidade.
Nenhum outro cientista jamais mencionou a possibilidade de que o Sistema Solar esteja se dirigindo p/ um quadro de circustâncias novo e hostil, sendo assim, não há nenhuma garantia de que o espaço interestelar permaneça p/ sempre e uniformemente negro, frio e vazio.
Para vc ter uma idéia do que está acontecendo ao Sistema Solar, primeiro deixe de lado os modelos convencionais de esferas girantes em meio a um imenso vazio.
Tente entender esta explicação do dr. Dmitriev de que a heliosfera atingiu um setor turbulento, ou seja, faixas e corredores magnetizados que contém hidrogênio, hélio, partes de oxigênio e outros elementos, combinações e compostos, inclusive poeira espacial, talvez os restos da ultima explosão de uma estrela.
Como qualquer outro objeto que se desloca (um barco na agua, por exemplo), a heliosfera criou uma onda de choque a sua frente, empurrando particulas do espaço interestelar. Essa onda se tornou mais larga e mais espessa quando a heliosfera penetrou na citada região do espaço, mais densa, na qual existe maior numero de particulas a serem varridas do seu caminho.
A densidade dessa onda de choque fez c/ que uma combinação de plasma se formasse numa camada parietal (parede), que em seguida se avolumou á volta do Sistema Solar e irrompeu pela região interplanetária...essa irrupção faz seu retorno de energia e matéria do espaço interplanetário de volta ao Sistema Solar (baseado na monografia do dr. Dmitriev).
Explicando melhor, a onda de choque cercou a extremidade da heliosfera, do mesmo modo que chamas envolvem o nariz de um foguete e seus lados quando este reentra na atmosfera e segundo dr. Dmitriev a onda de choque está agora avançando p/ a nossa heliosfera e penetrando em regiões do sistema solar.
A conseqüência é que grandes quantidades de energia vêm sendo injetadas no domínio interplanetário, imprimindo ao Sol um comportamento errático, perturbando o campo magnético da Terra e, muito possivelmente, exacerbando o aquecimento global que ora atinge nosso planeta.
A onda de choque
Ao analisar os dados da missão Voyager, dr. Dmitriev e seus colegas descobriram a onda de choque no sistema solar. Lembrando que as duas sondas gêmeas Voyager I e II foram lançadas em 1977 e transmitiram informação detalhada a respeito de luas, anéis e ambientes magnéticos dos planetas exteriores durante mais de uma década.
Utilizando os dados das Voyager como ponto de partida, dr. Dmitriev comparou estes dados á pesquisas mais recentes colhidas de periódicos científicos russos e ocidentais, bem como da NASA e da ESA (Agência Espacial Européia) e assim encontraram provas espantosas de que a heliosfera vem se comportando de maneira mais agitada e imprevisível do que há vinte anos atrás, desde quando as Voyager fizeram suas primeiras mensurações nos confins do espaço.
A onda de choque é mais forte na extremidade da heliosfera, em seu avanço pelo espaço interestelar, assim como por exemplo uma esteira de um barco é mais acentuada na frente, no ponto em que a quilha divide as águas. Assim a onda de choque tem maior impacto nas atmosferas, climas e campos magnéticos dos planetas exteriores: Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão e o recém descoberto Planeta X (existem muitas duvidas se Plutão e o Planeta X são realmente da familia dos planetas) http://pt.wikipedia.org/wiki/Planeta_X
A nuvem de energia interestelar tem sido muito estudada por cientistas russos e do qual também se destaca Vladimir B. Baranov c/ seus trabalhos em hidrodinâmica do plasma interplanetário e desaceleração do vento solar pelo meio interestelar divulgado pelo Soros educational Journal em lingua russa.
Cientistas planetários da Rússia, Europa e Estados Unidos estudaram este modelo matemático da heliosfera de Baranov, e juntaram a mais informações da NASA e da ESA, e aos fundamentos do dr. Dmitriev o que revelou uma correspondência de 96%, e segundo eles nossa heliosfera permanecerá dentro da onda de choque pelos proximos 3 mil anos.
Planetas estão se aquecendo
Urano e Netuno tiveram seus polos magneticos invertidos, assim como está acontecendo com a terra. http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4185432-EI8147,00-Cientistas+detectam+rapida+movimentacao+do+polo+norte+magnetico.html
Além disso, as atmosferas dos dois planetas ficaram mais brilhantes e parecem estar se aquecendo, o que é de esperar quando existe influxo de novas energias. As auroras, essas exibições magnificas de luz causadas por entradas de radiação na atmosfera, surgiram há pouco em Saturno, assustando os astronomos, com uma tempestade do tamanho do planeta Marte e raios mil vezes mais violentos que os da Terra. Na lua de Saturno, Encelado, gêiseres enormes foram vistos pela primeira vez jorrando.
O maior planeta da heliosfera, Jupiter vem revelando alguns dos efeitos mais pronunciados da onda de choque, seu campo magnético dobrou de tamanho e avança na direção de Saturno. http://noticias. terra.com. br/ciencia/ noticias/ 0,,OI4121728- EI238,00- Detectada+ em+Saturno+ a+maior+aurora+ boreal+do+ Sistema+Solar. html
Campos magnéticos são literalmente, campos de energia: p/ estes campos dobrar de tamanho significa dobrar a quantidade de energia que os sustenta. Se visto da Terra, o campo magnético de Jupiter pareceria (se fosse visivel), maior que o Sol observado a olho nu. Auroras têm fulgurado entre jupiter e sua lua Io, que também vem revelando atividade vulcânica sem precedentes. Mas o que mais esta impresionando os cientistas foi a descoberta em março de 2006, de que Jupiter está desenvolvendo uma nova mancha vermelha, basicamente uma tempestade eletromanética sem fim, quase tão grande quanto a Terra.
Os atronomos vêm rastreando essa mancha desde 2000, oficialmente conhecida como Oval BA, ela se formou quando três manchas menores colidiram e formaram a nova conflagração que esta crescendo de tamanho
http://www.astronomia.web.st/index.php?aid=39
Os monitoramentos de Jupiter feitos pela Jet Propulsion Laboratory (JPL) em Pasadena, California, explicam que a coloração cada vez mais avermelhada da Oval BA indica seu aumento e intensificação como tempestade, mas da onde estará vindo a força que a está alimentando?
O JPL não sabe ainda como responder, mas dr. Dmitriev e Baranov sugerem a onda de choque que vem carregando de energia a atmosfera de Jupiter, gerando tormentas elétricas e provocando erupções vulcanicas.
Os efeitos da onda de choque começaram a ser detectados tambem nos planetas interiores. A atmosfera de Marte se tornou mais densa e portanto, potencialmente mais benigna, atmosferas densas oferecem maior proteção contra radiação cósmica e solar, tambem a atmosfera de Vênus está mudando em composição quimica e aspecto óptico, adquirindo mais luminosidade, um indicio de que seu conteúdo energético vem aumentando.
Embora o Sol se encontre no centro da heliosfera e portanto mais distante da esteira criada pelo avanço e dos efeitos da onda de choque, ele (Sol) é bem mais suscetivel às infusões de energia que os planetas, assim como agua não pode absorver agua e terra não pode absorver terra, a massa derretida de energia do Sol não pode absorver e dissipar energia c/ a mesma eficiência que os corpos materiais densos e frios dos planetas. Desse modo, até as projeções relativamente pequenas da onda de choque têm impacto significativo no Sol.
Perspectiva do dr. Dmitriev
Segundo dr. Dmitriev a crescente atividade solar é resultado direto do aumento de fluxos de materia, energia e informação que nos atingem enquanto nos movemos rumo á nuvem de energia interestelar. Novas exigências estão sendo impostas ao Sol e experimentamos seu impacto em nosso planeta
Aquilo que perturba o Sol nos perturba, eis a mensagem. Todos os planetas, inclusive a Terra, estão sujeitos a um duplo influxo, absorvendo a onda de choque direta e indiretamente, por meio do tumulto que ela gera no Sol.
Existem sinais inequivocos e confiáveis desse fenômeno ameaçador tanto p/ a Terra quanto p/ o restante do espaço adjacente. O que nos resta fazer é compreender estes fenomenos ciclicos e procurar achar os meios de sobrevivencia.
Luis Aurélio Fogazzi
O autor deste texto é nascido no Rio Grande do Sul, formado em Educação Fisica e Fisiologia, pesquisador independente em várias linhas do conhecimento humano. Atua profissionalmente como radiestesista especializado em geopátias ambientais, é pesquisador e inventor de tecnologia baseados em geradores psicotrônicos. Organiza e ministra cursos nas áreas da saúde , ecologia e paraciências.
"A sorte é a reunião da oportunidade com a prontidão. A intenção o colocará diante de oportunidades, mas você precisa agir quando elas lhe forem apresentadas"
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Fernando Pessoa e o ocultismo.
Fernando Pessoa interessava-se pelo ocultismo e pelo misticismo, com destaque para a Maçonaria e a Rosa-Cruz (embora não se lhe conheça qualquer filiação concreta em Loja ou Fraternidade dessas escolas de pensamento), havendo inclusive defendido publicamente as organizações iniciáticas no Diário de Lisboa (4 de fevereiro de 1935), contra ataques por parte da ditadura do Estado Novo. O seu poema hermético mais conhecido e apreciado entre os estudantes de esoterismo intitula-se "No Túmulo de Christian Rosenkreutz". Tinha o hábito de fazer consultas astrológicas para si mesmo (de acordo com a sua certidão de nascimento, nasceu às 15h20, tinha ascendente Escorpião e o Sol em Gémeos).[4] Realizou mais de mil horóscopos.
Apreciava também o trabalho do famoso ocultista Aleister Crowley, tendo inclusive traduzido o poema Hino a Pã. Certa vez, lendo uma publicação inglesa de Crowley, encontrou erros no horóscopo e escreveu-lhe para o corrigir. Os seus conhecimentos de astrologia impressionaram Crowley e, como este gostava de viagens, veio a Portugal conhecer o poeta.Acompanhou-o a maga alemã Miss Hanni Larissa Jaeger,que passou a escrever cartas a Pessoa, assinadas com um pseudônimo ocultista.
O encontro não foi muito amigável, dados os graves desequilíbrios psíquico e espiritual de que Crowley padecia, embora, apesar disso, ainda ensinasse. Pessoa e outros propuseram uma operação de desinformação na contra propaganda que se iniciava com a ascensão do nazismo na Europa, em que Crowley teria ajudado o MI5, serviço secreto britânico, como agente especial. Crowley junto com Louis De Wohl,nascido na Alemanha, também ocultista e supostamente como Pessoa um membro "Lantern" do "The Seven Circle". Pessoa se considerava um ocultista e astrólogo amador, e aparentemente, além de traduzir obras de Crowley para o português, como o Hino a Pan, foi de alguma forma envolvido também por Crowley, que como agente duplo se utilizava de um acrônimo conhecido por Maskmelin,um mágico e mestre secreto da "The Seven Circle", codinome "Secret Agent 777", uma clara referência baseada na Qabalística escrita pelo próprio Crowley, da sua colecção, editada e introduzida pelo Dr. Israel Regardie. Ao que parece, junto com outros ocultistas infiltrados pela "The Seven Circle", alguns deles como Wohl, ajudaram o serviço secreto inglês na criação do plano de ocultismo, desenvolvendo horóscopos e diversos documentos falsos para ludibriar os nazistas que começavam a se infiltrar por toda Europa.
Apreciava também o trabalho do famoso ocultista Aleister Crowley, tendo inclusive traduzido o poema Hino a Pã. Certa vez, lendo uma publicação inglesa de Crowley, encontrou erros no horóscopo e escreveu-lhe para o corrigir. Os seus conhecimentos de astrologia impressionaram Crowley e, como este gostava de viagens, veio a Portugal conhecer o poeta.Acompanhou-o a maga alemã Miss Hanni Larissa Jaeger,que passou a escrever cartas a Pessoa, assinadas com um pseudônimo ocultista.
O encontro não foi muito amigável, dados os graves desequilíbrios psíquico e espiritual de que Crowley padecia, embora, apesar disso, ainda ensinasse. Pessoa e outros propuseram uma operação de desinformação na contra propaganda que se iniciava com a ascensão do nazismo na Europa, em que Crowley teria ajudado o MI5, serviço secreto britânico, como agente especial. Crowley junto com Louis De Wohl,nascido na Alemanha, também ocultista e supostamente como Pessoa um membro "Lantern" do "The Seven Circle". Pessoa se considerava um ocultista e astrólogo amador, e aparentemente, além de traduzir obras de Crowley para o português, como o Hino a Pan, foi de alguma forma envolvido também por Crowley, que como agente duplo se utilizava de um acrônimo conhecido por Maskmelin,um mágico e mestre secreto da "The Seven Circle", codinome "Secret Agent 777", uma clara referência baseada na Qabalística escrita pelo próprio Crowley, da sua colecção, editada e introduzida pelo Dr. Israel Regardie. Ao que parece, junto com outros ocultistas infiltrados pela "The Seven Circle", alguns deles como Wohl, ajudaram o serviço secreto inglês na criação do plano de ocultismo, desenvolvendo horóscopos e diversos documentos falsos para ludibriar os nazistas que começavam a se infiltrar por toda Europa.
Fernando Pessoa.
Refresca-me a alma de espuma...
Pra além do mar há a bruma...
E pra aquém? há Cousa ou Fim?
Nunca olhei para trás de mim...
Pra além do mar há a bruma...
E pra aquém? há Cousa ou Fim?
Nunca olhei para trás de mim...
Sem o IMAGINAR! Vania Vieira.
E eis que, num abre-te sésamo, descobriu-se existir lá num reino de longe, junto aos egípcios, uma planta cujas folhas( o papiro!), colocadas umas vizinhas às outras e coladas, serviam exatamente para o que se queria: juntar os pedaços das histórias. Assim todos os que lessem o que nelas estava gravado murmuraram sem susto: e depois? Da folha seguinte saltaria a resposta consoladora.
E o passar das horas se repetia incessante. Ao observar o trabalho dos pastores, que curtiam a pele de ovelhas e cabras, algumas pessoas perceberam a mão da natureza, mãe generosa, imolando alguns de seus filhos, para que outros pudessem subsistir alimentados pelas fábulas inscritas no pergaminho. E era longo o percurso de muito copiar: costas curvadas, dedos enrijecidos, fatigado labor.
A roda da vida engoliu o tempo. Agora, tipos metálicos repetiam nos papéis os caracteres contadores de história, tantas vezes quantas, sujos de tinta, percorressem as folhas brancas. Ainda mais tarde, os olhos buliçosos das crianças arrancariam das páginas o colorido alegre das figuras, que falava de histórias tão bonitas... Ah! e desde então elas vinham morar dentro dos coraçõezinhos alvoroçados!
E a máquina prodigiosa foi capaz também de encher de suspiros tardes e noites de muita moça em botão. Era só passar a página dos livros e, como num espelho, ver projetarem-se os seus sonhos e lá, invariavelmente, estava ele: o jovem capaz de lhe oferecer o mundo com o perfume da ilusão...
Nem sempre era tudo tão ameno assim, porém. Por vezes era como se os tipos de metal recebessem vergastadas: das folhas de papel, então, emergia toda a crueldade de uma realidade sombria. E era assim que, descendentes muito longínquos daqueles que em volta da fogueira tinham aprendido o que era contar, partilhavam, tempos e tempos depois, o prazer e as dores das pessoas que brotavam das páginas dos livros.
Até que um dia descobriu-se uma maneira de todos lerem ao mesmo tempo, se quisessem. E criou-se uma caixa (diziam que era eletrônica!) cheia de histórias que, a cada dia, mais se enchia de outras, pois, não se duvide, o tecido da noite faz do mundo um continuo renovar-se com o nascimento de novos contadores. Muitas pessoas, entretanto, achavam estranho o objeto, por isso surgiram escuros vaticínios: agora, sim, para sempre finda a sedução de antes! O que virá depois? — era a pergunta que faziam aos sábios. Esses discordavam de tão sombrios presságios, entreolhando-se, serenos e de alma branda. Sabiam que a saga de encantamento das gentes parecia nascida para nunca terminar. Tantas vezes era uma vez.
É que desde o começo elas existiam... As pessoas.
No princípio, finda a jornada de labuta, costumavam ir em busca de calor e logo uma ciranda nascia em tomo às fogueiras. Frias eram as noites e elas, as pessoas, querendo se aquecer, ali também aqueciam seus sonhos, com o fascínio das histórias que vinham da voz pausada, porque sábia, de um homem de cabelos antigos e fundas rugas, capaz, entretanto, de iluminar ainda mais o ambiente com o fogo de sua palavra e o encanto de seu olhar. E se acontecia de ele sentir junto de si um hálito frio, molhado de noite, maior era o ardor com que envolvia seu conto, pois era assim que gostaria de ouvi-lo de novo, lá no além, recontado pelos que só partiriam algum tempo depois.
Até que um dia chegou o medo. Porque alguém se flagrara pensando alto: seria a perda do tesouro! Isso se, como por encantamento, as pessoas desaprendessem a arte de narrar. De repente, todos os mitos dos povos poderiam se apagar num lapso de memória dos guardadores das relíquias. Em coro, as pessoas ecoaram um único desgosto: que mundo sensabor seria aquele sem o fermento do muito imaginar!
Isso foi há muitos anos. Foi outrora.
E o passar das horas se repetia incessante. Ao observar o trabalho dos pastores, que curtiam a pele de ovelhas e cabras, algumas pessoas perceberam a mão da natureza, mãe generosa, imolando alguns de seus filhos, para que outros pudessem subsistir alimentados pelas fábulas inscritas no pergaminho. E era longo o percurso de muito copiar: costas curvadas, dedos enrijecidos, fatigado labor.
A roda da vida engoliu o tempo. Agora, tipos metálicos repetiam nos papéis os caracteres contadores de história, tantas vezes quantas, sujos de tinta, percorressem as folhas brancas. Ainda mais tarde, os olhos buliçosos das crianças arrancariam das páginas o colorido alegre das figuras, que falava de histórias tão bonitas... Ah! e desde então elas vinham morar dentro dos coraçõezinhos alvoroçados!
E a máquina prodigiosa foi capaz também de encher de suspiros tardes e noites de muita moça em botão. Era só passar a página dos livros e, como num espelho, ver projetarem-se os seus sonhos e lá, invariavelmente, estava ele: o jovem capaz de lhe oferecer o mundo com o perfume da ilusão...
Nem sempre era tudo tão ameno assim, porém. Por vezes era como se os tipos de metal recebessem vergastadas: das folhas de papel, então, emergia toda a crueldade de uma realidade sombria. E era assim que, descendentes muito longínquos daqueles que em volta da fogueira tinham aprendido o que era contar, partilhavam, tempos e tempos depois, o prazer e as dores das pessoas que brotavam das páginas dos livros.
Até que um dia descobriu-se uma maneira de todos lerem ao mesmo tempo, se quisessem. E criou-se uma caixa (diziam que era eletrônica!) cheia de histórias que, a cada dia, mais se enchia de outras, pois, não se duvide, o tecido da noite faz do mundo um continuo renovar-se com o nascimento de novos contadores. Muitas pessoas, entretanto, achavam estranho o objeto, por isso surgiram escuros vaticínios: agora, sim, para sempre finda a sedução de antes! O que virá depois? — era a pergunta que faziam aos sábios. Esses discordavam de tão sombrios presságios, entreolhando-se, serenos e de alma branda. Sabiam que a saga de encantamento das gentes parecia nascida para nunca terminar. Tantas vezes era uma vez.
É que desde o começo elas existiam... As pessoas.
No princípio, finda a jornada de labuta, costumavam ir em busca de calor e logo uma ciranda nascia em tomo às fogueiras. Frias eram as noites e elas, as pessoas, querendo se aquecer, ali também aqueciam seus sonhos, com o fascínio das histórias que vinham da voz pausada, porque sábia, de um homem de cabelos antigos e fundas rugas, capaz, entretanto, de iluminar ainda mais o ambiente com o fogo de sua palavra e o encanto de seu olhar. E se acontecia de ele sentir junto de si um hálito frio, molhado de noite, maior era o ardor com que envolvia seu conto, pois era assim que gostaria de ouvi-lo de novo, lá no além, recontado pelos que só partiriam algum tempo depois.
Até que um dia chegou o medo. Porque alguém se flagrara pensando alto: seria a perda do tesouro! Isso se, como por encantamento, as pessoas desaprendessem a arte de narrar. De repente, todos os mitos dos povos poderiam se apagar num lapso de memória dos guardadores das relíquias. Em coro, as pessoas ecoaram um único desgosto: que mundo sensabor seria aquele sem o fermento do muito imaginar!
Isso foi há muitos anos. Foi outrora.
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