segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Amor e Paixão...vc sabe a diferença????Vania Vieira.

A paixão tem raízes na atração física.O amor se funda na afinidade espiritual.A paixão é satisfação dos sentidos.O amor é compreensão fraterna.A paixão é doença da alma.O amor é compromisso afetivo.A paixão é expressão do egoísmo.O amor é doação recíproca.A paixão é vício.O amor é virtude.A paixão aprisiona.O amor liberta.A paixão adoece.O amor cura.A paixão destrói.O amor constrói.A paixão enlouquece.O amor enobrece e dignifica.A paixão é coisa da Terra.O amor é coisa de Deus.Paixão é escravidão mental de um ser exercida sobre o outro, comumente marcada pela intransigência, indiferença e desejo de aprisionamento emocional.O amor traduz-se em renúncia, confiança recíproca, respeito mútuo e elevação da alma.A paixão carece apenas da conjunção de interesses comuns para a satisfação dos desejos carnais, bem como das necessidades físicas e materiais, sem qualquer outro objetivo digno de nota.Amar, entretanto, demanda cuidados efetivos de um ser pelo bem estar físico, emocional e espiritual do outro com o nítido propósito de progresso conjunto.Por onde a paixão passa sobram rastros de dor, tristeza e arrependimento posterior.O amor transita em plano mais elevado. Perdura no tempo qual o perfume das flores que enfeitam os jardins da vida.A paixão necessita da presença física do ser desejado.O amor, todavia, por suas características celestes, dispensa tal materialização.Os senhores da guerra foram extremamente apaixonados pelo mundo. A seu tempo, enlouquecidos em nome da paixão, o destruíram, ceifando inúmeras vidas...
Jesus, no entanto, amou intensamente ao mundo, renunciando a si mesmo até que, em nome do amor, perdeu a própria vida numa cruz infame. Bem por isso, seus princípios imortais transformaram as concepções humanas então vigentes. Ainda hoje, ultrapassados mais de dois mil anos da sua chegada ao planeta, o seu incomensurável amor ilumina a Terra!

Mulher velha e sábia-A,Bellotil

O que será que assusta tanto na imagem da mulher velha? A resposta mais óbvia seria: o medo da morte. Por trás do cabelo branco, das rugas, das marcas da vida, se esconde o pavor do final. Parece lógico. Mas, homens de cabelo branco -- e se tiverem barbas brancas ainda melhor - evocam imagens de sábios. Que imagens estão por trás da figura da Anciã, da Velha?
Era uma vez uma época em que as mulheres velhas eram poderosas. Quer ouvir essa história? Então vou pegar o livro A Velha, de Bárbara G. Walker e contar para você.
A Velha era parte de uma trindade feminina que incluía a Virgem, a Mãe e a Anciã. Ou, nas palavras de Bárbara Walker: a Criadora, a Preservadora e a Destruidora. Para nossos longínquos antepassados o universo era o filhote sempre renovado de uma superdivindade feminina primordial, a Grande-Mãe, ao mesmo tempo senhora da vida e da morte. Todas as intuições primitivas sobre o ser feminino estavam contidas dentro dela.
Com o tempo, essas imagens foram ganhando autonomia, dividindo-se ou desdobrando-se. As deusas Hebe, Hera e Hecate, da Grécia, por exemplo, eram, provavelmente, rostos diferentes de uma só divindade, que explodiu em algum momento da história em milhares de fragmentos. Hebe seria lembrada como a personificação da juventude e Hera, permaneceria para sempre a esposa de Zeus e senhora do Olimpo. Mas Hécate continuaria a personificar o desconhecido, eternamente ligada ao mundo das sombras, tão poderosa que o próprio Zeus não mexia com ela.
Tão antiga é a figura de Hécate que em outras versões do seu mito ela aparece associada com Ártemis, a deusa-donzela que domestica as forças selvagens da natureza e com Selene, a deusa-mulher da Lua. Os homens recorriam à Hécate para pedir graças, como riquezas e vitórias. Dizia-se que era ela que tornava os peixes abundantes ou fazia o gado definhar e morrer. Hécate é a senhora das artes mágicas e aparece aos magos e feiticeiras com um archote na mão ou como animal. Ainda mais interessante: seu reino é nas encruzilhadas, os lugares onde os mundos se encontram e onde se abrem os portais que permitem aos seres humanos passar de um lado para outro. Hécate guarda em si mesma a antiga trindade feminina e surge como uma mulher com três cabeças ou três corpos.
Talvez a Velha seja uma filha natural de Hécate, incrustada na nossa memória. Lembrança de um tempo em que vivíamos em maior harmonia com os ciclos da Natureza e a morte era uma aventura, cheia de mistérios. A Anciã traz a morte dentro de si e é a rainha absoluta da escuridão e do mistério. É ela que espera, no final da linha, para acolher tudo que vive em seu útero. E nessa escuridão úmida, ela recicla sem descanso nem tristeza o Universo.
Segundo Bárbara Walker, a Velha era o mais temido aspecto da trindade feminina e o mais poderoso. Nas sociedades pré-cristãs, as mulheres velhas eram encarregadas de infindáveis rituais religiosos, eram parteiras, médicas, curandeiras e possuíam o conhecimento acumulado que as tornava mestras em assuntos tão variados como o cuidado dos bebês e a forma correta de preparar os que iam morrer. De fato, ao longo da história, se a medicina era assunto dos homens, o cuidado dos doentes, das mulheres que iam dar a luz e das crianças, tradicionalmente era uma tarefa feminina, mais ainda, tarefa das "mulheres mais velhas", coisa de avó.
E é a Avó que nos pega pela mão e nos faz ver um outro lado da Velha terrível, amiga da morte: a Velha sábia e grande contadora de histórias. Bárbara Walker conta que a palavra "saga", que originalmente se referia às canções nórdicas que relatavam assuntos lendários, literalmente quer dizer "aquela que fala" ou "a sábia". As sagas da Escandinávia eram histórias sagradas que foram preservadas porque as sagas ou velhas sábias sabiam escrever em runas. Os homens nórdicos, aparentemente, estavam sempre tão ocupados com as guerras que, em geral, eram analfabetos. Curiosamente, em latim, a palavra "saga", acabou virando sinônimo de bruxa ou feiticeira.
Criadora, destruidora, sábia, bruxa, as histórias da Velha são incontáveis e, você sabe, não precisam ter acontecido "de verdade" para "ser verdade". Como outros tantos símbolos, imagens assim moram dentro de nós. Resta descobri-las e, quem sabe, conversar com elas de vez em quando.
Adilia Belotti

domingo, 16 de novembro de 2008

...eu adoro olhar estrelas...e vc?

Encontrei essa pérola da literatura brasileira.
Quero compartilhar ...

A Rafaela e as estrelas...de Rubens Alves.
Rafinha: Seu pai Marcos me disse que você gosta de ver as estrelas, que vocês dois, no escuro da noite, se deitam na rede e ficam conversando sobre elas... Tem de ser no escuro da noite. É no escuro que a gente vê melhor o seu brilho. Faça uma brincadeira. Na sala, iluminada com lâmpadas elétricas, acenda uma vela. A luz da vela não vai fazer diferença alguma. Nem vai ser notada. Agora, apague as luzes e acenda uma vela... Ah! Como é linda luz da vela! A vela se torna o centro da sala, a coisa mais importante. E a gente cuida para que um sopro de vento não a apague! Assim são as estrelas.

Nas cidades iluminadas pelas lâmpadas elétricas o céu fica embaçado, a luz das estrelas fica fraquinha e a maioria desaparece. Agora imagine: nos tempos de antigamente, quando não havia luz elétrica e as noites eram realmente escuras! O escuro é ruim. Dá medo. Os olhos precisam de luz. Sem luz, ficamos cegos. Naquele escuro enorme, quando não se podia ver as coisas da terra por causa da escuridão, era possível ver os céus, iluminados por milhares, milhões de estrelas, piscando... A luz das estrelas traz alegria! Mário Quintana, um poeta velho com alma de criança, amava as estrelas e disse: "... que tristes seriam as noites sem a luz mágica das estrelas!"


Quando eu era menino, gostava de ficar deitado na grama, barriga para o ar, olhando as nuvens. E imaginava com o que elas se pareciam: um pato, um peixe, uma cafeteira, um jacaré, uma abóbora, um dragão... Essa é uma brincadeira divertida que todo mundo faz. Pois os homens que gostavam de olhar para as estrelas, há muitos mil anos, faziam coisa parecida. Você já deve ter feito um desenho assim: uma folha de papel com vários pontos; a gente vai ligando os pontos com um risco e, de repente, aparece uma coisa: casa, árvore, sapato... Acho que essa brincadeira foi inspirada naquilo que os antigos faziam com as estrelas.


Pois os céus, durante a noite, não são uma imensa folha de papel preto cheia de pontinhos luminosos? Eles ligavam as estrelas com riscos imaginários e diziam: é um escorpião, é um caçador com dois cães, é uma cruz, é um peixe, é uma águia! É isso que tem o nome de constelação. Constelação é uma palavra formada por duas outras, do Latim. Latim é uma língua muito antiga da qual nasceram o italiano, o espanhol, o francês, o português. A palavra constelação é formada pela junção (junção quer dizer ligação, duas ou mais coisas que se encontram) de con, que quer dizer junto e stella, que quer dizer estrela. Uma menina que se chama Stela é estrela. Se for Stela Maris é estrela do mar... Constelação, assim, quer dizer ajuntamento de estrelas. Aqui no Brasil a constelação mais conhecida é o Cruzeiro do Sul. Se você olhar para o Cruzeiro do Sul às 7 da noite, às 9 e às 11, você verá que ele muda de posição. Ele vai girando em torno de um ponto. Esse ponto é o sul. A outra, mais famosa, é o Órion, aquela que tem as Três Marias no meio. Órion, na mitologia dos Gregos, era o nome de um caçador, o mais bonito de todos. As Três Marias são o seu cinturão. Todo caçador tem de ter um cinturão! E todo caçador tem também de ter cães de caça. Pois o Órion tem, ao seu lado, as constelações chamadas Cão Maior e Cão Menor. Na constelação Cão Maior se encontra a estrela de maior brilho no céu, chamada Sírius. E há a constelação chamada Plêiades. A gente quase não vê. Mas com um binóculo comum aparecem as estrelas, nem sei quantas, lindas. Cecília Meireles, talvez a maior das nossas poetisas, fala delas num dos seus poemas: "Vimos as Plêiades. Vemos agora a Estrela Polar. Muitas velas. Muitos remos. Curta vida. Longo mar..."


A Cecília, logo após falar das estrelas, parece que muda de assunto. Começa a falar sobre barcos a vela. Mas o que é que barcos a vela do mar têm a ver com as estrelas do céu? Tem muito a ver. Navegando perto da costa, o navegador não se perde. Mas, e quando ele está no meio do mar, longe da terra? Água por todos os lados, nenhum sinal de terra no horizonte! Que rumo seguir? É tão fácil navegar na direção errada! Pois o navegadores descobriram que, faltando a terra para se orientaram, navegariam na direção certa se olhassem para os céus. Aquela oração que vocês fazem e que diz "assim na terra como no céu" vale para os navegadores: as direções da terra estão mostradas nas estrelas do céu. Que coisa mais interessante essa, que olhando para as estrelas distantes podemos saber onde estamos e em que direção estamos navegando! O Sol também é uma estrela. É um estrela que está muito próxima da terra e, por isso, aparece tão grande! E sua luz muito forte não permite que as outras estrelas sejam vistas durante o dia. Mas há uma situação em que a luz do Sol se apaga durante o dia e o dia vira noite! Você sabe qual é? Eu disse que a luz do Sol se apaga. Não é bem assim. Vou explicar. A luz do Sol está batendo nos seus olhos. Incomoda. Que é que você faz? Coloca a sua mão entre o Sol e os seus olhos. Assim, seus olhos ficam na sombra e você não vê a luz do Sol. Pois coisa semelhante acontece quando a lua fica entre o Sol e a Terra. A Lua tampa a luz do Sol. E a Terra, durante o dia, fica na sombra. E o dia vira noite! Quando isso acontece, os céus ficam negros e podemos ver as estrelas que normalmente não vemos, por causa da luz do Sol.


Eu acho que você pode se transformar numa astrônoma! Uma astrônoma é uma mulher cuja profissão é estudar os céus! Vou lhe contar uma coisa sobre a sua trisavó. Eu sou seu avô, pai do seu pai. Minha mãe era sua bisavó. E a mãe da sua bisavó era sua trisavó. Sua trisavó era minha avó... Não sei o ano em que ela nasceu. Mas imagino que deve ter sido por volta de 1870... Pois ela, que se chamava Delminda, era uma mulher diferente. Era doida por astronomia! Conhecia o nome das estrelas e tinha mesmo uma luneta para ver os céus. Eu mesmo usei a luneta da sua trisavó para ver estrelas... Pois aconteceu durante a sua vida - minha mãe era menina - uma coisa extraordinária: o cometa Halley passou pertinho da terra!


Cometa... Há uma variedade imensa de "coisas" no céu: estrelas dos mais variados tipos e tamanhos, planetas, satélites, asteróides, cometas e uma infinidade de outros corpos celestes... Um cometa é um corpo celeste que aparece de tempos em tempo com uma cauda. Minha mãe, que era criança quando isso aconteceu (1910) me disse que o cometa aparecia enorme no céu, muito maior do que a lua cheia, com uma luminosa cauda brilhante que fazia a noite virar dia!


Sim, pode ser que você venha a ser uma astrônoma. Ou pode ser que você venha a ser uma poetisa. Um astrônomo examina a estrelas, tira fotografias, estuda os seus caminhos e a sua vida. Vida, sim. As estrelas, como nós, nascem e morrem! Mas os poetas, diferentes dos astrônomos, ouvem as estrelas! Não são todos os que podem ouvir as estrelas. Para ouvir as estrelas é preciso tranqüilidade. Os adultos, coitados, não podem ouvir a voz das estrelas. Eles são seres perturbados, agitados, não têm tempo, só ouvem barulhos e os programas de televisão. Para se ouvir a voz das estrelas é preciso ser poeta ou... criança. Quem ouve as estrelas fica tranquilo. Eu me lembro, faz muitos anos... Eu estava angustiado com um problema e não podia dormir. Cansado de rolar na cama, levantei-me e fui para a janela do apartamento. A cidade estava em silêncio. Olhei para as estrelas que brilhavam. Já tinha visto o seu brilho muitas e muitas vezes. Aí elas começaram a falar: "Por que você está aflito? Nós estamos aqui brilhando, faz bilhões de anos. E continuaremos a brilhar por outros bilhões de anos."


Compreendi que eu estava aflito porque dava muita importância a mim mesmo. Mas quem pode se considerar importante olhando para as estrelas? Nossa vida é tão curta! Voltei para a cama e dormi, embalado pela luz das estrelas.



Muitos há que acham que as estrelas não falam. Elas tocam música. O universo é uma orquestra regida por Deus, compositor. Houve mesmo um astrônomo chamado Kepler que chegou ao ponto de escrever as estrelas como se fossem notas numa partitura musical. Ele afirmava haver ouvido a música que Deus estava tocando! Um compositor de nome Holst escreveu um poema sinfônico chamado Os Planetas. Mercúrio, Vênus, Marte, Terra, Saturno, Júpiter, cada um toca uma música que é só sua. Mas o poeta Fernando Pessoa, ao contrário, ao contemplar as estrelas não ouvia música. Ele tinha dó... "Tenho dó das estrelas/ Luzindo há tanto tempo,/ Há tanto tempo.../ Tenho dó das estrelas..."



Peça ao seu pai para ler para você a estória do Pequeno Príncipe. O Pequeno Príncipe morava num asteróide. Um asteróide é um planeta bem pequeno, que gira em torno do Sol. O Pequeno Principe morava sozinho no seu asteróide com uma rosa, um carneiro e uma árvore gigantesca chamada Baobá. (Eu, a Raquel e o Paulinho temos uma muda de Baobá que vamos plantar em algum lugar de Campinas). Aí o Pequeno Príncipe resolveu fazer uma viagem e, de asteróide em asteróide (em cada asteróide morava um tipo divertido: o rei, o acendedor de lampiões, o vaidoso, o geógrafo, o astrônomo...) chegou à terra... Na terra, ele ficou amigo de um homem e de uma raposa. Mas chegou a hora da despedida. Na Terra, tudo se despede... Ele não gostava de despedidas mas era preciso voltar para casa, para sua rosa, o seu carneiro e o Baobá, lá no asteróide, na fundura escura do céu. E assim aconteceu. O Princepezinho se foi. E o seu amigo que ficara aqui na Terra, sozinho, ficava a olhar para os céus nas noites estreladas e se perguntava: "Em que pontinho de luz ele estará?"

sábado, 15 de novembro de 2008

2012?Será ou NÃO!!!Vania Vieira

http://projeto2012.wordpress.com/
Em diversas culturas ancestrais o ano de 2012 é marcado nos calendários como o “apocalipse”, o “fim do mundo”, “o juízo final”, “o fim de um ciclo” e, nos mais otimistas, “o ano em que esta era terminará e outra, melhor, será iniciada”. Maias, Egípcios, Celtas, Hopis, Nostradamus e diversos profetas, Chineses e Budistas, WebBots, Cientistas e Religiosos das mais diferentes crenças afirmam que algo fantástico ocorrerá em nosso planeta em 2012. Nunca antes uma data foi tão importante para muitas culturas, para muitas religiões, cientistas e governos.
E, claro, Hollywood não poderia ficar de fora dessa! Roland Emmerich, que acaba de concluir seu épico pré-histórico 10.000 a.C, verdadeiro especialista em “fins de mundo” e destruição (O Dia Depois de Amanhã, Godzilla, Independence Day), quer dar sua visão particular ao suposto dia da aniquilação da raça humana que ocorrerá em 21 de dezembro de 2012.
O filme que até agora se chama apenas “2012″, será lançado em 10 de Julho de 2009. O trailer ficou pronto e pede que você faça uma pesquisa sobre “2012″ no google. É uma bela tática de marketing já que muita gente não sabe nada a respeito de “2012″ e a internet a cada dia ganha centenas de novos sites, blogs, fóruns e vídeos sobre o assunto. Informação não falta na internet. Com uma simples busca no Google qualquer um pode ficar por dentro deste assunto.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Adélia Prado:Meditação à beira de um poema,

Podei a roseira no momento certo
e viajei muitos dias,
aprendendo de vez que se deve esperar
biblicamente pela hora das coisas.
Quando abri a janela,
vi-a,como nunca a virac onstelada,os botões,
Alguns já com rosa- pálido
espiando entre as sépalas,
jóias vivas em pencas.
Minha dor nas costas,
meu desaponto com os limites do tempo,
o grande esforço para que me entendam
pulverizam-sediante do recorrente milagre.
maravilhosas faziam-seas cíclicas perecíveis rosas.
Ninguém me demoverá do que de repente soube
à margem dos edifícios da razão:
a misericórdia está intacta,
vagalhões de cobiça,punhos fechados,
altissonantes iras,
nada impede ouro de corol a se acreditai:
perfumes.
Só porque é setembro...

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Um Momento Crucial-Trigueirinho

A Terra está passando por uma transição na qual energias cósmicas mais potentes e puras começam a permeá-la e a afastar forças negativas que por milênios estiveram aqui instaladas.
Conscientemente ou subconscientemente todos sabem de que se trata quando ouvem falar nessa transição e logo pressentem algo que transformará toda a superfície do planeta. Sentem tensão, temor ou depressão à medida que seus antigos valores vão decaindo. Sobretudo nas metrópoles a decadência das bases desta civilização assume grandes proporções, destruindo o ânimo, a harmonia e o equilíbrio, impedindo que haja paz entre os seres e no interior de cada um.
Mas é possível estar diante desta transição planetária de forma inteligente, não como vítima, mas como colaborador das energias superiores, radiantes e luminosas que começam a se implantar. Para isso, importa saber que os pensamentos e as emoções estão em geral mergulhados nesse contaminado campo coletivo de tensão e conflito e que, portanto, não são confiáveis.
O primeiro passo é o de tomar consciência de que no próprio ser há um núcleo que está acima dos pensamentos normais e das emoções, um núcleo de harmonia estável, que não se deixa abalar por nenhuma situação externa. Trata-se de aspirar ao contato e à identificação com esse núcleo.
O segundo passo é o de aprender a frear a mente para impedir sua tendência a envolver-se com os estímulos desarmonizadores que recebe. Esses dois passos — o do reconhecimento do núcleo de paz interior e o do controle da mente — são fundamentais. Ante qualquer situação conflituosa, esses passos têm grande valor.
Outro passo essencial é o de não deixar que a inércia se implante no ser. A tensão e a depressão enfraquecem o corpo de energias, o chamado corpo etérico que, se estiver desvitalizado, leva a pessoa à apatia. É indispensável o correto uso da vontade e a realização de atividades evolutivas. Pessoas que estejam passando pelo assédio de forças psíquicas desordenadas ou que tenham sido abaladas por algum choque ou perda não deveriam isolar-se, nem confirmar esse estado, mas sim ir ao encontro de atividades que possam beneficiar os demais.
A higiene, a ordem e a harmonia em si próprio e no ambiente são mais importantes do que se pensa, pois evitam o ingresso em estados de caos. Mantê-las é uma espécie de medida preventiva, profilática, que não deve faltar, dado que as forças conflituosas dos níveis psíquicos se sustentam com essas desarmonias. Além disso, diante de instabilidades emocionais ou mentais, o relacionamento com o alimento se desestabiliza: a pessoa tanto pode passar a comer em demasia, na tentativa de compensar a desvitalização — o que não resolve, pois sua causa não é física —, quanto pode perder o apetite, por causa da apatia e do desinteresse pela vida. Em quaisquer circunstâncias, a alimentação simples, sem condimentos excessivos, contribui para a regularização dos ritmos orgânicos.
É também fundamental manter sempre a própria independência quanto às opiniões e às idéias circulantes, que em geral só confundem; exemplo disso é a ansiedade que se instala em razão da crença de que a saúde do corpo se perde se não se dorme bem. Se a pessoa não consegue dormir, em vez de se deixar levar por essa ansiedade ou pela angústia, deveria usar criativamente o tempo, realizando alguma tarefa útil e assim buscando disciplinar a atividade mental. Quando desordenada, é ela a principal causa de insônia.
Um poderoso auxílio no restabelecimento do equilíbrio é ouvir peças musicais inspiradas. Obras de qualidade elevada são capazes de reorganizar as energias da pessoa e podem ser curativas, tanto quanto uma boa leitura.
Essas sugestões são preliminares para viver em paz interior e com sabedoria a época atual. Quando alguém as adota com determinação, pode canalizar e irradiar as energias do porvir num mundo que hoje está desorientado.
Enfim, a fé, a autodisciplina e a ausência de especulações mentais levam ao contato com a vida interior, encontro que não pode ser adiado nos tempos que correm.
Extraído do boletim Sinais de Figueira, de Trigueirinho
Irdin Editora
www.irdin.org.br
www.vigiliapermanente.org

segunda-feira, 13 de outubro de 2008


PERDOAR: inteligência em ação
Optar pelo perdão é optar pela saúde
O conceito inteligência sofreu muitas variações nos últimos tempos e novas variáveis e valores foram incluídas como participantes do quociente de inteligência (QI). Inteligência: emocional, cognitiva, social, política, religiosa, afetiva; enfim tudo que se relaciona à espécie Homo sapiens-sapiens.A cada dia fica mais fácil (para quem quiser é claro) entender os conceitos que o Mestre Jesus nos trouxe a respeito de amor e perdão: é uma atitude de “refinada” inteligência. Revidar ou esquecer uma ofensa é algo que demanda empenho e raciocínio.Se uma situação difícil ou frustrante na vida de alguém é provocada por outra pessoa, a raiva é, na maioria das vezes, inevitável; pois, raiva é um sentimento primário que trouxemos de nossas fases anteriores da evolução (antes do sapiens–sapiens). É bem indigesto; pois é grande agente desencadeador de dor de estômago, má digestão, dor de cabeça, etc. Quando isso, acontece, há três opções: reagir estouvadamente como faz ainda boa parte dos candidatos a serem transferidos para penitenciárias estelares; pensar friamente numa forma de revidar; ou também pensar friamente e desistir da vingança, optando pelo perdão. A primeira forma não depende de escolha, as duas outras dependem da escolha (inteligência) de quem sofreu a ofensa. Tanto o perdão quanto a vingança exigem uma opção cognitiva de planejamento e execução. Precisa ser organizada e não é apenas uma ação impensada a uma afronta; a raiva pode ir e voltar; mas a vingança, no entanto precisa ser pensada. Não há vingança por instinto (animais não se vingam: sobrevivem – quase seres humanos: vingam-se).Passou da hora de usarmos os anestésicos como desculpas e justificativas a todo instante – espíritos que detêm possibilidade de continuar no planeta pedem desculpas e se justificam apenas com atitudes de mudança e renovação. Num conceito bem prático que analisamos em nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua” e que esmiuçaremos em nosso Blog Américo Canhoto, a mania de usar analgésicos sem pensar e receitados por pobres seres ícones da mídia; indica: falta de raciocínio e compra de passagem para mundos inferiores – “Tomou dorzão: se não passar - vai para o chupão (planeta)”.Dica da hora: que se cuidem os viciados em analgésico e antiinflamatórios – caso o leitor faça uso de analgésicos mais de uma vez ao mês – cuidado, muito cuidado – está carimbando o passaporte... Reflita muito e várias vezes ao dia sobre a passagem do Evangelho para mundos mais felizes: “Bem aventurados os aflitos” – mas, antes disso, livre-se do lixo religioso que proclama a dor como único ou até o melhor caminho de evolução. O caminho do sofrer é o melhor para os pobres em raciocínio – quase border-line da evolução - seu destino: mundos compatíveis.Claro que mesmo a vingança possui graduaçõesOs motivos que levam à vingança também podem determinar a qualidade negativa das pessoas: há vingança por motivos banais e torpes como as picuinhas da vida em família, resultante da falta de reforma íntima ativa e, que as pessoas comuns nem percebem (anestesiadas que estão, em todos os sentidos); mas que dia após dia, transformam-se em graves crimes noticiados no dia a dia ou transformados em carma. Algumas pessoas vêm na vingança uma forma de se sentir bem e até de prazer e, de tão descuidadas até gozam sem perceber. Noutras é uma força de demonstrar poder e força – esse detalhe é o que mais encontramos quando batemos papo com os amigos do além que se colocam como aplicadores da justiça divina – Mas, como alguns deles são bem inteligentes, logo mudam de lado e passam a praticar com sofreguidão a atitude de perdoar. Recomendamos aos leitores do artigo que estudem uma das mais belas reportagens do grande repórter André Luiz veiculadas através da emissora: Chico Xavier - "Libertação" (para os mais apressados e preguiçosos: há resumos muito bons na Net), descubram um repórter fantástico (melhor que o do Globo Repórter) que nos sinaliza este assunto: inteligência na vingança e no perdão. No livro – reportagem em questão -, para os leitores mais afoitos, o objeto de minuciosa tarefa de socorro teve como alvo a “dondoca espiritual Margarida” filha desencarnada de um Juiz atrapalhado pela materialidade - quando o alvo real do resgate era o Gregório (chefe de uma falange de justiceiros do além). Qual a razão do investimento no Gregório? Inteligência e força. Lembram do Saulo que virou Paulo? O próprio Mestre investiu no resgate desse primor de inteligência. Se você fosse comandante de uma empresa (materialista ou espiritual) investiria em quem; na Margarida datilografa, recepcionista ou no funcionário rebelde com tremendo potencial? Nas medíocres cobaias (funcionários que apenas cumprem com seus míseros deveres; ou nos renegados que têm um tremendo potencial mesmo que contrariem as normas e os padrões? Inteligência e desejo de usá-la é tudo.O desejo de perdoar também é gradativoPor outro lado há aqueles que precisam perdoar para se sentir bem. Muitos dizem que depois de perdoar um desafeto sentem-se felizes e libertos. A vingança e o perdão sofrem forte influência cultural e educacional. O desejo de vingança pode tornar-se um processo doentio e obsessivo. A religiosidade (não necessariamente a religião) torna o indivíduo mais propenso a perdoar. Em ambientes competitivos como do de trabalho as pessoas são mais inclinadas à vingarem-se. Fatores como os que comandam os valores da sociedade atual: solidão, egoísmo, desgaste físico e mental, alto fluxo de informações podem contribuir para reações vingativas. Pesquisas mostram que as mulheres são mais vingativas do que os homens.Perdão - amor é um assunto para daqui a alguns dias.Mas, para adiantar, de todas as frases que já li e ouvi sobre vingança e perdão esta foi a que achei mais inteligente:"Não existe vingança tão completa quanto o perdão."

a Realidade Invisível.

A Realidade Invisível
"Conheça a verdade e ela vos libertará". Jesus Cristo
Muitas pessoas consideram real apenas aquilo que conseguem observar com seus olhos físicos. No entanto, a realidade que nos cerca e com a qual interagimos é muito mais ampla, contendo uma grande riqueza que não conseguimos observar diretamente com nossos olhos físicos. Por exemplo, a maioria das pessoas acredita na existência das Pirâmides do Egito, apesar de nunca as terem visto "ao vivo", mas apenas através de filmes e informações gravadas em papel. No entanto, a maioria das pessoas não acredita na existência dos discos voadores, pilotados pelos construtures das Pirâmides do Egito, apesar de já terem vistos muitos filmes e informações gravadas em papel mostrando esses objetos. Por que esta diferença de comportamento? Uma razão óbvia é que as pirâmides estão continuamente presentes em um local fixo do espaço e podem ser observadas por qualquer viajante que se proponha ir até elas. Já com relação aos discos voadores (UFOs, OVNIs) essas características não ocorrem. Mas existe um segunda razão, mais importante, para esse nosso comportamento: a elite mundial (illuminati reptilianos) que controla nosso planeta na terceira dimensão (física) não deseja que aceitemos essa realidade como verdadeira, ridicularizando a todos que afirmam existir esses objetos. Por que isso acontece? Porque os controladores mundiais desejam continuar a serem os controladores mundiais e não estão, portanto, interessados em que a verdade se espalhe pela população. Por que? Porque a existência de discos voadores, implica na existência de seres (que os manobram) mais inteligentes do que eles, os controladores mundiais, e que poderiam desbancá-los do poder, espalhando as verdades que nos foram ocultadas ao longo da história [como as pirâmides do Egito é uma realidade que não dá para ocultar da população, os manipuladores mundiais dizem que elas foram feitas por uma civilização primitiva que não mais existe, que não conseguiu sobreviver até nossos dias. Você acredita nisso?].Assim como os discos voadores, existe uma grande lista de verdades ocultas que nos são negadas pela elite mundial (que são motivos para ridicularizaçã o): discos voadores, Terra oca, imortalidade física e energia do vácuo (não-poluente e também conhecida como energia do ponto zero - ZPE, em inglês - ou energia livre/gratuita) . Existe um fio de ligação de todos esses temas: a nossa saúde! Esses temas, se compreendidos adequadamente, podem proporcionar uma grande melhora de nossa saúde, algo não desejado pelos controladores mundiais. Estes estão interessados no extermínio da raça humana do planeta Terra! Portanto, eles estão interessados em degradar, o máximo possível, a saúde de todos os seres humanos. Por exemplo, apesar de já existirem máquinas ZPE que extraem energia, de forma não poluente, do vácuo, eles insistem em usar a energia vinda, de forma poluente ao meio ambiente usado pelos humanos, do petróleo, obtido de forma centralizada. Além disso, com as máquinas ZPE a energia seria obtida de forma descentralizada (na sua própria residência!), o que arrasaria seu controle centralizado da energia (via petróleo e usinas elétricas). Se as máquinas ZPE entrassem no mercado, ocorreria algo semelhante ao que ocorreu na computação (informática) : antigamente, todo o processamento computacional era feito em máquinas centralizadas (mainframes, controlados pelos illuminati) e, posteriormente, com o lançamento comercial dos computadores pessoais esse processamento ficou descentralizado (portanto, descontrolado) e nós conseguimos chegar à nossa atual internet, fornecedora de inúmeras informações, muitas delas anteriormente secretas.Por que a saúde humana é o fio condutor que interconecta todos os temas proibidos (tabus) citados acima? Porque os seres humanos que habitam no interior da Terra oca são fisicamente imortais e pilotam seus discos voadores usando energia ZPE extraída do vácuo. Portanto, para os controladores, nenhum dos temas tabus deve ser aceito como verdadeiro pela população, para evitar a melhoria da saúde de todos e, obviamente, extingüindo o controle exercido pelos controladores. O número de controladores mundiais é muito pequeno para poder controlar fisicamente toda a população mundial. É a nossa aceitação de mentiras, como se fossem verdades, que permite a continuação do controle que eles exercem. Lembrar que a escassez permite o controle e a abundância nos dá a liberdade...