terça-feira, 4 de novembro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Adélia Prado:Meditação à beira de um poema,
Podei a roseira no momento certo
e viajei muitos dias,
aprendendo de vez que se deve esperar
biblicamente pela hora das coisas.
Quando abri a janela,
vi-a,como nunca a virac onstelada,os botões,
Alguns já com rosa- pálido
espiando entre as sépalas,
jóias vivas em pencas.
Minha dor nas costas,
meu desaponto com os limites do tempo,
o grande esforço para que me entendam
pulverizam-sediante do recorrente milagre.
maravilhosas faziam-seas cíclicas perecíveis rosas.
Ninguém me demoverá do que de repente soube
à margem dos edifícios da razão:
a misericórdia está intacta,
vagalhões de cobiça,punhos fechados,
altissonantes iras,
nada impede ouro de corol a se acreditai:
perfumes.
Só porque é setembro...
e viajei muitos dias,
aprendendo de vez que se deve esperar
biblicamente pela hora das coisas.
Quando abri a janela,
vi-a,como nunca a virac onstelada,os botões,
Alguns já com rosa- pálido
espiando entre as sépalas,
jóias vivas em pencas.
Minha dor nas costas,
meu desaponto com os limites do tempo,
o grande esforço para que me entendam
pulverizam-sediante do recorrente milagre.
maravilhosas faziam-seas cíclicas perecíveis rosas.
Ninguém me demoverá do que de repente soube
à margem dos edifícios da razão:
a misericórdia está intacta,
vagalhões de cobiça,punhos fechados,
altissonantes iras,
nada impede ouro de corol a se acreditai:
perfumes.
Só porque é setembro...
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Um Momento Crucial-Trigueirinho
A Terra está passando por uma transição na qual energias cósmicas mais potentes e puras começam a permeá-la e a afastar forças negativas que por milênios estiveram aqui instaladas.
Conscientemente ou subconscientemente todos sabem de que se trata quando ouvem falar nessa transição e logo pressentem algo que transformará toda a superfície do planeta. Sentem tensão, temor ou depressão à medida que seus antigos valores vão decaindo. Sobretudo nas metrópoles a decadência das bases desta civilização assume grandes proporções, destruindo o ânimo, a harmonia e o equilíbrio, impedindo que haja paz entre os seres e no interior de cada um.
Mas é possível estar diante desta transição planetária de forma inteligente, não como vítima, mas como colaborador das energias superiores, radiantes e luminosas que começam a se implantar. Para isso, importa saber que os pensamentos e as emoções estão em geral mergulhados nesse contaminado campo coletivo de tensão e conflito e que, portanto, não são confiáveis.
O primeiro passo é o de tomar consciência de que no próprio ser há um núcleo que está acima dos pensamentos normais e das emoções, um núcleo de harmonia estável, que não se deixa abalar por nenhuma situação externa. Trata-se de aspirar ao contato e à identificação com esse núcleo.
O segundo passo é o de aprender a frear a mente para impedir sua tendência a envolver-se com os estímulos desarmonizadores que recebe. Esses dois passos — o do reconhecimento do núcleo de paz interior e o do controle da mente — são fundamentais. Ante qualquer situação conflituosa, esses passos têm grande valor.
Outro passo essencial é o de não deixar que a inércia se implante no ser. A tensão e a depressão enfraquecem o corpo de energias, o chamado corpo etérico que, se estiver desvitalizado, leva a pessoa à apatia. É indispensável o correto uso da vontade e a realização de atividades evolutivas. Pessoas que estejam passando pelo assédio de forças psíquicas desordenadas ou que tenham sido abaladas por algum choque ou perda não deveriam isolar-se, nem confirmar esse estado, mas sim ir ao encontro de atividades que possam beneficiar os demais.
A higiene, a ordem e a harmonia em si próprio e no ambiente são mais importantes do que se pensa, pois evitam o ingresso em estados de caos. Mantê-las é uma espécie de medida preventiva, profilática, que não deve faltar, dado que as forças conflituosas dos níveis psíquicos se sustentam com essas desarmonias. Além disso, diante de instabilidades emocionais ou mentais, o relacionamento com o alimento se desestabiliza: a pessoa tanto pode passar a comer em demasia, na tentativa de compensar a desvitalização — o que não resolve, pois sua causa não é física —, quanto pode perder o apetite, por causa da apatia e do desinteresse pela vida. Em quaisquer circunstâncias, a alimentação simples, sem condimentos excessivos, contribui para a regularização dos ritmos orgânicos.
É também fundamental manter sempre a própria independência quanto às opiniões e às idéias circulantes, que em geral só confundem; exemplo disso é a ansiedade que se instala em razão da crença de que a saúde do corpo se perde se não se dorme bem. Se a pessoa não consegue dormir, em vez de se deixar levar por essa ansiedade ou pela angústia, deveria usar criativamente o tempo, realizando alguma tarefa útil e assim buscando disciplinar a atividade mental. Quando desordenada, é ela a principal causa de insônia.
Um poderoso auxílio no restabelecimento do equilíbrio é ouvir peças musicais inspiradas. Obras de qualidade elevada são capazes de reorganizar as energias da pessoa e podem ser curativas, tanto quanto uma boa leitura.
Essas sugestões são preliminares para viver em paz interior e com sabedoria a época atual. Quando alguém as adota com determinação, pode canalizar e irradiar as energias do porvir num mundo que hoje está desorientado.
Enfim, a fé, a autodisciplina e a ausência de especulações mentais levam ao contato com a vida interior, encontro que não pode ser adiado nos tempos que correm.
Extraído do boletim Sinais de Figueira, de Trigueirinho
Irdin Editora
www.irdin.org.br
www.vigiliapermanente.org
Conscientemente ou subconscientemente todos sabem de que se trata quando ouvem falar nessa transição e logo pressentem algo que transformará toda a superfície do planeta. Sentem tensão, temor ou depressão à medida que seus antigos valores vão decaindo. Sobretudo nas metrópoles a decadência das bases desta civilização assume grandes proporções, destruindo o ânimo, a harmonia e o equilíbrio, impedindo que haja paz entre os seres e no interior de cada um.
Mas é possível estar diante desta transição planetária de forma inteligente, não como vítima, mas como colaborador das energias superiores, radiantes e luminosas que começam a se implantar. Para isso, importa saber que os pensamentos e as emoções estão em geral mergulhados nesse contaminado campo coletivo de tensão e conflito e que, portanto, não são confiáveis.
O primeiro passo é o de tomar consciência de que no próprio ser há um núcleo que está acima dos pensamentos normais e das emoções, um núcleo de harmonia estável, que não se deixa abalar por nenhuma situação externa. Trata-se de aspirar ao contato e à identificação com esse núcleo.
O segundo passo é o de aprender a frear a mente para impedir sua tendência a envolver-se com os estímulos desarmonizadores que recebe. Esses dois passos — o do reconhecimento do núcleo de paz interior e o do controle da mente — são fundamentais. Ante qualquer situação conflituosa, esses passos têm grande valor.
Outro passo essencial é o de não deixar que a inércia se implante no ser. A tensão e a depressão enfraquecem o corpo de energias, o chamado corpo etérico que, se estiver desvitalizado, leva a pessoa à apatia. É indispensável o correto uso da vontade e a realização de atividades evolutivas. Pessoas que estejam passando pelo assédio de forças psíquicas desordenadas ou que tenham sido abaladas por algum choque ou perda não deveriam isolar-se, nem confirmar esse estado, mas sim ir ao encontro de atividades que possam beneficiar os demais.
A higiene, a ordem e a harmonia em si próprio e no ambiente são mais importantes do que se pensa, pois evitam o ingresso em estados de caos. Mantê-las é uma espécie de medida preventiva, profilática, que não deve faltar, dado que as forças conflituosas dos níveis psíquicos se sustentam com essas desarmonias. Além disso, diante de instabilidades emocionais ou mentais, o relacionamento com o alimento se desestabiliza: a pessoa tanto pode passar a comer em demasia, na tentativa de compensar a desvitalização — o que não resolve, pois sua causa não é física —, quanto pode perder o apetite, por causa da apatia e do desinteresse pela vida. Em quaisquer circunstâncias, a alimentação simples, sem condimentos excessivos, contribui para a regularização dos ritmos orgânicos.
É também fundamental manter sempre a própria independência quanto às opiniões e às idéias circulantes, que em geral só confundem; exemplo disso é a ansiedade que se instala em razão da crença de que a saúde do corpo se perde se não se dorme bem. Se a pessoa não consegue dormir, em vez de se deixar levar por essa ansiedade ou pela angústia, deveria usar criativamente o tempo, realizando alguma tarefa útil e assim buscando disciplinar a atividade mental. Quando desordenada, é ela a principal causa de insônia.
Um poderoso auxílio no restabelecimento do equilíbrio é ouvir peças musicais inspiradas. Obras de qualidade elevada são capazes de reorganizar as energias da pessoa e podem ser curativas, tanto quanto uma boa leitura.
Essas sugestões são preliminares para viver em paz interior e com sabedoria a época atual. Quando alguém as adota com determinação, pode canalizar e irradiar as energias do porvir num mundo que hoje está desorientado.
Enfim, a fé, a autodisciplina e a ausência de especulações mentais levam ao contato com a vida interior, encontro que não pode ser adiado nos tempos que correm.
Extraído do boletim Sinais de Figueira, de Trigueirinho
Irdin Editora
www.irdin.org.br
www.vigiliapermanente.org
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
PERDOAR: inteligência em ação
Optar pelo perdão é optar pela saúde
O conceito inteligência sofreu muitas variações nos últimos tempos e novas variáveis e valores foram incluídas como participantes do quociente de inteligência (QI). Inteligência: emocional, cognitiva, social, política, religiosa, afetiva; enfim tudo que se relaciona à espécie Homo sapiens-sapiens.A cada dia fica mais fácil (para quem quiser é claro) entender os conceitos que o Mestre Jesus nos trouxe a respeito de amor e perdão: é uma atitude de “refinada” inteligência. Revidar ou esquecer uma ofensa é algo que demanda empenho e raciocínio.Se uma situação difícil ou frustrante na vida de alguém é provocada por outra pessoa, a raiva é, na maioria das vezes, inevitável; pois, raiva é um sentimento primário que trouxemos de nossas fases anteriores da evolução (antes do sapiens–sapiens). É bem indigesto; pois é grande agente desencadeador de dor de estômago, má digestão, dor de cabeça, etc. Quando isso, acontece, há três opções: reagir estouvadamente como faz ainda boa parte dos candidatos a serem transferidos para penitenciárias estelares; pensar friamente numa forma de revidar; ou também pensar friamente e desistir da vingança, optando pelo perdão. A primeira forma não depende de escolha, as duas outras dependem da escolha (inteligência) de quem sofreu a ofensa. Tanto o perdão quanto a vingança exigem uma opção cognitiva de planejamento e execução. Precisa ser organizada e não é apenas uma ação impensada a uma afronta; a raiva pode ir e voltar; mas a vingança, no entanto precisa ser pensada. Não há vingança por instinto (animais não se vingam: sobrevivem – quase seres humanos: vingam-se).Passou da hora de usarmos os anestésicos como desculpas e justificativas a todo instante – espíritos que detêm possibilidade de continuar no planeta pedem desculpas e se justificam apenas com atitudes de mudança e renovação. Num conceito bem prático que analisamos em nosso livro: “Saúde ou doença: a escolha é sua” e que esmiuçaremos em nosso Blog Américo Canhoto, a mania de usar analgésicos sem pensar e receitados por pobres seres ícones da mídia; indica: falta de raciocínio e compra de passagem para mundos inferiores – “Tomou dorzão: se não passar - vai para o chupão (planeta)”.Dica da hora: que se cuidem os viciados em analgésico e antiinflamatórios – caso o leitor faça uso de analgésicos mais de uma vez ao mês – cuidado, muito cuidado – está carimbando o passaporte... Reflita muito e várias vezes ao dia sobre a passagem do Evangelho para mundos mais felizes: “Bem aventurados os aflitos” – mas, antes disso, livre-se do lixo religioso que proclama a dor como único ou até o melhor caminho de evolução. O caminho do sofrer é o melhor para os pobres em raciocínio – quase border-line da evolução - seu destino: mundos compatíveis.Claro que mesmo a vingança possui graduaçõesOs motivos que levam à vingança também podem determinar a qualidade negativa das pessoas: há vingança por motivos banais e torpes como as picuinhas da vida em família, resultante da falta de reforma íntima ativa e, que as pessoas comuns nem percebem (anestesiadas que estão, em todos os sentidos); mas que dia após dia, transformam-se em graves crimes noticiados no dia a dia ou transformados em carma. Algumas pessoas vêm na vingança uma forma de se sentir bem e até de prazer e, de tão descuidadas até gozam sem perceber. Noutras é uma força de demonstrar poder e força – esse detalhe é o que mais encontramos quando batemos papo com os amigos do além que se colocam como aplicadores da justiça divina – Mas, como alguns deles são bem inteligentes, logo mudam de lado e passam a praticar com sofreguidão a atitude de perdoar. Recomendamos aos leitores do artigo que estudem uma das mais belas reportagens do grande repórter André Luiz veiculadas através da emissora: Chico Xavier - "Libertação" (para os mais apressados e preguiçosos: há resumos muito bons na Net), descubram um repórter fantástico (melhor que o do Globo Repórter) que nos sinaliza este assunto: inteligência na vingança e no perdão. No livro – reportagem em questão -, para os leitores mais afoitos, o objeto de minuciosa tarefa de socorro teve como alvo a “dondoca espiritual Margarida” filha desencarnada de um Juiz atrapalhado pela materialidade - quando o alvo real do resgate era o Gregório (chefe de uma falange de justiceiros do além). Qual a razão do investimento no Gregório? Inteligência e força. Lembram do Saulo que virou Paulo? O próprio Mestre investiu no resgate desse primor de inteligência. Se você fosse comandante de uma empresa (materialista ou espiritual) investiria em quem; na Margarida datilografa, recepcionista ou no funcionário rebelde com tremendo potencial? Nas medíocres cobaias (funcionários que apenas cumprem com seus míseros deveres; ou nos renegados que têm um tremendo potencial mesmo que contrariem as normas e os padrões? Inteligência e desejo de usá-la é tudo.O desejo de perdoar também é gradativoPor outro lado há aqueles que precisam perdoar para se sentir bem. Muitos dizem que depois de perdoar um desafeto sentem-se felizes e libertos. A vingança e o perdão sofrem forte influência cultural e educacional. O desejo de vingança pode tornar-se um processo doentio e obsessivo. A religiosidade (não necessariamente a religião) torna o indivíduo mais propenso a perdoar. Em ambientes competitivos como do de trabalho as pessoas são mais inclinadas à vingarem-se. Fatores como os que comandam os valores da sociedade atual: solidão, egoísmo, desgaste físico e mental, alto fluxo de informações podem contribuir para reações vingativas. Pesquisas mostram que as mulheres são mais vingativas do que os homens.Perdão - amor é um assunto para daqui a alguns dias.Mas, para adiantar, de todas as frases que já li e ouvi sobre vingança e perdão esta foi a que achei mais inteligente:"Não existe vingança tão completa quanto o perdão."
a Realidade Invisível.
A Realidade Invisível
"Conheça a verdade e ela vos libertará". Jesus Cristo
Muitas pessoas consideram real apenas aquilo que conseguem observar com seus olhos físicos. No entanto, a realidade que nos cerca e com a qual interagimos é muito mais ampla, contendo uma grande riqueza que não conseguimos observar diretamente com nossos olhos físicos. Por exemplo, a maioria das pessoas acredita na existência das Pirâmides do Egito, apesar de nunca as terem visto "ao vivo", mas apenas através de filmes e informações gravadas em papel. No entanto, a maioria das pessoas não acredita na existência dos discos voadores, pilotados pelos construtures das Pirâmides do Egito, apesar de já terem vistos muitos filmes e informações gravadas em papel mostrando esses objetos. Por que esta diferença de comportamento? Uma razão óbvia é que as pirâmides estão continuamente presentes em um local fixo do espaço e podem ser observadas por qualquer viajante que se proponha ir até elas. Já com relação aos discos voadores (UFOs, OVNIs) essas características não ocorrem. Mas existe um segunda razão, mais importante, para esse nosso comportamento: a elite mundial (illuminati reptilianos) que controla nosso planeta na terceira dimensão (física) não deseja que aceitemos essa realidade como verdadeira, ridicularizando a todos que afirmam existir esses objetos. Por que isso acontece? Porque os controladores mundiais desejam continuar a serem os controladores mundiais e não estão, portanto, interessados em que a verdade se espalhe pela população. Por que? Porque a existência de discos voadores, implica na existência de seres (que os manobram) mais inteligentes do que eles, os controladores mundiais, e que poderiam desbancá-los do poder, espalhando as verdades que nos foram ocultadas ao longo da história [como as pirâmides do Egito é uma realidade que não dá para ocultar da população, os manipuladores mundiais dizem que elas foram feitas por uma civilização primitiva que não mais existe, que não conseguiu sobreviver até nossos dias. Você acredita nisso?].Assim como os discos voadores, existe uma grande lista de verdades ocultas que nos são negadas pela elite mundial (que são motivos para ridicularizaçã o): discos voadores, Terra oca, imortalidade física e energia do vácuo (não-poluente e também conhecida como energia do ponto zero - ZPE, em inglês - ou energia livre/gratuita) . Existe um fio de ligação de todos esses temas: a nossa saúde! Esses temas, se compreendidos adequadamente, podem proporcionar uma grande melhora de nossa saúde, algo não desejado pelos controladores mundiais. Estes estão interessados no extermínio da raça humana do planeta Terra! Portanto, eles estão interessados em degradar, o máximo possível, a saúde de todos os seres humanos. Por exemplo, apesar de já existirem máquinas ZPE que extraem energia, de forma não poluente, do vácuo, eles insistem em usar a energia vinda, de forma poluente ao meio ambiente usado pelos humanos, do petróleo, obtido de forma centralizada. Além disso, com as máquinas ZPE a energia seria obtida de forma descentralizada (na sua própria residência!), o que arrasaria seu controle centralizado da energia (via petróleo e usinas elétricas). Se as máquinas ZPE entrassem no mercado, ocorreria algo semelhante ao que ocorreu na computação (informática) : antigamente, todo o processamento computacional era feito em máquinas centralizadas (mainframes, controlados pelos illuminati) e, posteriormente, com o lançamento comercial dos computadores pessoais esse processamento ficou descentralizado (portanto, descontrolado) e nós conseguimos chegar à nossa atual internet, fornecedora de inúmeras informações, muitas delas anteriormente secretas.Por que a saúde humana é o fio condutor que interconecta todos os temas proibidos (tabus) citados acima? Porque os seres humanos que habitam no interior da Terra oca são fisicamente imortais e pilotam seus discos voadores usando energia ZPE extraída do vácuo. Portanto, para os controladores, nenhum dos temas tabus deve ser aceito como verdadeiro pela população, para evitar a melhoria da saúde de todos e, obviamente, extingüindo o controle exercido pelos controladores. O número de controladores mundiais é muito pequeno para poder controlar fisicamente toda a população mundial. É a nossa aceitação de mentiras, como se fossem verdades, que permite a continuação do controle que eles exercem. Lembrar que a escassez permite o controle e a abundância nos dá a liberdade...
"Conheça a verdade e ela vos libertará". Jesus Cristo
Muitas pessoas consideram real apenas aquilo que conseguem observar com seus olhos físicos. No entanto, a realidade que nos cerca e com a qual interagimos é muito mais ampla, contendo uma grande riqueza que não conseguimos observar diretamente com nossos olhos físicos. Por exemplo, a maioria das pessoas acredita na existência das Pirâmides do Egito, apesar de nunca as terem visto "ao vivo", mas apenas através de filmes e informações gravadas em papel. No entanto, a maioria das pessoas não acredita na existência dos discos voadores, pilotados pelos construtures das Pirâmides do Egito, apesar de já terem vistos muitos filmes e informações gravadas em papel mostrando esses objetos. Por que esta diferença de comportamento? Uma razão óbvia é que as pirâmides estão continuamente presentes em um local fixo do espaço e podem ser observadas por qualquer viajante que se proponha ir até elas. Já com relação aos discos voadores (UFOs, OVNIs) essas características não ocorrem. Mas existe um segunda razão, mais importante, para esse nosso comportamento: a elite mundial (illuminati reptilianos) que controla nosso planeta na terceira dimensão (física) não deseja que aceitemos essa realidade como verdadeira, ridicularizando a todos que afirmam existir esses objetos. Por que isso acontece? Porque os controladores mundiais desejam continuar a serem os controladores mundiais e não estão, portanto, interessados em que a verdade se espalhe pela população. Por que? Porque a existência de discos voadores, implica na existência de seres (que os manobram) mais inteligentes do que eles, os controladores mundiais, e que poderiam desbancá-los do poder, espalhando as verdades que nos foram ocultadas ao longo da história [como as pirâmides do Egito é uma realidade que não dá para ocultar da população, os manipuladores mundiais dizem que elas foram feitas por uma civilização primitiva que não mais existe, que não conseguiu sobreviver até nossos dias. Você acredita nisso?].Assim como os discos voadores, existe uma grande lista de verdades ocultas que nos são negadas pela elite mundial (que são motivos para ridicularizaçã o): discos voadores, Terra oca, imortalidade física e energia do vácuo (não-poluente e também conhecida como energia do ponto zero - ZPE, em inglês - ou energia livre/gratuita) . Existe um fio de ligação de todos esses temas: a nossa saúde! Esses temas, se compreendidos adequadamente, podem proporcionar uma grande melhora de nossa saúde, algo não desejado pelos controladores mundiais. Estes estão interessados no extermínio da raça humana do planeta Terra! Portanto, eles estão interessados em degradar, o máximo possível, a saúde de todos os seres humanos. Por exemplo, apesar de já existirem máquinas ZPE que extraem energia, de forma não poluente, do vácuo, eles insistem em usar a energia vinda, de forma poluente ao meio ambiente usado pelos humanos, do petróleo, obtido de forma centralizada. Além disso, com as máquinas ZPE a energia seria obtida de forma descentralizada (na sua própria residência!), o que arrasaria seu controle centralizado da energia (via petróleo e usinas elétricas). Se as máquinas ZPE entrassem no mercado, ocorreria algo semelhante ao que ocorreu na computação (informática) : antigamente, todo o processamento computacional era feito em máquinas centralizadas (mainframes, controlados pelos illuminati) e, posteriormente, com o lançamento comercial dos computadores pessoais esse processamento ficou descentralizado (portanto, descontrolado) e nós conseguimos chegar à nossa atual internet, fornecedora de inúmeras informações, muitas delas anteriormente secretas.Por que a saúde humana é o fio condutor que interconecta todos os temas proibidos (tabus) citados acima? Porque os seres humanos que habitam no interior da Terra oca são fisicamente imortais e pilotam seus discos voadores usando energia ZPE extraída do vácuo. Portanto, para os controladores, nenhum dos temas tabus deve ser aceito como verdadeiro pela população, para evitar a melhoria da saúde de todos e, obviamente, extingüindo o controle exercido pelos controladores. O número de controladores mundiais é muito pequeno para poder controlar fisicamente toda a população mundial. É a nossa aceitação de mentiras, como se fossem verdades, que permite a continuação do controle que eles exercem. Lembrar que a escassez permite o controle e a abundância nos dá a liberdade...
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Necessidades...Vania Vieira.
É assim mesmo...Escrevo e pronto!
e assim eu sinto...Rabisco e sou!
Escrevo porque preciso!
Rabisco porque assim me realizo!
Sem preocupação ou medo...
se tenho algúem ou estou só!
Lê quem quer!
Entende quem pode!
Critica quem tem tempo!
Vejo letras como meus diamantes!
Unidas elas são estrelas!
Plêiades, constelações!
Entendidas são jóias raras!
Brilham, colorem, alegram e germinam!
Dão origem a pérolas raras!
Escrevo e pronto!
Nem sei porque!
Rabisco e ponto!
Eu sou!E só!
e assim eu sinto...Rabisco e sou!
Escrevo porque preciso!
Rabisco porque assim me realizo!
Sem preocupação ou medo...
se tenho algúem ou estou só!
Lê quem quer!
Entende quem pode!
Critica quem tem tempo!
Vejo letras como meus diamantes!
Unidas elas são estrelas!
Plêiades, constelações!
Entendidas são jóias raras!
Brilham, colorem, alegram e germinam!
Dão origem a pérolas raras!
Escrevo e pronto!
Nem sei porque!
Rabisco e ponto!
Eu sou!E só!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Mônadas...procure entender!
TEORIA MONÁDICA
Estamos na nossa experiência terrena condicionados ao Eu, um condicionamento necessário à evolução e expansão do Todo. Este condicionamento permite-nos viver e experienciar a vida na Terra como seres individuais, fazendo-nos esquecer um pouco da nossa existência primordial e da nossa ligação ao Todo.
Uma das teorias mais interessantes referentes à forma como se dá a ligação ao Todo é a proposta pelo Dr. Joshua David Stone, Ph. D. em psicologia transpessoal, a Teoria das Mónadas, a qual é sustentada pelos ensinamentos de dois dos mestres de Joshua, a britânica Alice Bayley (1880-1949) e o tibetano Djwhal Khul.
MÓNADAS
Segundo esta teoria, existe uma energia que se designa Mónada que se divide em 12 extensões que se designam Alma. Por sua vez, cada alma divide-se em outras 12 Extensões da Alma que experienciam a densidade, seja na Terra seja em outro plano material; assim sendo, cada um de nós que experiencia a vida na Terra, é uma extensão de uma energia superior designada alma.
Uma mónada é assim constituída por um total de 144 extensões que constantemente partilham experiências entre si, evoluindo e fazendo evoluir cada alma e consequentemente cada mónada. A energia Alma pode também ser vista como a energia que cada vez com mais frequência se conhece como o Eu Superior e a Mónada, na sua ligação com todas as outras mónadas, a energia que normalmente se designa por muitas culturas, como Deus.
OS SONHOS
Esta teoria acende muitas luzes, por exemplo, sobre o mundo dos sonhos. Quando sonhamos, acedemos também às memória e experiências de todas as outras 143 extensões da mónada, mas mais estreitamente às memórias das 11 extensões da alma que pertencemos. Durante um sonho pode ocorrer uma cura ou simplesmente uma das outras extensões, ou mesmo a energia da alma, pode-nos dar informação valorosíssima para a resolução de determinado problema.
Medos e fobias podem até ser aliviados, se a extensão está a passar por momentos demasiado dolorosos e a alma decide que a experiência não está a decorrer de acordo com a experiência pretendida. Normalmente isto acontece através da experiência de sonho que designamos por pesadelo mas que se deve entender como uma experiência necessária para a cura de determinado aspecto em nós próprios.
SINTOMAS INEXPLICÁVEIS
Esta teoria explica também determinadas dores ou efeitos físicos sem causa aparente, que acontecem inexplicavelmente e desaparecem conforme surgiram. Por exemplo, se uma das extensões da Alma está a experienciar uma morte traumática, ou dolorosa fisicamente, essa dor pode ser experienciada, ainda que a um nível subtil, pelas outras 11 extensões da mesma alma, ou mesmo, por todas as outras 132 extensões das outras 11 almas pertencentes à mesma mónada.
Esta teoria diz-nos ainda que, quando se entra em processo de regressão, está-se não só a aceder aos nossos registos akáshicos, mas, se necessário, aos registos das outras 143 extensões da mónada, caso por exemplo, se uma experiência doutra extensão influenciou duma forma marcada, a nossa vida actual.
ALMAS GÉMEAS
O facto de sentirmos inexplicavelmente que conhecemos uma pessoa à muito tempo, quando a acabámos de conhecer à minutos, explica-se por esta teoria, pois essa pessoa pode simplesmente ser uma das outras 11 extensões da sua alma, com a qual, você partilha as suas experiências e que normalmente na Terra designamos como Alma Gémea.
Estar na presença de uma das outras 132 extensões das outras 11 almas, pode também fazer aflorar o sentimento de familiaridade. Diz-se que quando duas extensões da mesma alma se juntam numa mesma experiência, se cria uma energia muito forte e que quando os seus propósitos de vida na Terra é a evolução dos aspectos ligados ao corpo espiritual, ambas as extensões evoluem bastante pois a sua ligação é bastante mais estreita.
A UNIDADE
A teoria das mónadas mostra-nos por fim, que somos todos Um, porque todas as mónadas estão também ligadas entre si, evoluindo e trabalhando constantemente para a evolução e expansão do Todo que na Terra designamos por Universo Infinito.
Estamos numa época onde novas teorias sobre o ser humano e a sua ligação à existência abundam. Quase que em cada livro, uma nova teoria é apresentada. Relativamente à Teoria das Mónadas, cabe também deixar claro que é uma teoria, e deve ser observada como tal; e, tal como todas as teorias, deve ser submetida à experiência.
Concordamos plenamente com Albert Eistein quando afirmou: "não existe conhecimento sem experiência". Permita também que a sua experiência lhe mostre o valor das teorias.
Estamos na nossa experiência terrena condicionados ao Eu, um condicionamento necessário à evolução e expansão do Todo. Este condicionamento permite-nos viver e experienciar a vida na Terra como seres individuais, fazendo-nos esquecer um pouco da nossa existência primordial e da nossa ligação ao Todo.
Uma das teorias mais interessantes referentes à forma como se dá a ligação ao Todo é a proposta pelo Dr. Joshua David Stone, Ph. D. em psicologia transpessoal, a Teoria das Mónadas, a qual é sustentada pelos ensinamentos de dois dos mestres de Joshua, a britânica Alice Bayley (1880-1949) e o tibetano Djwhal Khul.
MÓNADAS
Segundo esta teoria, existe uma energia que se designa Mónada que se divide em 12 extensões que se designam Alma. Por sua vez, cada alma divide-se em outras 12 Extensões da Alma que experienciam a densidade, seja na Terra seja em outro plano material; assim sendo, cada um de nós que experiencia a vida na Terra, é uma extensão de uma energia superior designada alma.
Uma mónada é assim constituída por um total de 144 extensões que constantemente partilham experiências entre si, evoluindo e fazendo evoluir cada alma e consequentemente cada mónada. A energia Alma pode também ser vista como a energia que cada vez com mais frequência se conhece como o Eu Superior e a Mónada, na sua ligação com todas as outras mónadas, a energia que normalmente se designa por muitas culturas, como Deus.
OS SONHOS
Esta teoria acende muitas luzes, por exemplo, sobre o mundo dos sonhos. Quando sonhamos, acedemos também às memória e experiências de todas as outras 143 extensões da mónada, mas mais estreitamente às memórias das 11 extensões da alma que pertencemos. Durante um sonho pode ocorrer uma cura ou simplesmente uma das outras extensões, ou mesmo a energia da alma, pode-nos dar informação valorosíssima para a resolução de determinado problema.
Medos e fobias podem até ser aliviados, se a extensão está a passar por momentos demasiado dolorosos e a alma decide que a experiência não está a decorrer de acordo com a experiência pretendida. Normalmente isto acontece através da experiência de sonho que designamos por pesadelo mas que se deve entender como uma experiência necessária para a cura de determinado aspecto em nós próprios.
SINTOMAS INEXPLICÁVEIS
Esta teoria explica também determinadas dores ou efeitos físicos sem causa aparente, que acontecem inexplicavelmente e desaparecem conforme surgiram. Por exemplo, se uma das extensões da Alma está a experienciar uma morte traumática, ou dolorosa fisicamente, essa dor pode ser experienciada, ainda que a um nível subtil, pelas outras 11 extensões da mesma alma, ou mesmo, por todas as outras 132 extensões das outras 11 almas pertencentes à mesma mónada.
Esta teoria diz-nos ainda que, quando se entra em processo de regressão, está-se não só a aceder aos nossos registos akáshicos, mas, se necessário, aos registos das outras 143 extensões da mónada, caso por exemplo, se uma experiência doutra extensão influenciou duma forma marcada, a nossa vida actual.
ALMAS GÉMEAS
O facto de sentirmos inexplicavelmente que conhecemos uma pessoa à muito tempo, quando a acabámos de conhecer à minutos, explica-se por esta teoria, pois essa pessoa pode simplesmente ser uma das outras 11 extensões da sua alma, com a qual, você partilha as suas experiências e que normalmente na Terra designamos como Alma Gémea.
Estar na presença de uma das outras 132 extensões das outras 11 almas, pode também fazer aflorar o sentimento de familiaridade. Diz-se que quando duas extensões da mesma alma se juntam numa mesma experiência, se cria uma energia muito forte e que quando os seus propósitos de vida na Terra é a evolução dos aspectos ligados ao corpo espiritual, ambas as extensões evoluem bastante pois a sua ligação é bastante mais estreita.
A UNIDADE
A teoria das mónadas mostra-nos por fim, que somos todos Um, porque todas as mónadas estão também ligadas entre si, evoluindo e trabalhando constantemente para a evolução e expansão do Todo que na Terra designamos por Universo Infinito.
Estamos numa época onde novas teorias sobre o ser humano e a sua ligação à existência abundam. Quase que em cada livro, uma nova teoria é apresentada. Relativamente à Teoria das Mónadas, cabe também deixar claro que é uma teoria, e deve ser observada como tal; e, tal como todas as teorias, deve ser submetida à experiência.
Concordamos plenamente com Albert Eistein quando afirmou: "não existe conhecimento sem experiência". Permita também que a sua experiência lhe mostre o valor das teorias.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
O Universo Inteligente
Freqüentemente nos movemos em nosso ambiente diário sem entender quase nada sobre o mundo. Dedicamos pouco tempo a pensar no mecanismo que gera a luz solar que faz possível a vida, na gravidade que nos ata à terra e que de outra forma nos lançaria ao espaço, ou nos átomos de que estamos constituídos e de cuja estabilidade dependemos de maneira fundamental. Dedicamos pouco tempo a nos perguntar por que a natureza é da forma que é, de onde surgiu o cosmos, ou se sempre esteve, se o tempo correrá em sentido contrário algum dia. Em nossa sociedade alguns se sentem incômodos com questões deste tipo porque nos mostram vividamente as limitações do conhecimento humano. Mas grande parte da ciência esteve guiada por estas perguntas filosóficas. Nos regogizamos com o aspecto das estrelas, da natureza, mas nos perguntamos por que, de onde, para onde? por que obviamente este Universo em marcha vai para alguma parte, tem um sentido, um porquê, e um como, e se o encontramos talvez nos desvele quem fomos. Os cientistas atuais descrevem o universo através de duas teorias parciais fundamentais: a teoria da relatividade geral e a mecânica quântica. Constituem o ápice intelectual da primeira metade deste século. A teoria da relatividade descreve a gravidade e a estrutura em grande escala do universo. A mecânica quântica o mundo do diminuto. E ainda a teoria do caos é a descrição de fenômenos dinâmicos da Natureza que se descreve com equações não lineares de difícil ou inexistente solução, ao menos algébrica. Se se admitir então, dado que é o que procuram os cientistas, que o universo está regido por leis bem definidas, porque falar e acreditar que a vida e o universo exitem por mera casualidade, que não há uma inteligência subjacente ao próprio universo?. Este é um dos enganos fundamentais que às vezes fechou nossa capacidade de compreensão. Como poderíamos negar ao Universo - com sua perfeição - um sentido? Se queremos compreender todos esses maravilhosos jogos que supomos ao acaso vamos percorrer a história do Cosmos, ao menos tal como o vemos segundo nossas teorias, extraindo lições da relatividade geral, da mecânica quântica, esta perspectiva se faz verdadeiramente vertiginosa. Segundo a teoria do Big Bang tudo começou faz 15 bilhões de anos e este Big Bang originou em sua primeira fase conhecida como inflacionária, o volume do Universo. Um segundo depois do Big Bang o Universo era uma sopa espessa de prótons, nêutrons, elétrons e fótons, a 10 milhões de graus. Um quarto de hora mais tarde, 25% dos prótons e nêutrons transformaram- se em núcleos de hélio por intensas reações termonucleares. Se o Universo não tivesse conhecido esta fase de expansão, de uma intensidade inimaginável, o Cosmos se retrairia, afundando sobre se mesmo. É curioso como se trivializaram e banalizam os estudos de cientistas quando há prejuízos ou interesses. O Big Bang não é uma explosão; a teoria simplesmente descreve uma evolução desde hoje para trás, até um ponto de mínimo espaço e matéria e máxima energia, momento no em que falham todas as leis conhecidas (relatividade, mecânica quântica) a partir do qual não podemos dizer o que aconteceu. Pode parecer uma explosão, mas muito controlada e muito ajustada em seus parâmetros. As leis da física contêm muitas quantidades fundamentais, como a magnitude da carga elétrica do elétron, e a relação entre as massas de prótons e elétrons. O fato notável é que os valores dessas quantidades parecem ter sido ajustadas sutilmente para fazer possível a vida. Por exemplo, se a carga elétrica do elétron tivesse sido sozinho ligeiramente diferente, as estrelas teriam sido incapazes de queimar hidrogênio e hélio. Se as massas do próton mais o elétron fossem ligeiramente superiores ao nêutron, e não algo menos como acontece, o efeito resultaria devastador: o átomo de hidrogênio seria instável. O Sol não existiria. A estrutura geral de muitos dos sistemas que observamos na natureza está determinada por um numero relativamente pequeno do que chamamos constantes universais. Astrônomos e físicos quânticos expressaram reiteradamente seu assombro ante este fato. Se seguirmos com as atuais teorias, e nos encontramo a trezentos mil anos após o momento chave - uma eternidade mais tarde - os elétrons menos selvagens puderam começar a ser capturados pelos núcleos, formando os primeiros átomos de hidrogênio e hélio. Depois de uma longa letargia, que se estendeu ao longo de 100 milhões de anos onde nada aconteceu, mas durante os quais o Universo foi esfriando, esses átomos foram se agrupando em esferas, as estrelas, produzindo calor e elementos químicos. Há tantas perguntas sem responder: formaram-se as estrelas individualmente para reunir-se mais tarde em galáxias? Não existe nem certeza teórica nem observacional. Depois de sua formação as estrelas arrastam em seu movimento farrapos de matéria que ao condensarem- se formam os planetas. Voltemos agora a nossa atenção para o único sistema planetário que conhecemos atualmente, o nosso. Este conjunto que a luz atravessa em 10 horas e que está regido pela gravitação, flutua no espaço. Mais longe, muito mais longe, a ano-luzes-luz brilham as estrelas. Quanto a sua história, calculamos até onde nossas teorias nos deixam que se formou faz 4.500 milhões de anos, quando o Universo era já velho. A Terra é um globo fundido pela energia gravitacional, mas pouco maciço ao que lhe escapou o hidrogênio e o hélio e ficaram rochas e metais. Os elementos em fusão perderam metano, gás carbônico, nitrogênio, vapor de água: os ingredientes da primitiva atmosfera. Depois ao descender ainda mais sua temperatura o vapor de água se condensou e uma chuva caiu, atuando como lixívia, arrastando o gás carbônico e o depositou em forma de calcária nos recursos oceânicos. Mas como apareceu a vida na Terra? Ainda é um enigma. Mas é um fato que rochas de 3500 milhões de anos contêm moléculas orgânicas fósseis, o que sugere a rápida aparição de atividade biótica. Terá que esperar 1000 milhões de anos para que se inventasse a fotossíntese. Potente e maravilhosa invenção: um processo pelos quais os novelos verdes, as algas e algumas bactérias, captam a energia luminosa e a utilizam para efetuar a síntese de seus compostos orgânicos. Assim se aceita, majoritariamente, que começou a produção maciça de oxigênio que modificaria a atmosfera de nosso planeta em um sentido favorável para os seres vivos, criando a capa de ozônio que nos protege. Concomitante a esta etapa capital, seguiu faz 1400 milhões de anos, as células eucarióticas. Estas células, mil vezes mais volumosas que as bactérias existentes, são já verdadeiras fábricas complexas que dispõem de oficinas especializadas: um núcleo para o DNA, mitocôndrias para a respiração, cloroplastos para a fotossíntese, aparelhos do Golgi para a excreção, ribossomos para a síntese de proteínas e inclusive flagelos para deslocar-se. E é que até os animais simples podem parecê-lo em sua forma externa, mas em sua química interna são complexos. É explicável que os biólogos do século XIX e de princípios do XX não tenham apreciado a extrema complexidade química dos sistemas viventes. Sem violentar muito as provas disponíveis, pôde pensar-se na origem da vida como nos processos de formação de minerais. Com o desenvolvimento da microbiologia na segunda metade do século XX se viu com avassaladora claridade que a verdade é precisamente o contrário. Os sistemas bioquímicos são extremamente complexos, a tal grau que a possibilidade de que se formem ao azar as moléculas orgânicas simples é muito pequeno. Este conceito de geração espontânea tinha persistido desde Aristóteles em meados do século XIX, e é obvio ninguém tinha pensado seriamente que os animais se originaram deste modo, aceitava-se que um bezerro sai de uma vaca, mas um verme...Quem sabe? Inumeráveis tinham sido os experimentos para demonstrar o surgimento espontâneo, mas já desde 1688 o médico italiano Francesco Redi tinha demonstrado que as larvas não surgiria na carne se as moscas não pousassem nela, e assim se fez evidente que toda vida procede da vida. Tal foi a doutrina que Pasteur numerou faz mais de um século ante Academia Francesa de Ciências. Apesar de tudo e de uma notável ginástica mental os biólogos seguiam acreditando alegremente que a vida começou na Terra por meio de processos espontâneos. A idéia da vida espontânea também se remonta a experimentos sobre o caldo primitivo que cativou a imaginação do público, que realizaram Stanley Miller e Harold Urey em 1952, mesclando em um laboratório H20, NH4, CH4, CO2, CNH( suposta atmosfera da Terra inicial) e luz ultravioleta como energia. Obtiveram-se aminoácidos e bases nitrogenadas, os constituintes essenciais das proteínas. O principal problema é que no laboratório se recolhem esfriando rapidamente os líquidos em um serpentina pois a própria descarga volta a destrui-los: na terra de faz 3500 milhões de anos havia essa possibilidade de que se formassem mas não se destruíram?. Mas ainda que ocorresse dessa forma e que os aminoácidos possam ser produzidas por meios naturais, este experimento dista muito de demonstrar que a vida pode ter evoluído dessa maneira. Ninguém demonstrou que a correta disposição dos aminoácidos para uma proteína, possa produzir-se por esse método, nem muito menos o DNA. Não se encontrou nenhuma prova que explique esse enorme salto, nem se encontrará segundo minha opinião. Como posso ser tão contundente? Pois porque se assim fosse o experimento já se realizou e seria famoso. Seu custo mínimo comparado com o de enviar um astronauta à Lua. Seria tão espetacular que a clonagem seria um jogo de meninos. Além disso, a probabilida matemática de que a vida tenha aparecido de forma espontânea é tão pequena que resulta difícil captá-la se não a comparamos com algo que nos resulte familiar. Por exemplo, que uma proteína evolua ao acaso, ou seja, que os átomos, os aminoácidos, disponham-se na ordem adequada, é o mesmo que a probabilidade de tirar 50.000 seis seguidos nos jogo de dados. Acredito que o acaso fica descartado, é uma solução fácil para aqueles que têm preguiça mental de seguir procurando a origem da vida. E se estamos falando de proteínas como pôde surgir uma estrutura tão altamente organizada como um humano, um camundongo ou inclusive uma flor? Ninguém pode negar que se necessita informação para uma flor, mas quanta? Precisamente, muita informação, tanto que escapa a uma experiência normal. As instruções genéticas (genoma) podem ser concebidas como uma mensagem de certa longitude que especifica uma forma de vida. É o programa que controla a conduta das células. Todo aquele que tenha feito um programa de computador estará de acordo que escrever sub-rotinas é a parte menos importante. O mais difícil é a lógica do programa principal. No terreno da biologia, as enzimas são somente sub-rotinas. O programa segue sendo uma parte menos provável. No desenvolvimento da vida o programa principal é descrito pela teoria darwiniana da evolução. Em 1859, Darwin publicou a origem das espécies, libero no que incluía um compêndio de detalhes empíricos, alguns tirados de outros autores e outros próprios de sua viagem a bordo do Beagle, que apresentavam uma demonstração da seleção natural e a evolução das espécies. Elas provavam certa evolução, mas não toda a evolução que temos em mente: células eucarióticas prosperando nos oceanos perto de um bilhão de anos, os primeiros seres pluricelulares, que reinaram durante cerca de 120 milhões de anos, em seguida a explosão pré-cámbriana. . Faz 550 milhões que foram colonizados os continentes por formas viventes de extravagante diversidade, tanto que faria empalidecer de inveja aos melhores cenógrafos de ficção científica: esponjas, vermes, anêmonas, insetos, estrelas de mar, polvos, peixes, répteis, pássaros, carnívoros, insetívoros, ruminantes, marsupiais. E os antropóides. Assombroso crescimento que não necessitou mais que uma décima parte da idade da Terra para produzir-se e desenvolver- se, e para que aparecesse o Homo Sapiens, o inventor da marcha erguida. O que ocorreu para que a teoria do Darwin sobre a evolução mediante a seleção natural tenha se firmado como uma superstição? Onde estão as provas experimentais? Os postdarwinistas explicam as mudanças evolutivas devido aos enganos aleatórios da cópia da informação genética, mutações pontuais de genes que acumuladas dariam lugar à evolução, pois a seleção natural escolheria sozinho as mutações que fossem melhoras para a adaptação do ser vivo. O primeiro problema é que a cópia do DNA é extraordinariamente precisa, não proporciona um grande número de mutações naturais para que possa atuar a seleção natural, tem um ritmo tão lento que não quadra com a rapidez da aparição das espécies na Terra. Além disso, parece muito mais provável que os enganos resultem prejudiciais e não benéficos, e ao rechaçar as numerosas variações daninhas e preservar as escassas de índole benéfica, ainda é necessário um espaço de tempo maior para que se da evolução que observamos. O primeiro interesse foi demonstrar que os restos fósseis confirmam a teoria de Darwin. Entretanto a realidade é muito outra, como reconheceu o próprio Darwin: existe uma imperfeição do registro fóssil. Faltam as mudanças cruciais nos registros fósseis, por exemplo, a grande transição evolutiva dos répteis aos mamíferos. Essas grandes transições se procuraram nos casos com grande abundância de fósseis, os melhores são alguns invertebrados como os insetos e os seres que vivem no mar, pois se fossilizam com mais probabilidade que na terra. Identificaram- se mais de 10.000 espécies fósseis de insetos, mais de 30.000 espécies de aranhas e números similares de espécies marinhas.. E, entretanto as provas a favor das mudanças progressivas que produzam grandes transições evolutivas são muito escassas. Ainda falta encontrar a suposta transição entre insetos sem asas e alados, ao igual à transição entre os dois tipos principais de insetos alados (libélulas e escaravelhos, e as formigas). De fato a situação é justamente o contrário ao que prediz a teoria. Certamente que se percebem pequenas variações, mas não se acumulam gradualmente até produzir maiores. Por isso a questão se sarjeta dizendo que as grandes transições teriam que ter efetuado a saltos, tão rápido que o registro fóssil não pudesse refleti-lo, coisa difícil de reunir com as mudanças que observamos. São mudanças bruscas seguidas de período de estabilidade. Uma solução fácil, mas qual é o motor que provoca esses saltos? Há cientistas como Fred Hoyle que aventuraram em seu momento hipótese a respeito de vida no espaço exterior que chegariam com os impactos dos meteoritos e dos cometas em forma de bactérias, e provocariam essa rápida evolução. Mas isso somente desloca o problema da vida ao espaço exterior, não responde ao porquê. Voltemos a ser ingênuos: a evolução dos carros e de seu desenho não é fruto dos enganos das cadeias de montagem, mas sim é devida ao desenho inteligente de engenheiros: o airbag não apareceu de repente um dia em um carro de casualidade por um engano do robô que acopla as peças do carro, mas sim pensando na segurança, houve engenheiros que desenharam um sistema que protegesse aos passageiros. E a evolução da Terra? Não estou tratando de negar a evolução, a evolução poderia ser um método, mas inteligente, não ao azar. Por que se sustenta o acaso, a falta de Inteligência no Universo? Em épocas anteriores a Copérnico se acreditava erroneamente que a Terra era o centro geométrico e físico do Universo. Não devemos nos vangloriar muito em nossa época, já que hoje em dia se estão cometendo quase os mesmos enganos pré-copernianos nas fronteiras da astronomia, da química e da biologia. Isto está ocorrendo apesar de muitíssimas provas em seu contrário, apesar do ensino livre generalizado, das bibliotecas públicas gratuitas, de uma abundância de universidades e escolas de ensino superior. Uma vez mais preponderam mais os preconceitos que a ciência. Possivelmente supor uma inteligência outorga transcendência à existência do ser humano e do próprio universo, e portanto obrigações morais ante a vida, ante outros, ante a história.. Mas se voltarmos a ser singelos ante a vida, existe tantas coincidências para que estejamos aqui, não só nós, a não ser a vida, que deve haver alguma explicação para elas. Como lhe poderíamos negar ao universo, com sua perfeição, que também tenha um sentido? Embora fiquem no caminho para as estrelas muitas pergunta, as respostas estão nas leis inteligentes do Universo. Sim, o Universo é Inteligente porque nos sorri quando lhe esquadrinhamos sinceramente, sem prejuízos, assinalando que em suas leis está a chave do Mistério, de quem sou. O Universo é tão Inteligente que oculta maravilhosamente bem sua trama vital para obrigar aos investigadores a um esforço titânico de tal magnitude que a imensa maioria prefere comodamente sentenciar:
Freqüentemente nos movemos em nosso ambiente diário sem entender quase nada sobre o mundo. Dedicamos pouco tempo a pensar no mecanismo que gera a luz solar que faz possível a vida, na gravidade que nos ata à terra e que de outra forma nos lançaria ao espaço, ou nos átomos de que estamos constituídos e de cuja estabilidade dependemos de maneira fundamental. Dedicamos pouco tempo a nos perguntar por que a natureza é da forma que é, de onde surgiu o cosmos, ou se sempre esteve, se o tempo correrá em sentido contrário algum dia. Em nossa sociedade alguns se sentem incômodos com questões deste tipo porque nos mostram vividamente as limitações do conhecimento humano. Mas grande parte da ciência esteve guiada por estas perguntas filosóficas. Nos regogizamos com o aspecto das estrelas, da natureza, mas nos perguntamos por que, de onde, para onde? por que obviamente este Universo em marcha vai para alguma parte, tem um sentido, um porquê, e um como, e se o encontramos talvez nos desvele quem fomos. Os cientistas atuais descrevem o universo através de duas teorias parciais fundamentais: a teoria da relatividade geral e a mecânica quântica. Constituem o ápice intelectual da primeira metade deste século. A teoria da relatividade descreve a gravidade e a estrutura em grande escala do universo. A mecânica quântica o mundo do diminuto. E ainda a teoria do caos é a descrição de fenômenos dinâmicos da Natureza que se descreve com equações não lineares de difícil ou inexistente solução, ao menos algébrica. Se se admitir então, dado que é o que procuram os cientistas, que o universo está regido por leis bem definidas, porque falar e acreditar que a vida e o universo exitem por mera casualidade, que não há uma inteligência subjacente ao próprio universo?. Este é um dos enganos fundamentais que às vezes fechou nossa capacidade de compreensão. Como poderíamos negar ao Universo - com sua perfeição - um sentido? Se queremos compreender todos esses maravilhosos jogos que supomos ao acaso vamos percorrer a história do Cosmos, ao menos tal como o vemos segundo nossas teorias, extraindo lições da relatividade geral, da mecânica quântica, esta perspectiva se faz verdadeiramente vertiginosa. Segundo a teoria do Big Bang tudo começou faz 15 bilhões de anos e este Big Bang originou em sua primeira fase conhecida como inflacionária, o volume do Universo. Um segundo depois do Big Bang o Universo era uma sopa espessa de prótons, nêutrons, elétrons e fótons, a 10 milhões de graus. Um quarto de hora mais tarde, 25% dos prótons e nêutrons transformaram- se em núcleos de hélio por intensas reações termonucleares. Se o Universo não tivesse conhecido esta fase de expansão, de uma intensidade inimaginável, o Cosmos se retrairia, afundando sobre se mesmo. É curioso como se trivializaram e banalizam os estudos de cientistas quando há prejuízos ou interesses. O Big Bang não é uma explosão; a teoria simplesmente descreve uma evolução desde hoje para trás, até um ponto de mínimo espaço e matéria e máxima energia, momento no em que falham todas as leis conhecidas (relatividade, mecânica quântica) a partir do qual não podemos dizer o que aconteceu. Pode parecer uma explosão, mas muito controlada e muito ajustada em seus parâmetros. As leis da física contêm muitas quantidades fundamentais, como a magnitude da carga elétrica do elétron, e a relação entre as massas de prótons e elétrons. O fato notável é que os valores dessas quantidades parecem ter sido ajustadas sutilmente para fazer possível a vida. Por exemplo, se a carga elétrica do elétron tivesse sido sozinho ligeiramente diferente, as estrelas teriam sido incapazes de queimar hidrogênio e hélio. Se as massas do próton mais o elétron fossem ligeiramente superiores ao nêutron, e não algo menos como acontece, o efeito resultaria devastador: o átomo de hidrogênio seria instável. O Sol não existiria. A estrutura geral de muitos dos sistemas que observamos na natureza está determinada por um numero relativamente pequeno do que chamamos constantes universais. Astrônomos e físicos quânticos expressaram reiteradamente seu assombro ante este fato. Se seguirmos com as atuais teorias, e nos encontramo a trezentos mil anos após o momento chave - uma eternidade mais tarde - os elétrons menos selvagens puderam começar a ser capturados pelos núcleos, formando os primeiros átomos de hidrogênio e hélio. Depois de uma longa letargia, que se estendeu ao longo de 100 milhões de anos onde nada aconteceu, mas durante os quais o Universo foi esfriando, esses átomos foram se agrupando em esferas, as estrelas, produzindo calor e elementos químicos. Há tantas perguntas sem responder: formaram-se as estrelas individualmente para reunir-se mais tarde em galáxias? Não existe nem certeza teórica nem observacional. Depois de sua formação as estrelas arrastam em seu movimento farrapos de matéria que ao condensarem- se formam os planetas. Voltemos agora a nossa atenção para o único sistema planetário que conhecemos atualmente, o nosso. Este conjunto que a luz atravessa em 10 horas e que está regido pela gravitação, flutua no espaço. Mais longe, muito mais longe, a ano-luzes-luz brilham as estrelas. Quanto a sua história, calculamos até onde nossas teorias nos deixam que se formou faz 4.500 milhões de anos, quando o Universo era já velho. A Terra é um globo fundido pela energia gravitacional, mas pouco maciço ao que lhe escapou o hidrogênio e o hélio e ficaram rochas e metais. Os elementos em fusão perderam metano, gás carbônico, nitrogênio, vapor de água: os ingredientes da primitiva atmosfera. Depois ao descender ainda mais sua temperatura o vapor de água se condensou e uma chuva caiu, atuando como lixívia, arrastando o gás carbônico e o depositou em forma de calcária nos recursos oceânicos. Mas como apareceu a vida na Terra? Ainda é um enigma. Mas é um fato que rochas de 3500 milhões de anos contêm moléculas orgânicas fósseis, o que sugere a rápida aparição de atividade biótica. Terá que esperar 1000 milhões de anos para que se inventasse a fotossíntese. Potente e maravilhosa invenção: um processo pelos quais os novelos verdes, as algas e algumas bactérias, captam a energia luminosa e a utilizam para efetuar a síntese de seus compostos orgânicos. Assim se aceita, majoritariamente, que começou a produção maciça de oxigênio que modificaria a atmosfera de nosso planeta em um sentido favorável para os seres vivos, criando a capa de ozônio que nos protege. Concomitante a esta etapa capital, seguiu faz 1400 milhões de anos, as células eucarióticas. Estas células, mil vezes mais volumosas que as bactérias existentes, são já verdadeiras fábricas complexas que dispõem de oficinas especializadas: um núcleo para o DNA, mitocôndrias para a respiração, cloroplastos para a fotossíntese, aparelhos do Golgi para a excreção, ribossomos para a síntese de proteínas e inclusive flagelos para deslocar-se. E é que até os animais simples podem parecê-lo em sua forma externa, mas em sua química interna são complexos. É explicável que os biólogos do século XIX e de princípios do XX não tenham apreciado a extrema complexidade química dos sistemas viventes. Sem violentar muito as provas disponíveis, pôde pensar-se na origem da vida como nos processos de formação de minerais. Com o desenvolvimento da microbiologia na segunda metade do século XX se viu com avassaladora claridade que a verdade é precisamente o contrário. Os sistemas bioquímicos são extremamente complexos, a tal grau que a possibilidade de que se formem ao azar as moléculas orgânicas simples é muito pequeno. Este conceito de geração espontânea tinha persistido desde Aristóteles em meados do século XIX, e é obvio ninguém tinha pensado seriamente que os animais se originaram deste modo, aceitava-se que um bezerro sai de uma vaca, mas um verme...Quem sabe? Inumeráveis tinham sido os experimentos para demonstrar o surgimento espontâneo, mas já desde 1688 o médico italiano Francesco Redi tinha demonstrado que as larvas não surgiria na carne se as moscas não pousassem nela, e assim se fez evidente que toda vida procede da vida. Tal foi a doutrina que Pasteur numerou faz mais de um século ante Academia Francesa de Ciências. Apesar de tudo e de uma notável ginástica mental os biólogos seguiam acreditando alegremente que a vida começou na Terra por meio de processos espontâneos. A idéia da vida espontânea também se remonta a experimentos sobre o caldo primitivo que cativou a imaginação do público, que realizaram Stanley Miller e Harold Urey em 1952, mesclando em um laboratório H20, NH4, CH4, CO2, CNH( suposta atmosfera da Terra inicial) e luz ultravioleta como energia. Obtiveram-se aminoácidos e bases nitrogenadas, os constituintes essenciais das proteínas. O principal problema é que no laboratório se recolhem esfriando rapidamente os líquidos em um serpentina pois a própria descarga volta a destrui-los: na terra de faz 3500 milhões de anos havia essa possibilidade de que se formassem mas não se destruíram?. Mas ainda que ocorresse dessa forma e que os aminoácidos possam ser produzidas por meios naturais, este experimento dista muito de demonstrar que a vida pode ter evoluído dessa maneira. Ninguém demonstrou que a correta disposição dos aminoácidos para uma proteína, possa produzir-se por esse método, nem muito menos o DNA. Não se encontrou nenhuma prova que explique esse enorme salto, nem se encontrará segundo minha opinião. Como posso ser tão contundente? Pois porque se assim fosse o experimento já se realizou e seria famoso. Seu custo mínimo comparado com o de enviar um astronauta à Lua. Seria tão espetacular que a clonagem seria um jogo de meninos. Além disso, a probabilida matemática de que a vida tenha aparecido de forma espontânea é tão pequena que resulta difícil captá-la se não a comparamos com algo que nos resulte familiar. Por exemplo, que uma proteína evolua ao acaso, ou seja, que os átomos, os aminoácidos, disponham-se na ordem adequada, é o mesmo que a probabilidade de tirar 50.000 seis seguidos nos jogo de dados. Acredito que o acaso fica descartado, é uma solução fácil para aqueles que têm preguiça mental de seguir procurando a origem da vida. E se estamos falando de proteínas como pôde surgir uma estrutura tão altamente organizada como um humano, um camundongo ou inclusive uma flor? Ninguém pode negar que se necessita informação para uma flor, mas quanta? Precisamente, muita informação, tanto que escapa a uma experiência normal. As instruções genéticas (genoma) podem ser concebidas como uma mensagem de certa longitude que especifica uma forma de vida. É o programa que controla a conduta das células. Todo aquele que tenha feito um programa de computador estará de acordo que escrever sub-rotinas é a parte menos importante. O mais difícil é a lógica do programa principal. No terreno da biologia, as enzimas são somente sub-rotinas. O programa segue sendo uma parte menos provável. No desenvolvimento da vida o programa principal é descrito pela teoria darwiniana da evolução. Em 1859, Darwin publicou a origem das espécies, libero no que incluía um compêndio de detalhes empíricos, alguns tirados de outros autores e outros próprios de sua viagem a bordo do Beagle, que apresentavam uma demonstração da seleção natural e a evolução das espécies. Elas provavam certa evolução, mas não toda a evolução que temos em mente: células eucarióticas prosperando nos oceanos perto de um bilhão de anos, os primeiros seres pluricelulares, que reinaram durante cerca de 120 milhões de anos, em seguida a explosão pré-cámbriana. . Faz 550 milhões que foram colonizados os continentes por formas viventes de extravagante diversidade, tanto que faria empalidecer de inveja aos melhores cenógrafos de ficção científica: esponjas, vermes, anêmonas, insetos, estrelas de mar, polvos, peixes, répteis, pássaros, carnívoros, insetívoros, ruminantes, marsupiais. E os antropóides. Assombroso crescimento que não necessitou mais que uma décima parte da idade da Terra para produzir-se e desenvolver- se, e para que aparecesse o Homo Sapiens, o inventor da marcha erguida. O que ocorreu para que a teoria do Darwin sobre a evolução mediante a seleção natural tenha se firmado como uma superstição? Onde estão as provas experimentais? Os postdarwinistas explicam as mudanças evolutivas devido aos enganos aleatórios da cópia da informação genética, mutações pontuais de genes que acumuladas dariam lugar à evolução, pois a seleção natural escolheria sozinho as mutações que fossem melhoras para a adaptação do ser vivo. O primeiro problema é que a cópia do DNA é extraordinariamente precisa, não proporciona um grande número de mutações naturais para que possa atuar a seleção natural, tem um ritmo tão lento que não quadra com a rapidez da aparição das espécies na Terra. Além disso, parece muito mais provável que os enganos resultem prejudiciais e não benéficos, e ao rechaçar as numerosas variações daninhas e preservar as escassas de índole benéfica, ainda é necessário um espaço de tempo maior para que se da evolução que observamos. O primeiro interesse foi demonstrar que os restos fósseis confirmam a teoria de Darwin. Entretanto a realidade é muito outra, como reconheceu o próprio Darwin: existe uma imperfeição do registro fóssil. Faltam as mudanças cruciais nos registros fósseis, por exemplo, a grande transição evolutiva dos répteis aos mamíferos. Essas grandes transições se procuraram nos casos com grande abundância de fósseis, os melhores são alguns invertebrados como os insetos e os seres que vivem no mar, pois se fossilizam com mais probabilidade que na terra. Identificaram- se mais de 10.000 espécies fósseis de insetos, mais de 30.000 espécies de aranhas e números similares de espécies marinhas.. E, entretanto as provas a favor das mudanças progressivas que produzam grandes transições evolutivas são muito escassas. Ainda falta encontrar a suposta transição entre insetos sem asas e alados, ao igual à transição entre os dois tipos principais de insetos alados (libélulas e escaravelhos, e as formigas). De fato a situação é justamente o contrário ao que prediz a teoria. Certamente que se percebem pequenas variações, mas não se acumulam gradualmente até produzir maiores. Por isso a questão se sarjeta dizendo que as grandes transições teriam que ter efetuado a saltos, tão rápido que o registro fóssil não pudesse refleti-lo, coisa difícil de reunir com as mudanças que observamos. São mudanças bruscas seguidas de período de estabilidade. Uma solução fácil, mas qual é o motor que provoca esses saltos? Há cientistas como Fred Hoyle que aventuraram em seu momento hipótese a respeito de vida no espaço exterior que chegariam com os impactos dos meteoritos e dos cometas em forma de bactérias, e provocariam essa rápida evolução. Mas isso somente desloca o problema da vida ao espaço exterior, não responde ao porquê. Voltemos a ser ingênuos: a evolução dos carros e de seu desenho não é fruto dos enganos das cadeias de montagem, mas sim é devida ao desenho inteligente de engenheiros: o airbag não apareceu de repente um dia em um carro de casualidade por um engano do robô que acopla as peças do carro, mas sim pensando na segurança, houve engenheiros que desenharam um sistema que protegesse aos passageiros. E a evolução da Terra? Não estou tratando de negar a evolução, a evolução poderia ser um método, mas inteligente, não ao azar. Por que se sustenta o acaso, a falta de Inteligência no Universo? Em épocas anteriores a Copérnico se acreditava erroneamente que a Terra era o centro geométrico e físico do Universo. Não devemos nos vangloriar muito em nossa época, já que hoje em dia se estão cometendo quase os mesmos enganos pré-copernianos nas fronteiras da astronomia, da química e da biologia. Isto está ocorrendo apesar de muitíssimas provas em seu contrário, apesar do ensino livre generalizado, das bibliotecas públicas gratuitas, de uma abundância de universidades e escolas de ensino superior. Uma vez mais preponderam mais os preconceitos que a ciência. Possivelmente supor uma inteligência outorga transcendência à existência do ser humano e do próprio universo, e portanto obrigações morais ante a vida, ante outros, ante a história.. Mas se voltarmos a ser singelos ante a vida, existe tantas coincidências para que estejamos aqui, não só nós, a não ser a vida, que deve haver alguma explicação para elas. Como lhe poderíamos negar ao universo, com sua perfeição, que também tenha um sentido? Embora fiquem no caminho para as estrelas muitas pergunta, as respostas estão nas leis inteligentes do Universo. Sim, o Universo é Inteligente porque nos sorri quando lhe esquadrinhamos sinceramente, sem prejuízos, assinalando que em suas leis está a chave do Mistério, de quem sou. O Universo é tão Inteligente que oculta maravilhosamente bem sua trama vital para obrigar aos investigadores a um esforço titânico de tal magnitude que a imensa maioria prefere comodamente sentenciar:
"O Universo funciona por acaso". Sara Ortiz Rous
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Dúvidas do Cotidiano-Flávio Gikovate
Cresci e evoluí, lendo Flávio Gikovate. Interessante que ele ainda me surpreende com sua lucidez na visão lógica do amor ilógico...Pode?
Crescemos acreditando que o sexo e o amor andam juntos. E agora, como fica se o que observamos é bem diferente? Como explicar que a maioria dos machões que tanto desejam as mulheres são mesmo é chegados nos homens com quem bebem, confidenciam e se gabam de suas “conquistas” nas mesas dos bares?
Como explicar que a maioria dos homossexuais sejam tão íntimos das mulheres e que sintam desejo pelos homens - em especial por aqueles que não são homossexuais explícitos - com os quais têm um relacionamento tenso e cheio de hostilidades recíprocas?
Resposta: Tudo nos leva a pensar que, em nossa cultura, a sexualidade está mesmo é associada à agressividade e não ao amor e à amizade. Temos que parar de nos iludir e observar os fatos: o jogo de conquista e sedução é extremamente violento, de modo que podemos concluir que tesão e ódio andam juntos. Afinal de contas, porque as mulheres se interessam tanto em colocar próteses de silicone em seus seios se a maioria dos homens não gosta do efeito táctil que elas provocam? Resposta: A prótese provoca um efeito visual interessante, especialmente quando a mulher está com uma roupa decotada. Pode despertar o desejo visual masculino, prometendo algo que será um tanto frustrante na intimidade. Parece que despertar o desejo visual à distância é percebido como mais importante do que agradar o parceiro. Além do mais, as mulheres assim “turbinadas” podem se sentir por cima de suas concorrentes. Se um homem – ou uma mulher – se encanta por um dado parceiro em virtude do seu modo de ser, porque é que depois, ao longo do convívio, insiste tanto para que ele se modifique?
Resposta: Nos encantamos por alguém por causa da admiração que suas qualidades nos provocam e também por causa da presença de alguns defeitos que nos permitem alguma defesa contra uma intensidade amorosa que não seríamos capazes de suportar.
As qualidades nos atraem enquanto que os defeitos nos afastam. Resulta um grau de intimidade que toleramos. O parceiro sabe que não poderá se modificar porque isso determinaria um desequilíbrio perigoso para a continuidade do relacionamento. O casal briga bastante e tudo fica exatamente como está! Afinal de contas, o que uma mulher pretende quando usa, por exemplo, uma bolsa de grife, uma daquelas muito cobiçadas em virtude de estarem na última moda e serem caríssimas?Resposta: Os motivos podem ser variados, mas a única coisa indiscutível é que uma bolsa não provoca os olhares masculinos da forma que uma calça velha e justa pode fazer. Não conheço muitos homens que se sentem atraídos por mulheres em virtude de suas bolsas. Elas são, mais que tudo, símbolos de poder, de modo que suas “donas” são imediatamente percebidas como pertencentes à classe dominante – e, é claro, tratadas como tais.
Não há dúvidas que a maioria das bolsas são muito belas, mas são usadas mesmo é para definir status social e também para provocar a inveja das outras mulheres. O que leva uma pessoa a quem ajudamos muito, que morou em nossa casa por um bom tempo e a quem demos todo o tipo de apoio moral e material, a desenvolver tamanha raiva contra a gente?
Ela não deveria ser reconhecida e grata?
Resposta: Outro dia, lendo a resenha de um livro, o autor citou Cícero (orador e político romano do século I antes de Cristo), que dizia que a gratidão é a maior de todas as virtudes.
À primeira vista, pode parecer um exagero, já que aprendemos a pensar que todos aqueles a quem ajudamos não farão mais que a obrigação de nos serem gratos. Mas a verdade, a regra geral, é que aquele que recebe favores materiais ou ajuda emocional costuma desenvolver enorme hostilidade contra nós.
A ingratidão é “filha” da inveja. É assim: aquele que recebe se sente por baixo, humilhado. Como precisa receber, não tem outra escolha e aceita o que estamos oferecendo. Quanto mais receber, mais humilhado e ressentido ficará. Acabará arranjando algum pretexto e se afastará, nos agredindo e nos acusando de algo que não fizemos. É preciso pensar duas vezes antes de decidirmos ajudar alguém!
Crescemos acreditando que o sexo e o amor andam juntos. E agora, como fica se o que observamos é bem diferente? Como explicar que a maioria dos machões que tanto desejam as mulheres são mesmo é chegados nos homens com quem bebem, confidenciam e se gabam de suas “conquistas” nas mesas dos bares?
Como explicar que a maioria dos homossexuais sejam tão íntimos das mulheres e que sintam desejo pelos homens - em especial por aqueles que não são homossexuais explícitos - com os quais têm um relacionamento tenso e cheio de hostilidades recíprocas?
Resposta: Tudo nos leva a pensar que, em nossa cultura, a sexualidade está mesmo é associada à agressividade e não ao amor e à amizade. Temos que parar de nos iludir e observar os fatos: o jogo de conquista e sedução é extremamente violento, de modo que podemos concluir que tesão e ódio andam juntos. Afinal de contas, porque as mulheres se interessam tanto em colocar próteses de silicone em seus seios se a maioria dos homens não gosta do efeito táctil que elas provocam? Resposta: A prótese provoca um efeito visual interessante, especialmente quando a mulher está com uma roupa decotada. Pode despertar o desejo visual masculino, prometendo algo que será um tanto frustrante na intimidade. Parece que despertar o desejo visual à distância é percebido como mais importante do que agradar o parceiro. Além do mais, as mulheres assim “turbinadas” podem se sentir por cima de suas concorrentes. Se um homem – ou uma mulher – se encanta por um dado parceiro em virtude do seu modo de ser, porque é que depois, ao longo do convívio, insiste tanto para que ele se modifique?
Resposta: Nos encantamos por alguém por causa da admiração que suas qualidades nos provocam e também por causa da presença de alguns defeitos que nos permitem alguma defesa contra uma intensidade amorosa que não seríamos capazes de suportar.
As qualidades nos atraem enquanto que os defeitos nos afastam. Resulta um grau de intimidade que toleramos. O parceiro sabe que não poderá se modificar porque isso determinaria um desequilíbrio perigoso para a continuidade do relacionamento. O casal briga bastante e tudo fica exatamente como está! Afinal de contas, o que uma mulher pretende quando usa, por exemplo, uma bolsa de grife, uma daquelas muito cobiçadas em virtude de estarem na última moda e serem caríssimas?Resposta: Os motivos podem ser variados, mas a única coisa indiscutível é que uma bolsa não provoca os olhares masculinos da forma que uma calça velha e justa pode fazer. Não conheço muitos homens que se sentem atraídos por mulheres em virtude de suas bolsas. Elas são, mais que tudo, símbolos de poder, de modo que suas “donas” são imediatamente percebidas como pertencentes à classe dominante – e, é claro, tratadas como tais.
Não há dúvidas que a maioria das bolsas são muito belas, mas são usadas mesmo é para definir status social e também para provocar a inveja das outras mulheres. O que leva uma pessoa a quem ajudamos muito, que morou em nossa casa por um bom tempo e a quem demos todo o tipo de apoio moral e material, a desenvolver tamanha raiva contra a gente?
Ela não deveria ser reconhecida e grata?
Resposta: Outro dia, lendo a resenha de um livro, o autor citou Cícero (orador e político romano do século I antes de Cristo), que dizia que a gratidão é a maior de todas as virtudes.
À primeira vista, pode parecer um exagero, já que aprendemos a pensar que todos aqueles a quem ajudamos não farão mais que a obrigação de nos serem gratos. Mas a verdade, a regra geral, é que aquele que recebe favores materiais ou ajuda emocional costuma desenvolver enorme hostilidade contra nós.
A ingratidão é “filha” da inveja. É assim: aquele que recebe se sente por baixo, humilhado. Como precisa receber, não tem outra escolha e aceita o que estamos oferecendo. Quanto mais receber, mais humilhado e ressentido ficará. Acabará arranjando algum pretexto e se afastará, nos agredindo e nos acusando de algo que não fizemos. É preciso pensar duas vezes antes de decidirmos ajudar alguém!
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